Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

sábado, 31 de agosto de 2013

Avô D’ África: O maior inimigo do homem/mulher, é a sua própria ignorância.

Avô D’ África












O maior inimigo do homem/mulher, é a sua própria ignorância.

A ignorância alimenta a subserviência
E…
Consequente dependência
Do homem lobo do homem.

Que arrogante e prepotente
Torna o ignorante dependente.

De egoísmos falsidades
Monstruosas mentiras
Sem rigor … amor
Verdade.

O ignorante
Desconhece direitos e obrigações
Não pensa por si
Depende de opiniões.

De argutos aldrabões
Que lhe retiram a dignidade.

Do ser
Homem/mulher
Que não sabe o que quer.

É ovelha de rebanho
Que se deixa conduzir
Por manobradores de opiniões
Que não o deixam evoluir.  

Nos caminhos da liberdade
Que deve seguir.


É presa fácil de políticos e religiosos
Que inverteram os caminhos do mundo
Conduzindo suas ovelhas
Por atalhos sinuosos.  

Só o conhecimento…  amor e verdade
Libertam o homem/mulher.

31/08/13


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Avô D” África: Aos políticos portugueses Um pedido… um queixume… um sussurro… um aviso Ao ouvido baixinho Com amor… com carinho.

Avô D” África












Aos políticos portugueses
Um pedido… um queixume… um sussurro… um aviso
Ao ouvido baixinho
Com amor… com carinho.

Entreguem Portugal aos portugueses!

Antes que este sussurro…este aviso
Tome proporções diferentes
Que a vossa ignorância não deixa ver
Assim como os pecados capitais… que estão a cometer.

E se transforme no ribombar do trovão
Sobre vós…incautos…
Destruidores do país…
Da nação.

As nuvens estão acumular energias…
O choque é iminente
Se não acordarem suavemente
Podem ter um acordar violento… completamente diferente.

Podem ser indiciados
Julgados
Pelos crimes que cometeram
Contra um povo inocente.

Que saiu de uma ditadura
E vós…
Com a vossa ganancia e ansia do poder
Logo…
Construíram outra ligeiramente diferente.

Com o sofisma de uma liberdade aparente.

Políticos…
Acordai enquanto é tempo
Devolvam Portugal e a dignidade aos portugueses
Não os ponham a pagar os vossos erros.

Os ventos da mudança
Para que se readquira a luz da esperança
Podem ser violentos demais
E como sempre… sofram e morram… inocentes mortais.
O voto deixa de ser consciente
Quando esta dividido em ismos
Sejam de que tipo for.

E só é consciente
Quando é direcionado ao rigor governativo
Dignidade de um povo
Em harmonia… paz e amor.

Deixemos as guerras medievais
Os guetos políticos
Com seus pecados mortais.

Não façamos da política
O extravasar dos nossos recalcamentos
Com guerrilhas soezes
Deixemos isso para o futebol.

Que tem todos os condimentos
Sem ir ao bolso dos portugueses.

Só um humanismo fraterno e justo
Pode elevar mentalidades
E guindar Portugal a senda do amor e verdade
Sem falsos políticos… arautos do mal.

Refunde-se Portugal
Anulem-se as forças negativas… perversas.
Do mal.



30/08/13

Falar com os mortos, dos dois planos, físicos e espirituais:

Avô D” África






Falar com os mortos, dos dois planos, físicos e espirituais:

Este título, irá fazer rir muito boa gente! E se acrescentarmos que temos sido governados por mortos, a nível politico e religioso, maior será o espanto.

Quem introduziu o termo; “falar com os mortos” , foi Sto. Agostinho, de forma pejorativa, para recusar evangelhos, que faziam referencia as comunicações mediúnicas, em contactos normais, entre os planos físicos e espirituais.

Termo usado, para viabilizar os quatro evangelhos canónicos, que serviam o poder dominante, e mesmo esses, milhares de vezes alterados, até que foi inventada a imprensa.

Essa afirmação, como muitas outras, fez parte do tampão feroz, a conhecimentos que nos antecediam.

 Estas comunicações, que sempre existiram, são usuais, normais nos tempos atuais. E mesmo os que as repudiaram, negaram e esconderam, fizeram-no, deixando-as com o rabo de fora, uma vez que sempre estiveram presentes, nos seus inegáveis exorcismos, forma de comunicar com os ditos mortos.  

Razão que nos leva a defender a tese, que a seguir iremos ver, de que temos sido governados a nível político e religioso, pelos mortos, cegos para a luz e ciência,  quer nos planos ou astrais.

Há dois tipos de comunicação, com entidades espirituais!

1 – Com espíritos superiores, de luz, que tem por missão, trazer conhecimentos, através de contatos mediúnicos, que quando vistos pelos videntes, passam a imagem de seres de extraordinária luz e beleza.
Estes seres espirituais, de planos vibratórios superiores, não dispõe de alma, parte do sistema nervoso e perispírito, daí a sua beleza e limpidez áurica.

