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terça-feira, 18 de junho de 2013

O sistema politico português Disfarçado de democracia Lembras as guerras medievais Sem espada…




O sistema politico português
Disfarçado de democracia
Lembra as guerras medievais
Sem espada…nem pira.
Mas...
Dotada com uma língua afiada
De animismo e hipocrisia.

Nos parlamentos os gladiadores
Arvorados em lutadores
Usando a inócua e rasteira mentira
São o ópio de um povo que delira.

E, se esquece
Quem são guerras de seres imberbes
Crianças brincando com coisas serias
Enquanto o povo padece.

É tempo do povo pensar e acordar
Para uma realidade diferente
E pensar…

Que o teatral faz de conta
Leva alhear do bem governar
Pondo em perigo o pão de muita gente
Acorde-se enverede-se por caminhos diferentes.

Todos unidos somos poucos
Para raciocinar e em conjunto
Num todo
 Em harmonia e paz
Outros caminhos encontrar
Não sejamos crianças imberbes ou loucos.

As ideologias dividem
Apontam caminhos diferentes
A razão de ser de um país é o seu povo
Porque havemos de andar por atalhos
Divididos numa autêntica mante de retalhos?

Haja bom senso e dignidade
O objetivo de um governo só pode ser um
Humanismo…fraternidade e verdade
Mais nenhum.

Tudo o resto são demagogias
Baseadas em intrigas e mentiras
Para os povos explorar
E uns quantos a sua custa se governarem.

JPF
18/06/13

segunda-feira, 17 de junho de 2013

SPHP SISTEMA POLITICO HUMANISTA PORTUGUES

SPHP




SISTEMA POLITICO HUMANISTA PORTUGUES


Portugal esta a enfrentar uma das maiores crises políticas da sua história, é nas crises que se analisam os erros cometidos, e se alteram os sistemas.

O sistema político português, esta no centro da crise, é o seu principal responsável. Desde tempos anteriores a Cristo. Que os grandes homens da ciência, ainda hoje intemporais, o condenam, nunca lhe deram o seu aval.

As razoes são simples, e só não vê, quem as não quer ver.

Dividir um povo, em partidos políticos, com ideologias e cores diferentes, como de clubes de futebol se tratasse, é no mínimo ridículo.

O inequívoco direito ao voto, fica cerceado, limitado a fações que não servem os interesses de um povo, é histórico dentro e fora das nossas fronteiras.

Concentrar o poder em pequenos grupos, liderados por mecenas de pés de barro, ambiciosos e corruptos, que desconhecem que uma bandeira é o símbolo de um país, que representa um povo nos quatro cantos do mundo, e que os governos passam e o símbolo fica. É um indicador claro da índole da classe política que governou Portugal, foi uma loucura, os resultados estão a vista.

Os portugueses no geral estão de tanga, os mecenas, barões e tubarões, que geraram um polvo para sugar os portugueses, bem na vida.

Ultrajaram a pátria, a quem deviam servir e não serviram. A pátria amada, é todo um povo irmanado por uma história, que liga passado, presente e futuro, simbolizada por uma bandeira.


Este sistema não serve o povo português. É necessário derrubar o bunker legislativo, com que se protegeram.

É necessário criar um sistema, que retire o poder a pequenos grupos, para que se anulem os vícios de uma democracia mentirosa e corrupta. Um sistema que deixe de ter esquerdas e direitas, ideologias utópicas, que nunca serviram os povos onde estiveram implantadas.

O sistema governativo de um povo, só pode ter uma ideologia, alargada a todo o povo sem divisões partidárias. RIGOR GOVERNTIVO EM FRATERNIDADE E VERDADE. Visando um crescimento sustentado, reduzindo despesismos públicos, com deputados a mais, empresas fantasmas, fundações e corrupções.
Formando a pirâmide governativa de baixo, reajustando, aperfeiçoando o exemplo anexo.  So por esta via passa haver liberdade do voto, só por esta via se pode votar em consciência.

