Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

sábado, 3 de setembro de 2011

Tenho Um Sonho


Pensemos na Crianças do Mundo


Tenho um sonho,
Que me germina na mente,
E traz brilho ao olhar,
Ajudar a tornar diferente,
Este inóspito lugar.

Para biliões de crianças,
Que navegam sem um lar.

É um sonho gigantesco,
Difícil de executar,
Mas com a ajuda de DEUS,
Ninguém o vai parar.

E como a bola de neve,
Em gigante se vai tornar.
Se todos pensarmos um pouco,
Nas crianças do mundo,
Estamos a gerar energias,
Com efeitos profundos,
Que serão lançadas no ar.

Forma simples e segura,
De muita coisa mudar.

Os pensamentos são energia,
Com muita força, poder,
E se bem direccionados,
Podem muito... Podes crer.

Pensemos com devoção e carinho,
Nas crianças do mundo,
Enderecemos-lhe nossos pensamentos com um crer profundo,
Nem que seja por breves segundos.

Se bons pensamentos crescerem,
Em dias seguidos a fio,
Em torno destas crianças,
Criaremos ondas de energia,
Autênticos mares de magia,
Com doses de amor e esperança,
Neste mundo sem regras... onde domina a intemperança.

Tocaremos o coração do homem,
Derreteremos o seu gelo,
Que transformou este mundo,
Num caos, num pesadelo.

Os meios de comunicação que temos, permitem-nos em tempo real, comunicar com os quatro cantos da terra, vá, lá, demos as mãos, iniciemos uma nova era.

Assume, e manda este e-mail a todos os teus contactos, se assim fizeres, estas a envolver-te numa causa, que te trará bons efeitos (quem semeia amor, colhe amor). Gasta diariamente 10 minutos do teu tempo, na luta por uma humanidade, mais fraterna e mais justa.

JPF


Aproveita Esta Viagem




Esta é a tua viagem,
Segue em frente, com coragem,
Luta com os sentidos,
Não te deixes por eles embalar,
Eles pertencem a matéria,
São oriundos deste lugar.
Ouve, presta atenção,
A voz que te liga ao Divino,
Voz da razão.
Lembra-te que animas a matéria,
Que se desfaz é quimera,
Tua caminhada é infinita,
Vence as ilusões,
Acaba com a desdita.
Não confundas a matéria com o ser primeiro,
Espírito, real, verdadeiro.

Cresce e se feliz:

Os dois Caminhos


Dois caminhos,
Um deles tens de escolher,
Da escolha,
Depende o ser e o ter.
Quando se faz uma estrada,
Constrói uma ponte,
É para muita gente passar,
Ligando vidas com vidas,
Enquanto estrada e ponte durar.
Na tua escolha,
Também tens de pensar,
Nos caminhos desta vida,
E nos outros.
Quando esta terminar.
Tens de pensar no ser e no ter,
Que para a outra vais levar.
Bens que não são da matéria,
Pertencem a outro lugar.
Se escolheres a via da matéria,
Trocando Deus pelo dinheiro,
Estas a limitar tua vida,
Esquecendo o ser primeiro.
Por muito dinheiro que tenhas,
Quando bateres a outra porta,
Serás um pobre pelintra,
O dinheiro fica na terá,
Não passaras de um pedinte.
Arrogante e orgulhoso,
Teus valores foram trocados,
Aqueles…, que te deram tanto gozo.
Já não te servem de nada,
Foram a opção que fizeste,
No inicio da alvorada.
Rejeitas-te o amor,
És um pedinte sem nada.
Escolhe os caminhos do amor, opta pela porta mais estreita, é a sementeira real, que te dá melhor colheita.

Cresce e se feliz:

Crianças do Mundo-Cultura do Mal



Guerra e miséria,
Cultura do mal,
De forma ignóbil,
Irreal.
Apelo aos senhores do mundo,
Fazedores das guerras,
Para que olhem para estas sementeiras,
De ignóbeis misérias.
Acabem-se com as guerras,
Faça-se a paz,
Dêem-se novos horizontes ao mundo,
Onde cresça e viva um novo rapaz.