1 – 1 Estes espíritos, quando em missão, encarnados em corpos físicos, são dotados de uma herança atávica, proveniente da sua grande elevação espiritual, conjugada, com a da génese humana, facilmente notados, pelas marcas que deixam, traduzidas em conhecimentos, serenidade e paz. Formam os grandes grupos de almas, que no seu conjunto dão origem ao plano positivo desta humanidade. Mas também eles quando desencarnam, e sobem a planos superiores, deixam as partes mais materiais, que lhe serviram para se comunicarem nos planos físicos. Sistema nervoso, alma e perispírito.

2 – Os espíritos de baixos astrais, oriundos de planos de erraticidade, não atingem a leveza, que advém da pureza, e dos conhecimentos necessários, para se elevarem a planos vibratórios superiores.
Continuam dotados com parte do sistema nervoso, alma e perispírito, este ultimo á imagem do corpo que teve na última vida na terra, portanto a imagem do morto.

Estes seres quando se comunicam, geralmente perdidos e em fazes de sofrimento, quando doutrinados, encaminhados, identificam-se, com a ultima identidade que tiveram no corpo físico.

2 – 1 Quando encarnados em copos materiais, nos planos físicos, são os adoradores dos bens materiais, os diabos das escrituras, invocando as escrituras, os causadores das grandes assimetrias, fome e miséria, nocivos ao bem comum.
São túmulos caiados de branco por fora e negro por dentro, animados por espíritos maus, sentados em seus peitos.
Formam o polo negativo, desta humanidade, que nos domínios políticos e religiosos, nos conduziram ao caos.

2 – 2 Estes seres estão em letargia, mortos para o deslumbramento filosófico e conhecimento, desconhecem as leis do amor e verdade, assim como as energias, qua as movimentam. Só conhecem o seu deus material, poder e dinheiro.  


E como a história nos diz, que temos sido governados pelo polo negativo desta civilização. Estes espíritos, negativos, em trânsito, quer no plano físico, ou espiritual.

São realmente os mortos de St. Agostinho.  

Seguindo o raciocínio que o levou a fazer tal afirmação, concluímos que falamos com mortos vivos no plano físico e espiritual.  

Independentemente do plano em que nos encontrarmos, o termo “morte”, não existe, uma vez que é a passagem, para um plano diferente.

O nosso espirito é o nosso verdadeiro ser. E os seus bens, não são os materiais, como os mortos vivos, do plano físico nos querem fazer crer.

Façamos morrer realmente estes miasmas, que distorceram os verdadeiros caminhos do homem integral, quando encarnado nos planos físicos.

A morte não existe, é uma porta, uma viragem, para a outra margem, nos longos caminhos cósmicos.

30/08/13

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Avô D’ África: O homem/mulher, foi despersonalizado, desmembrado da sua essência, seu verdadeiro ser, o espirito.

Avô D’ África


O homem/mulher, foi despersonalizado, desmembrado da sua essência, seu verdadeiro ser, o espirito, para lhe incutirem uma visão do lado físico, errada, e dessa forma o escravizarem. Quartaram-nos o deslumbramento filosófico, a capacidade de pensar, investigar era penalizada com a pena de morte, esta civilização, caiu no pior dos obscurantismos, religioso e politico.

O homem/mulher, foram embrulhados em histórias e atos do lobo mau, que pela via da força o desligou de conhecimentos ancestrais, que cruzados com estudos atuais, nos revelam a grandeza do quanto fomos enganados.

Conhecimentos ancestrais, cruzados com estudos atuais, garantem-nos a existência do espirito como nosso verdadeiro ser. Os seus caminhos, a sua forma evolutiva, explicam-nos as assimetrias existentes a superfície do planeta, e projetam-nos nos caminhos do cosmos. Logo a visão generalizada e imposta, por religiosos e políticos, no mundo ocidental, de que o corpo físico é o ser onde devemos concentrar todas as nossas atenções, assim como os bens materiais, caem redondamente pela base.

Cuidar do corpo físico é uma obrigação, para que possa servir neste plano o espirito, mas elevar o corpo a qualidade de ser primeiro uma aberração.

E maior aberração é apresentarem-nos um Deus, que segundo eles tudo pode, e tudo faz a troco de moeda sonante, que cria seres a quem só da uma oportunidade evolutiva, nas maiores e mais aberrantes assimetrias, uns em berços de ouro, outros na mais extrema miséria.

Viver com conforto e dignidade, é uma coisa, viver açambarcando desenfreadamente, causando a desigualdade, privando seres nossos iguais, de bens essenciais para viver. Outra completamente diferente, com agravante dos açambarcamentos, virem embrulhados em prepotências e arrogâncias.

Só um néscio não percebe, que temos sido governados por credos religiosos de mãos dadas com  poderes políticos errados, que no conjunto dos desviaram do conhecimento de nós mesmos, assim como dos mundos em que vivemos.

Não somos contentores físicos, nem a morte física representa o nada. A difusão generalizada, fruto de estudos atuais, cruzada com conhecimentos ancestrais, vai repor a curto prazo, a verdade sobre o homem/mulher, nesta passagem na terra.