Nesta fase, é necessário apelar a abstenção, mas ao mesmo tempo dar forma a um sistema mais democrático e diferente, para que os portugueses em consciência e liberdade, façam a sua escolha.


Exemplo:
SPHP

SISTEMA POLITICO HUMANISTA PORTUGUES


1
Lugares
Criar assembleias de lugares, que tem por finalidade discutir os problemas, carências do lugar, informar os residentes dos lugares das políticas de desenvolvimento seguidas nível de lugar, freguesia, municipal, regional e nacional. E, Indigitar o mais capaz, a assembleia de freguesia.

2
Freguesias
Com os elementos indigitados de cada lugar, forma-se a assembleia de freguesia, que por sua vez elege entre os seus membros, um executivo. O executivo nomeado, trata, despacha assuntos correntes, no enquadramento das competências que lhe forem dadas, e elabora eventos, listas de obras necessárias nas freguesias, recolhidas e apresentadas pelo representante de cada lugar, leva-as a reunião da assembleia, para que esta as aprove e estabeleça um mapa estatístico, com uma ordem de prioridades, de acordo com as verbas previstas ou disponíveis. A junta de freguesia deixa de estar dividida, por cores políticas, e o seu executivo (hoje presidente), corresponde a um voto, nas ações deliberativas da assembleia.

3
Camaras
Cada freguesia, de entre os seus membros, elege o seu representante mais capaz, para formar a assembleia geral do Concelho, Assembleia Municipal. Que como acontece com as freguesias, elege um ou mais executivos. Este ou estes executivos, tem a função de despachar as matérias correntes, no enquadramento dos poderes que lhe foram consignados, superintender sobre chefes de serviços da autarquia, zelando pelo seu bom funcionamento em todas as áreas da autarquia, e serve de elo de ligação entre a estrutura profissionalizada da autarquia e o poder deliberativo, Assembleia Municipal, entidade máxima do Município e verdadeira gestora. Representa a autarquia, junto de outros órgãos de soberania, exteriores ao Município. Acompanha de acordo com as emanações da Assembleia, conjuntamente com os corpos técnicos da autarquia os projetos das obras das freguesias e de fundo, necessárias ao Concelho, nas várias áreas do desenvolvimento social e económico, apresenta-as a Assembleia Municipal, para serem analisadas e aprovadas.
3.1
Esta estrutura, evita a centralização do poder autárquico, num presidente e pequeno grupo de vereadores, o endeusamento de homens, que na maioria dos casos dominam a vereação, já por si dividida e fragilizada por cores partidários.

3.2
Estes procedimentos, sem cores políticas de permeio, permitem no meio de um todo, selecionar os melhores, mais aptos, evita confrontos partidários, onde geralmente são uns a construir e outros a destruir, e ainda, que pessoas da mesma família, do mesmo lugar, da mesma freguesia, do mesmo concelho, andem de costas voltadas, devido a clubites politicas. Evita, que dentro dos partidos e fora, que os portugueses, se degladiem em lutas pelos poder.

4
Círculos Distritais
Os círculos distritais, são formados por elementos selecionados pelas assembleias municipais, de cada concelho, de acordo com um critério de seleção, rigoroso, capacidade intelectual, de trabalho e ética. A assembleia distrital, tem a finalidade, de num todo, trocarem experiencias, uteis as autarquias e região. Elegendo entre si, um coordenador, e um ou mais representantes, destinados ao poder central, formando a Assembleia do País.

5
Assembleia do País.
A assembleia do País, é o órgão máximo, que elege entre si um presidente ou coordenador, com as mesmas atribuições que hoje tem, o Presidente da Assembleia da Republica. Por esta via, esta fórmula, sem cores politicas, com todos harmoniosamente a puxar para o mesmo lado, bem comum, representando os vários pontos do país, gasta menos tempo em discussões estéreis, acabando por ser mais produtiva. Cabendo-lhe nomear ou destituir elementos do governo, que não cumpram com as suas obrigações ou defesa dos ideais para que foram nomeados.