Printa esta pagina, passa estas imagens, vamos acordar o mundo, com nossas mensagens, fazendo alertas, chamando atenção, para este mundo de horrores, onde não existe compaixão.

Crianças do Mundo

Condições básicas 
O relatório do Unicef mostra que mais de um bilião de crianças sofrem pelo menos um tipo de privação, o que representa cerca da metade das crianças no mundo vivendo na pobreza.  
O relatório mostra que milhões de crianças vivem em condições sobre-humanas, sem saneamento básico, acesso à educação ou a serviços de saúde. A situação é mais crítica na África subsaariana.
Como se compreende que um dos continentes mais ricos do globo, albergue o maior índice de miséria?
Dois adjectivos me ocorrem, pilhanço e obscurantismo.
                                      
Os dois, caminham lado a lado, são inseparáveis, um não funciona sem o outro, são um cancro desta humanidade.
 Acabem-se com as pilhagens,
Dos esfaimados agentes do mal,
Pensem nestas crianças,
Num sofrimento sem igual.
Pensem na sua esperança de vida,
Nos caminhos que tem pela frente,
Repletos de precipícios,
Onde caem para sempre.
Suas vidas serão desfasadas,
Distantes do amor e da paz,
Com uma revolta latente,
Neste mundo voraz.
Dê-se um novo sentido ao mundo,
Levantem-se em uníssono,
E em grande esplendor,
As vozes da justiça, verdade e amor.
Grite-se bem alto,
Faça-se um exclamor,
Contra este estado de coisas,
Este mundo de desamor.
Pensa em teus filhos e netos,
Pensa nas crianças do mundo,
Junta tua voz a nossa,
Com um sentido profundo.
Nossas armas serão a palavra,
Dita com firmeza e amor,
Espalhada pelos cantos da terra,
Em uníssono, exclamor.
Acabe-se com a guerra,
Acabe-se com este caos,
De extrema miséria.
Levantem-se as vozes do amor,
Cantem-se cânticos de paz,
Criem-se condições,
Onde cresça e viva um novo rapaz.

Nota: Se estas de acordo com este grito de revolta, imprime e manda aos teus contactos, para que este e outros em forma de egrégora, se espalhem pelo mundo.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Com as armas do amor, lutando pela paz.


Crianças do mundo em que vivemos,
Homens do ontem e do amanha,
Partindo novamente de um nada,
Nova alvorada,
Multifacetada vos espera,
Nesta viagem pelo cosmos,
Nesta passagem na terra.
Quando o homem perceber,
E este conhecimento na humanidade se generalizar,
E, esta a outras vidas ligar,
Será a vitoria do espírito,
Com primazia neste lugar.
Serão refreadas, moderadas as lutas intestinais,
Subalternos os bens materiais,
Que não justificam as lutas, bélicas, sangrentas,
Desiguais.
Em que morrem crianças no mundo,
Órfãos de pais,
 Calcinados pelas metralhas da guerra,
Na mais profunda e repelente miséria,
 A míngua de bens essenciais.
Vírus letal,
Que assola a humanidade,
Onde as forças do bem,
Com as armas do amor,
Devem combater as forças do mal.
Acabem-se com as guerras,
Com sabedoria e amor,
Onde um novo homem,
Cresça no esplendor,
Da verdade e da paz,
Vivencie um homem novo,
Partindo de um novo rapaz.
Onde, de novo,
No berço, no lar,
Como nesta imagem,
Para de teu sono e crescimento cuidarem,
Te incutirem amor nesta viajem,
E, serás homem, serás criança,
Feliz na temperança,
De teu destino traçado,
Encontraras o divino,
Terás Deus a teu lado.