Hoje em tempo útil, a informação chega aos quatro cantos da terra, desmascarando os autores de tanto obscurantismo.  

Será um bom fim, do obscurantismo em que nos mergulharam. Assim como dos seus sustentáculos, seitas, religiões e sofistas políticos, que nos conduziram ao caos.

A evolução espiritual do homem, é feita de forma ordenada, científica, sem falsos deuses ou falsos profetas.


28/08/13

Avô D’ África:Seja qual for o desfecho, a saída, que Portugal venha a ter, nada poderá branquear, a forma nociva e injusta, com que se governou Portugal.

Avô D’ África:




Seja qual for o desfecho, a saída, que Portugal venha a ter, nada poderá branquear, a forma nociva e injusta, com que se governou durante cerca de quarenta anos, em nome de uma democracia para os que usaram e abusaram dos seus poderes, e de ditadura, para os que não faziam parte da clientela politica, que acabaram por pagar os erros, corrupções e esbanjamentos, de uma classe que não serviu os portugueses.

Tirar Portugal do fosse criado pelos políticos, a custa dos mais carenciados, não passa de uma aberração, que os portugueses não devem esquecer ou perdoar, sobe pena de no futuro, se voltar a repetir, de continuar, 

Á saída da ditadura, Portugal tinha condições, para se modernizar e elevar o nível de vida dos portugueses, aproximando-os dos nossos vizinhos europeus.

Não foi isso que se fez, esbanjaram-se dinheiros, que hoje fazem falta a Portugal e aos portugueses. E só uma renovação profunda, reajustada ao país que temos, pode trazer alguma esperança de vida, aos nossos filhos e netos.

E essa renovação ou reajustamento, no enquadramento da minha verdade, passa por mais democracia participativa, menos poder partidário, e menos despesismos públicos.
É necessário criar um sistema democrático, a partir das bases, onde o voto possa ser consciente, e se vote, se eleja o homem, o governante e não o partido. Criando ao mesmo tempo mecanismos, para destituir, aquele que por engano foi eleito, ao não corresponder as expectativas que a sua volta criou.
Os portugueses não podem ter a memória curta, e continuar a correr risco, urge fazer uma história real, verdadeira, para que se identifiquem os culpados, e se invertam os caminhos seguidos, desajustados das realidades de Portugal.

Votar neste sistema, é continuar alimentar uma ditadura, travestida de democracia.
Refunde-se Portugal, com rigor, em harmonia, amor e verdade.
Acabem-se com os imos, de direita e esquerda, que destruíram Portugal.
28/08/13

Avô D’ África:Se queres caminhar com segurança A luz do amor e verdade Tens de interiorizar tudo o que é belo Rejeitando a falsidade.

Avô D’ África:










Se queres caminhar com segurança
A luz do amor e verdade
Tens de interiorizar tudo o que é belo
Rejeitando a falsidade.

Se olhares os caminhos do cosmos
Tens as músicas das esferas e cores
Se olhares a natureza
Tens inolvidáveis idílios de amores.

Na sua imensa beleza.

Se o pensamento comanda a vida
Urge saber pensar
Plasmando no dia-a-dia … amor…. Alegria
Conjugando o verbo amar.

No cosmos e natureza
Tens os condimentos para ser feliz
Conhecendo-te a ti próprio
Conhecendo a tua raiz.

Basta que não te deixes enganar
Pelos que não querem a felicidade de ninguém
Vivem em mundos de trevas
E a prática do mal é o seu bem.

Não te deixes enganar
Pelos que te apresentam formas de orar
Na base da opressão e da dor
São seres com raízes nos submundos …

Que desconhecem o amor.

Ama com o coração e o olhar
A criança que brinca no regaço da mãe
Ama o passarinho e a flor
Estarás a orar… com ternura… fervor.

A lavar tua alma
Em paz… alegria… serenidade… calma.

Orar é banhares-te em energias límpidas
De pureza e amor
Onde não cabem energias impuras
Com base em mentiras… medos… sofrimentos… dores.

Orar é cultivar energias de amor
Que nos elevam a planos vibratórios superiores
Nos caminhos do cosmos
Ou se quiseres a grande verdade com epicentro no amor.

28/08/13





terça-feira, 27 de agosto de 2013

Avô D’ África: Não imponhas a tua verdade nem aceites a de ninguém

Avô D’ África: Não imponhas a tua verdade nem aceites a de ninguém












Não imponhas a tua verdade
Nem aceites a de ninguém
Utilize o polarizador mental
Aproveita só o que te convém.

Os que te querem impor a sua verdade
Fazem-no e só
Para o seu próprio bem. 

Não te recuses a pensar ou deixar
Que pensem por ti
Nossas verdades são diferentes
Enquanto um chora outro sorri.

Tens enormes exemplos a tua volta
E…
Porque não em Portugal
Onde os governos estão bem
E…
O povo esta mal.


28/08/13