5 -1
Politica Internacional
A política internacional, de interesse nacional. Se os dossiês, forem transcendentes, mexendo de uma ou outra forma com o povo, devem haver referendos, com as matérias bem especificadas, bem esclarecidas, para que o povo as possa facilmente compreender e votar em consciência, a favor ou contra as propostas que lhe são feitas.  

6
Governos
Os governos têm por trás conselheiros e stafes técnicos. De quem o poder instalado é o patrão, neste caso a assembleia do país, com poder deliberativo, em todas as matérias de governação, sanciona competências, premeia, ou penalizar, os seus desempenhos.
Se houver o cuidado, de nomear bons governos e bons profissionais, com uma assembleia do país, governos e técnicos sem divisões politicas, focados num objetivo comum, RIGOR GOVERNATIVO, FRATERNIDADE E VERDADE. No meu entendimento o país, será largamente beneficiado, e teremos um governo do povo, com poderes restritos, e fiscalizados pela Assembleia. Governo que tem por funções, fiscalizar os quadros técnicos, para que os dossiês se resolvam nos timings corretos, servindo de elo de ligação a assembleia, prestando a esta, as informações necessários sobres seus andamentos. Os membros da assembleia, informam os círculos distritais a que pertencem, que por sua vez informa as camaras, freguesias e cheguem aos lugares. Por esta via temos a constituição do poder alargado a partir das bases, e um retorno, do desempenho dos vários órgãos de regresso as bases.    

6 – 1
Nomeações
As nomeações para cargos executivos, poderão ser duradoiras ou não, de acordo com o desempenho de cada um, como foram nomeados, também podem ser destituídos.


7
Constituição
Como na teoria é tudo muito bonito, e é na prática que surgem as imperfeições, a constituição, tem de ser muito cuidada, mantendo as regalias dos povos, como estão hoje, acentuando-as se possível, assim como as das várias regiões do país, prevendo e permitindo penalizar e neutralizar a partida, eventuais desvios que se possam vir a verificar, tais como jogos de influências, de polos mais populacionais etc. A constituição tem de ser clara, bem definida, distribuída e explicada a maioria da população portuguesa, para que todos conheçam os seus direitos e obrigações.  


8
Garante da constituição
O, ou os garantes da constituição! O, pode ser uma figura Real, a exemplo do que acontece em outros países, ou um núcleo de notáveis. Rei, ou notáveis devem ser reconhecidos pelo povo, através de referendos. 

Esta fórmula que naturalmente peca por defeito, é um simples esboço, é a meu ver, uma das que dá mais poderes ao povo a partir das bases. Une o povo em lugar de dividir, uma vez que só um néscio, ou uma pessoa mal formada, não luta pelo bem-estar social, em harmonia, paz e tranquilidade. O que infelizmente não acontece em Portugal, mesmo dentro dos próprios partidos.

Este sistema, ou outro similar, une, credibiliza perante o exterior, responsabiliza, evita alijamentos de responsabilidades governativas, falsas promessas para caçar os votos, permite que governem os melhores, e reduz astronomicamente gastos governativos.

É pena que a Casa Real portuguesa, se perca em reuniões de fachada, jantares, datas históricas, missas etc. e esteja a perder uma oportunidade única, em lugar de com coragem e determinação, elaborar um projeto de governação, simples, incisivo, do povo e para o povo, com um Rei a garantir a constituição.

Esta fórmula é mais abrangente, permite em qualquer altura, sanear os inaptos e corruptos, e é astronomicamente mais barata.


JPF
18/06/2013





A Democracia apesar de não ser um sistema politico perfeito Com alguns retoques virados para o humanismo Até podia fazer algum jeito.



A Democracia apesar de não ser um sistema politico perfeito
Com alguns retoques virados para o humanismo
Até podia fazer algum jeito.

Não fossem as aguias predadoras
Carregadas de ambição e vaidade
Que voaram de bem alto e a tomaram de assalto
E om a sua ligeireza e sem tibieza
A transformaram num antro sem qualquer pureza.