Nota: Se concordas com estes pobres versos, mas de sentido profundo, imprime, envia a teus contactos, estas ajudar-te, estas ajudar o mundo a despertar, para a nova ordem das coisas, onde cresça e viva um saudável e novo rapaz.
Com os meios de que dispomos, não precisamos de catedrais, para difundir o amor, expandindo-o, levando-o a todos os locais.

Com as armas do amor, lutando pela paz.




Ciência e Religião.

Ficheiro:Giordano Bruno.jpg

Ciência e Religião.

De costas voltadas

Os poderes religiosos instituídos, em especial Catolicismo, Protestantismo e recentes Seitas que se dizem religiosas, que proliferaram em fins do século passado, nunca tiveram uma relação saudável com os homens da ciência. E como o poder religioso sempre se serviu da força, para impor as suas teorias, fugindo as leis do amor, compreensão e razão, perseguiu e anulou, muitos homens da ciência. Ciência e arte, que com subtileza, encontraram meios para retratar estes poderes religiosos, e reerguer os nomes dos que as suas mãos pereceram.
Para sublinhar estas palavras, com ligeiras alterações, com a devida vénia, transcrevo estas extraordinárias obras de arte, que reflectem com defeito (muito mais há para dizer), as guerras intestinas que o poder religioso moveu aos homens da ciência.
Arte opõe razão e fé;
Filmes consagrados como Giordano Bruno, O ponto de mutação, Contacto, O corpo, o romance de Umberto Eco, também adaptado para o cinema,  O nome da Rosa, a famosa peça teatral Galileu Galilei de Bertolt Brecht e o inesquecível Os irmãos Karamazov de Dostoievski, são exemplos de produções no campo do cinema e literatura que abordam a relação entre ciência e religião. Embora muitas transformações tenham acontecido nessa relação no decorrer da história, “em geral, quando a arte trata desta temática ainda abriga uma dicotomia simplória entre razão e fé, ou entre razão e irracionalismo”, analisa o historiador Carlos André Macedo Cavalcanti, da Universidade Federal da Paraíba. Essa abordagem, que opõe as duas instituições, resulta no estabelecimento de hierarquias de poder, reforçando uma pretensa superioridade e vitória da razão sobre a fé. Assim, ela dificulta qualquer possibilidade de diálogo entre ciência e religião.

