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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Homenagem Ao Grande Capitão de Abril, Salgueiro Maia.



Viva o Grande Capitão de Abril Salgueiro Maia.


25 De Abril de 1974,

38 Anos passaram,
A liberdade não passou,
Foi sol de pouca dura,
Na escuridão mergulhou.

Liberdade e verdade,
São duas palavras afins,
Raios de luz na escuridão,
Para políticos das trevas,
Ruins.

Os políticos das trevas venceram a luz,
Portugal mergulhou nas trevas,
Verdade e liberdade,
Ficaram envoltas em quimeras.

Ainda a procissão não tinha saído do adro,
Já a verdade ficava para trás,
Com ela Salgueiro Maia,
Transformado num simples rapaz,
Símbolo de uma revolução,
De amor, harmonia e paz.

Importaram-se politicas caducas,
Dividiu-se para reinar,
Com esquerdas e direitas,
Que não trouxeram harmonia e bem-estar,
A um povo que tinha uma historia impar,
Não precisava delas para se governar.

Precisava de novas mentalidades,
Para com as ditaduras se acabar.

Os tempos são sempre mestres,
As historias também,
Encontrem-se novos caminhos,
 Do amor, verdade e liberdade,
Dos caminhos do bem.   

Identifique-se a falsa verdade,
Que aos portugueses derrotou,
Substituindo-a pela grande verdade,
Que Salgueiro Maia personificou.   


O Povo Português;
Aceitou uma liberdade que não é a sua liberdade, mas daqueles que a sua sombra se quiseram governar.

Aceitou uma cultura política divisionista, que não é a sua cultura, nada tem a ver com as suas raízes, e mais grave, veio em blocos diferentes, para gerar mais confusão e divisão, em tempos modernos inventaram-se Clãs com princípios medievais, para lutarem pelo poder, dentro das mesmas fronteiras, nivelando pelo mais baixo. A cultura e liberdade de um povo, não pode estar sujeita a elitismos e determinismos deste ou daquele grupo, que se autoproclama dono da verdade e liberdade. A liberdade e verdade é um bem único de cada cidadão, que racionalmente tem de a construir, usufruindo-as na sua plenitude.

A história foi cruel, os tempos são tenebrosos, cruzar os braços nada resolve, só resta lutar. Mas é necessário saber lutar, usar a inteligência, despir as emoções, filtrar tudo a luz da logica e razão. Desassombradamente, doa a quem dor, custe a quem custar, fazer um levantamento do passado, situarmo-nos no presente, para evitar erros no futuro.

O Povo Português:
Tem de saber dizer não; a mentira de grupo, que tem como único fim a hegemonia do grupo.
Tem de saber dizer não; a unidade que lhe impõem, para não se deixar conduzir como simples ovelha do rebanho. Conscientes de que somos todos irmãos, e é essa a unidade que devemos aceitar, em torno de um projeto global, sem vencedores ou vencidos, por um Portugal melhor onde todos estejam unidos.

A verdade e liberdade, são bens da Criação, irreversíveis, que a seu tempo vão chegar. Para que não obstruas a sua chegada, poe de lado ódios e vinganças, que nunca levaram a nada de bom sobre a terra.

A paz, não se faz com a guerra, nem com falsas ilusões, emoções inferiores que tem dominado Portugal e o mundo em geral.

Usa a arma do amor, da fraternidade, alicerçada em conhecimentos e valores, com determinação com firmeza, só por esta via, se pode derrotar, tanta vileza.           

Viva o Grande Capitão de Abril Salgueiro Maia. 



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