Dividiram para reinar
Em proveito próprio sem no povo pensar
Pesar-lhes-ia na consciência se a tivessem
Guerras fratricidas de nossos irmãos
Foram homicidas.  

Quando o sistema mudar
E a história se fizer com rigor e verdade
Terão de pagar perante os homens
Os abomináveis crimes que lhes pesariam na consciência
Não fosse a ligeireza com que encaram o seu dia-a-dia.

Mas o crime não compensa
Terão de pagar um dia.

Destruíram um povo
Não remendaram a democracia
Este sistema não serve
Mante-lo é perpetuar uma infame agonia.

JPF
17/06/13  

domingo, 16 de junho de 2013

Derrubam-se os mitos das cavernas Tenebrosas profundas Que se impuseram na terra Do obscurantismo oriundas.



Derrubam-se os mitos das cavernas
Tenebrosas profundas
Que se impuseram na terra
Do obscurantismo oriundas.

Passaram-se os tempos
Descobrem-se as verdades
Dos que infetaram o mundo
Com monstruosas falsidades.

Democracias…
Seitas e religiões
Semeadores da inverdade
Culturas de aberrações.

Destruíram o mundo com terríveis paixões
Pelo deus dinheiro
Adulterando a mentalidade do homem/mulher
Pelo mundo inteiro.


Tudo tem tempo
O seu está acabar
Com a nova ordem das coisas
Que se vislumbra… está a entrar.

Políticos…
Seitas e religiões
Fabricantes de hereges e ateus
E de tenebrosas paixões.

Mentirosos
Que desconhecem os caminhos do amor
Os caminhos de Deus.

Eles sim
São os verdadeiros ateus
Que desconhecem o amor
Nunca viveram nos caminho de Deus.  

Com as suas inverdades
Perverteram mentalidades
Seguiram os caminhos das prepotências e guerras
Semearam mortes… fomes… misérias.

Sobre povos e terras.

A verdade esta a vir ao decima
Os povos começam a pensar
Que estes mitos terráqueos
Tem de acabar.

Os caminhos do amor e de Deus
São outros
Límpidos e puros
Cientificamente apontados
Sem agentes obscuros.

A ciência tarda mas esta a entrar
Para estes mitos ocos vazios
Por terra lançar.


Sistemas políticos e religiosos
Engendrados por sofistas manhosos
Tem de acabar.


JPF
16/06/13

Portugal e os restantes países do mundo, estão atravessar uma das maiores crises de sempre.





Portugal e os restantes países do mundo, estão atravessar uma das maiores crises de sempre.


Económicos e sociais, os povos estão a deixar de ser submissos rebanhos, para se considerarem seres humanos, com os mesmos direitos e obrigações.


Pretensões, que ninguém em juízo perfeito pode negar ou refutar! Somos realmente iguais, apesar das enormes diferenças evolutivas de cada um. Que de modo algum justificam os desníveis sociais de uns com tudo, outros sem nada.


Uns a viver em palácios forrados a ouro, outros sem um teto, um abrigo, a morrer a míngua do essencial para comer.


Da para perceber que algo esta errado.


E quando algo esta errado e é necessário corrigir, retificar, para isso, temos de ir as raízes dos problemas, e neste caso, da vida dos povos, os problemas são históricos, e só não os vê, quem não lhe convier ou quiser ver.


Se formos a história, verificamos, que os massacres, pilhagens, roubos, eram branqueados com o nome de conquistas. Arranjando-se as justificações mais esfarrapadas de hereges, infiéis ou outra coisa qualquer. Distinguindo-se e condecorando-se com pompa e circunstancia,  os carrascos, na maioria dos casos cobardes, que se vangloriavam de exterminar povos desarmados e indefesos.

Por essa via deformamos a mente humana.

Infelizmente, carregamos esse estigma, essa mancha negra, na história desta civilização. E aqui importa saber, onde estão as raízes, de tao perversas aberrações, em que homens iguais, independente da sua raça ou cor, se sentiam no direito de escravizar, matar, exterminar homens e mulheres sem qualquer justificação plausível, racional.