Leonardo da Vinci, entre a arte, a ciência e a religião

De um lado a ciência, que emprega a razão e lida com o mundo objectivo, do outro a religião como aquela que lida com o mundo espiritual e emprega a fé. Nem sempre foi assim. A separação e incompatibilidade entre ciência e religião foram construídas no decorrer dos tempos e o principal motor dessa história foi a disputa pelo saber e pelo poder. Houve um momento em que não havia as distinções actuais das formas de conhecimento, lembra o professor de filosofia Norberto Mazai. Grandes nomes das artes como Michelangelo, da Vinci, Bernini e Rafael, foram também grandes nomes na esfera da ciência e da religião, uma vez que estas andavam juntas no Renascimento. “As artes eram geradas de forma a expressar os dogmas religiosos e, ao mesmo tempo, estavam impregnadas de ciência que se infiltrava na religião, mesmo sem que esta percebesse”.
Cavalcanti identifica três momentos marcantes na relação entre as duas instituições: a separação entre fé e regulação religiosa da vida no ocidente medieval; seguido, logo após, pela fase em que o medo e a desconfiança mútuas levaram aos julgamentos inquisitoriais e ao contra-ataque iluminista, que pretendia consolidar o domínio da ciência; e, por fim, experimentamos uma reaproximação lenta e gradual entre fé e ciência. Em sua análise, embora a arte tenha acompanhado esse processo, sendo, inclusive, parte dele, há um predomínio de imagens que estabelecem uma dicotomia entre ciência e religião, especialmente nas produções artísticas que ganharam maior visibilidade.
A cruz e o astrolábio
No filme e no romance O nome da Rosa, Willian de Baskervile (interpretado por Sean Connery) é o representante da ciência. É um monge franciscano, ex-inquisidor, que chega a um mosteiro beneditino construído no século XIII nas profundezas das montanhas na Itália, para investigar as misteriosas mortes que afligem uma comunidade religiosa.
Carrega consigo instrumentos como o astrolábio e o quadrante, utilizados pelos mouros e desconhecidos da maioria dos cristãos, que indicam os modernos (para a época) métodos da ciência que pretende usar em suas investigações. À luz da razão, Willian usa métodos de pesquisa sofisticados para reunir as provas necessárias e chegar à verdade. Serve-se de pegadas, indícios, testemunhas, levanta hipóteses, testa, busca pistas que não são visíveis à maioria dos mortais; como as frases no pergaminho, apagadas com suco de limão, que se revelam aos olhos do investigador na chama de uma vela.
No lado oposto estão monges que alimentam a ideia de que uma força sobrenatural, demoníaca, tomou conta do lugar, relacionando as mortes com a profecia do Apocalipse. Durante uma conversa, Willian rebate as suspeitas de acção demoníaca dizendo: “A única prova que vejo do demónio é o desejo de todos em vê-lo actuar”.  O nome da Rosa coloca como centro de sua trama a ciência como o caminho que conduz à verdade e ao saber, e a religião como o caminho da irracionalidade e do obscurantismo.
No mosteiro beneditino, a biblioteca representa a fonte de saber que, para os monges, precisa ser protegida. Nas palavras de Willian: “Ninguém deveria ser proibido de consultar estes livros. Os livros contêm uma sabedoria diferente da nossa. Ideias que nos fariam pôr em dúvida a infalibilidade da palavra de Deus. A dúvida é inimiga da fé”. Em outra cena Willian ironiza “Se eu tivesse resposta para tudo ensinaria teologia em Paris”, denotando a forte influência das ideias iluministas na criação de seu personagem. Descartes, precursor do Iluminismo e considerado o pai do racionalismo, defendia a dúvida racional como o caminho para se alcançar a compreensão do mundo e mesmo de Deus. Em uma de suas obras mais famosas, O discurso do método, recomenda que, para se chegar à verdade, se duvide de tudo, mesmo das coisas aparentemente verdadeiras.
No artigo “O nome da Rosa: a personagem Guilherme Baskerville” (Guilherme é a versão portuguesa para o nome Willian), João Carlos Antunes, Sandra Matos Soares e Victor Augusto Santos, do Instituto Superior Politécnico de Viseu, em Portugal, mostram como o filme e o livro criam a imagem de que para os religiosos o acesso ao saber deve passar pela morte. O saber é representado pela biblioteca do mosteiro, cujo acesso é feito por entre os túmulos dos mortos ou por um túnel repleto de caveiras e ossadas que passa por baixo do cemitério. A ideia é reforçada quando Willian revela o resultado de sua investigação: as mortes estão relacionadas com o livro desaparecido de Aristóteles, que aborda o riso como instrumento da verdade, e que teve suas páginas envenenadas por um dos monges que odiava a comédia e via no riso uma possibilidade de dúvida sobre Deus. O final do filme mescla cenas das fogueiras santas, da revolta de populares contra os inquisidores que recusaram as soluções para o caso apontadas por Willian e do incêndio da biblioteca, provocado pelo monge que impedia o acesso ao livro do riso.