Considerando outros inferiores, quando isso na realidade é uma grande falacia, seja qual for a raça ou cor, os espirito mais adiantados ou mais atrasados não tem cores diferentes, são iguais. As cores estão ligadas a génese humana, não a espiritual.


Não há rigorosamente nada que possa justificar tais crimes! Em que o homem tenha o direito de tirar a vida a outro homem.

Por certo o verdadeiro DEUS UNO E ÚNICO DOS UNIVERSOS. Não aprova tao grande irracionalidade.


Mas nestes casos históricos, mais ridículo, cruel e criminoso se torna, quando são  homens, em nome de Deus a tirar a vida a outros homens.


As mortes mais arrepiantes, na pira, e as guerras mais sangrentas, foram feitas em nome de Deus.


Foi-se ao ponto de se esfolar e queimar pessoas de bem, e canonizar inquisidores, horrendos carrascos.  


É este o ponto, é a partir destas raízes, que identificamos a construção de mentalidades inferiores, que pesam negativamente no psiquismo desta civilização. As mentalidades dos povos, em especial ocidentais, foram moldadas, com a prática dos crimes mais hediondos, pela classe dominante, neste caso, religiosa e politica. E ponho a religiosa em primeiro lugar, porque a política esteve subordinada a religiosa.


É esta deformação mental, que chega aos nossos dias.


Mas ainda podemos, ir a raiz, dos procedimentos dos credos religiosos, de forma sucinta, devido ao espaço.


Os religiosos para se imporem ao mundo através de um deus carrasco, estabeleceram um tampão, uma barreira, entre conhecimentos ancestrais e o homem. Atribuindo-lhe uma alma como ser primeiro, quando é o elo de ligação entre o sistema nervoso e o espirito, que também se extingue tal como o corpo físico. Uma vez que é constituída por uma força energética, anímica que lhe advém da génese humana e outra força atávica, evolutiva do espirito.


Que no conjunto formam um formam uma alma, que tem a força que lhe advém, das duas heranças espiritual e humana.


Alma finita, quando o espirito abandonar os mundos materiais em que vivemos, e deixar de necessitar dela.  


Ao imporem-nos uma Alma, esconderam-nos o espirito, para nos omitirem os seus caminhos, e nos situarem em planos meramente materialistas.


Desmembraram o homem integral do seu ser primeiro, o espirito, cujos caminhos e bens, nada tem a ver, com os materiais finitos.


Estes desvios, intencionais, as catedrais forradas a ouro, o país mais pequeno do mundo, transformado no mais rico do mundo, as multinacionais das seitas, raízes da velha arvore, a servirem de mau exemplo, tiraram ao homem e mulher, a possibilidade de se verem como seres do cosmos. Situaram-nos num mundo consumista e materialista, onde predominou a ganancia e arrogância, não se olhando a meios para se atingirem fins.
  

Os bens que existem sobre a terra, davam para todos viver com dignidade, se a terra não tivesse sido invadida, por espíritos maus, plantados em peitos de vivos, que assumiram o poder.  


Hoje dispomos de estudos sérios, que cruzados com conhecimentos ancestrais, nos apontam os caminhos do espirito que nos anima, nesta passagem na terra.


Só readquirindo o nosso estatuto de seres integrais, nos caminhos do cosmos, sem falsos profetas, dogmas e mistérios, conscientes de que o espirito é o nosso verdadeiro ser. E ainda que vivemos em mundos de energias, que nos atraem o bem ou o mal, de acordo com os nossos pensamentos e consequentes ações, elevamos as nossas mentalidades.  


Só esses conhecimentos generalizados, podem elevar mentalidades e derrubar a corrupção e mentira em que temos vivido e, dessa forma alterar o paradigma.


Sair do caos, a caminho da ordem.


Até lá, não se pode confiar em pequenos grupos, dando-lhes um poder, que eles na sabem honrar.


A vivência, a história das democracias, o ponto a que chegamos, são um indicador claro de que este sistema, está viciado, não serve, prolonga-lo é alimentar sofismos, que há muito deviam ter sido banidos.


JPF
16/06/13

sábado, 15 de junho de 2013

Democracia portuguesa; esta recheada de sofismo, ignorância e maldade, ultrapassou todos os limites do bom senso, entrou no foro criminal.





Democracia portuguesa; esta recheada de sofismo, ignorância e maldade, ultrapassou todos os limites do bom senso, entrou no foro criminal.


Desde eras anteriores a Cristo, nenhum grande pensador, ainda hoje intemporais, deu o aval a democracia.

Todos de forma geral a consideram um logro, sujeito a vários vícios.

É impensável que os académicos que passaram pelos governos, não conheçam a história desta civilização.

É condenável, criminoso, que em pleno seculo XXI, não se tenha estudado a democracia e tapado as brechas, os vícios que lhe são apontados, desde o início desta civilização.


Estes dados remetem-nos para um sofismo, desonesto, criminoso, puro, levando-nos a crer que foi um desconhecimento conveniente, pensamento, que mais se acentua, quando constatamos as leis que se fizeram para gerar a volta da classe política um El-Dourado, blindando-se os políticos, numa gaiola ornamentada a euros, para viverem acima e a custa do povo.  


Salvo raras exceções, de alguns mais moderados, mesmo assim não desculpáveis, uma vez que tiveram uma elevada dose de culpa ao não denunciarem os caminhos que estavam a ser seguidos, que davam para antever os fins a que chegamos.


Não é possível governar uma casa, uma empresa, um país, gastando-se mais que aquilo que se produz e se tem. E, no caso concreto de Portugal, os gastos excessivos, foram exatamente com os maus governos e a classe politica.



Os excessos de políticos, com vencimentos e mordomias equiparados a políticos de países mais ricos que Portugal, aliados as corrupções e compadrios, dariam para criar milhares de postos de trabalho, e ainda, elevar o nível de vida dos portugueses, que continuam a ser os mais mal pagos da europa.


E quando o país está hipotecado, pela classe que o depauperou, nas costas do povo. Não se para e pensa, como sair da crise, sem afetar o povo. Começando com cortes radicais, exatamente nos que provocaram a crise, assim como em todos aqueles, que a custa de uma classe politica, ignorante e corrupta, passaram de uma classe média a barões e tubarões, do ramo empresarial.

Vai-se tirar a quem não tem, ao povo! Não se acabam com fundações e outras aberrações, tira-se ao povo. Manda-se o povo para o desemprego, sem a preocupação de se fazerem reajustamentos, tirando os trabalhadores de um lado, colocando-os no outro, sem por em risco o seu pão.


O que se passa em Portugal ultrapassou todos os limites, é surrealista, impensável em pessoas com um mínimo de bom senso e humanidade.


Os grandes pensadores do passado e do presente, estão cobertos de razão, este sistema democrático, não serve os povos, serve uma classe política, sofista e corrupta, despida de um mínimo de inteligência ou cegos pela profissão fácil, aliada a ambição do poder e dinheiro.


Este sistema não serve, votar nele é preservar, manter indefinidamente agonia de um povo.


JPF
16/06/13

Falar dos políticos E da catástrofe que se abateu sobre Portugal Já parece chover no molhado De tanto que tem sido badalado.




Falar dos políticos
E da catástrofe que se abateu sobre Portugal
Já parece chover no molhado
De tanto que tem sido badalado.


Mas é necessário
Que se fale sempre e cada vez mais
Para que os quem tem a noção da catástrofe não a percam
E esta certeza
Se enraíze nos demais.


Temos sido governados por loucos
Sem noção da realidade
Que se arvoraram em donos do povo
Dentro e fora de ti o cidade.


É necessário continuar avivar a memória do povo
Mesmo que pareça chover no molhado
Para que os portugueses saibam e sintam
Que o terreno está escorregadio enlameado.


Votar neles será um absurdo
Só de quem quiser …
Continuar a ser cúmplice de loucos
Que fizeram tudo errado.

Governando-se a eles próprios
Deixando o povo de lado.

JPF
15/06/13