Dicotomia: forma de compreender do mundo
Etienne Samain, antropólogo e pesquisador da área de cinema da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), lembra que a oposição entre fé e razão, religião e ciência, alma e corpo, é um velho problema da humanidade. “Esse dualismo não corresponde à realidade. É uma forma que temos encontrado de colocar ordem no mundo. Mas deveríamos aprender que toda oposição é, antes de tudo, um sistema de relações que temos que descobrir em filmes como O nome da Rosa,  Giordano Bruno e Galileu. Essa separação gera uma total impossibilidade de diálogo entre ciência e religião”.
Em Giordano Bruno, que se passa no século XVI em Veneza, o italiano Giuliano Montaldo opõe de forma irreconciliável ciência e religião, sendo esta considerada um entrave irracional ao desenvolvimento científico. Giordano é um filósofo, ex-sacerdote, que é torturado e condenado pela Santa Inquisição de  Romana pelas ideias científicas divulgadas em seus livros e discursos. Ao defender, por exemplo, o modelo heliocêntrico, Giordano rejeita os dogmas fundamentais da Igreja Católica. “O Cosmo... é eterno, infinito. A Terra é um dos mundos, e nós, que estamos sobre ele, giramos ao redor do Sol sem perceber. Os astros estão ligados às pequenas coisas da Terra. A Lua às marés, à menstruação das mulheres, o sol dá vida às plantas, a nós seres humanos...”.
Nas próprias palavras do filósofo surge a ameaça que constitui esse conhecimento para a Igreja: “Uma nova concepção do Cosmos tem que corresponder a uma nova concepção de homem”. A essa fala segue uma cena em que se ouve o discurso inflamado de Giordano. Entre gritos e aplausos de estudantes de uma universidade: “Se isto é verdade, e é verdade, Deus não está no alto, fora do mundo, mas em cada partícula de matéria, inerte ou viva. Deus é a própria matéria. Queremos livre a filosofia, queremos livre a pesquisa científica. Queremos autonomia do pensamento e da ciência de qualquer autoridade... Enxotemos das universidades os pedantes e os carolas. Só assim pode nascer um novo homem”.
Montaldo, o director, sofreu fortes influências do clima político da época e seus filmes integram uma corrente da época de sua produção, o neo-realismo italiano, que se volta para as problemáticas sociais e defende os ideais de liberdade. Em Giordano Bruno, a ciência é o grande veículo para a liberdade humana. O clímax do filme é o julgamento de Giordano, quando um dos inquisidores lhe pergunta: “E a verdade católica?”, a qual responde Giordano ironicamente com outra pergunta: “Existem duas verdades: uma católica e outra filosófica?”. A autoridade vaticana responde de forma incisiva: “A verdade é uma só: a revelada por Deus e custodiada pela Santa Madre Igreja”.
Na peça do poeta e dramaturgo alemão Brecht, o cientista italiano Galileu Galilei não foi queimado na fogueira como Giordano, mas induzido a negar, durante a inquisição, a reafirmação da teoria de Copérnico de que a Terra gira em torno do Sol. Teve sua liberdade cerceada e foi obrigado a abrir mão de seus princípios.
Em Os irmãos Karamazov, o autor russo Dostoievski também promove um confronto entre ciência e religião com os irmãos Ivan, o intelectual ateu, e Alieksiei, o seminarista, conferindo uma força poderosa ao ateísmo, que é representado pela ciência e pela burguesia. O capítulo O grande inquisidor é dedicado a esse confronto e coloca em pólos opostos a felicidade espiritual e a terrena.
Cavalcanti vê, nesses filmes e obras literárias, as inquisições e os atos inquisitoriais, católicos ou protestantes, na base de uma relação que se estabelece entre ciência e religião. Para ele, “esse debate já foi minimizado e a cultura ocidental sentiu as repercussões directas dessa censura até meados do século XX. Algumas permanências daquela mentalidade ainda poderão aparecer no discurso religioso e nos atos do novo Papa católico Bento XVI. Entretanto, o poder de dominar o mundo com as 'fogueiras da fé' já não é plausível. Católicos e protestantes, com algumas excepções, admitem a ciência”. Ele ainda ressalta que “muitos cientistas é que não admitem a interlocução com outros saberes. É preciso lembrar que esses mundos não nasceram separados”. Etienne Samain, por sua vez, acha que “a principal contribuição do cinema e da literatura na abordagem dessa temática é denunciar essa falsa dicotomização entre espírito e matéria, corte e ruptura que, infelizmente, carregamos desde os tempos de Descartes”.

A favor da investigação e conhecimento, contra os látegos de desinformação e obscurantismo que nos impingiram ao longo de séculos, e ainda prevalece nesta humanidade.

Cresce e se feliz.