Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Em cada português há um guerreiro… Que é necessário armar…




Em cada português há um guerreiro…
Que é necessário armar…
Com conhecimentos e amor…
Para bravamente lutar.

Pelo que lhe tiraram…
Lhe devem…
Não lhe souberam dar.

Fomos governados por homens errados…
Arautos da desunião…
Em nome de utópicas liberdades…
Puseram em risco o nosso pão.

Dividiram para reinar…
Com siglas de múltiplas cores…
Destinos diferentes… convergentes...
Com os dos bolsos desses senhores.

Instalou-se a máfia…
Progrediu a podridão…
Instalaram-se no poder…
Os carrascos da nação.

Português é hora…
Já se ouve o cornetim…
À que unir fileiras…
Acabar com o festim.

Das sanguessugas de um povo…
Perversas ruins.

Desenhe-se o líder…
Apareça o timoneiro…
Com amor e verdade…
Arme-se este povo…
… Ordeiro.

Para jamais se deixar enganar…
Por homens das trevas…
Que invadiram este lugar…Paradisíaco…
Junto ao mar.

JPF
05/02/13

Portugueses e o mundo.



Portugueses e o mundo.

Quando era criança…
Comecei a gatinhar…
Tinha coisas na lembrança…
Que estou a relembrar.

A nação era o meu ídolo…
Os seus feitos o delírio…
De quem de novo a gatinhar…
De outros tempos se lembrava.

A criança foi crescendo…
Com uma nova vivência…
Bem no íntimo vincada…
A anterior experiencia.

Que esta a vir ao cimo…
Com esta turbulência.

Que se generalize a lembrança…
Em todo o povo português…
De seu passado e sua história…
Para de novo encontrar…
Os caminhos da glória.

Recorrendo ao passado…
A sua brilhante história.

Somos um projeto templário…
Onde imperava o conhecimento…
Que foi anulado pelas trevas…
Dos mundos de sofrimento.

Vençamos as densas nuvens…
Com que nos envolveram…
Demos novos mundos ao mundo…
Elevando a nossa voz…
Reeditemos a herança…
Dos nossos egrégios avós.

Destemidos… valentes…
Que lutaram pelo mundo…
Em múltiplas frentes.

Lutemos…
Com armas novas diferentes…
Sabedoria… amor…
Consciencializando as gentes…
Que o único elo que une…
É rigor governativo…
Verdade… Fraternidade… Amor.

Enterremos o obscurantismo…
Com todas as suas sementes…
Mostremos ao mundo…
Que somos capazes… diferentes.

JPF
05/02/13 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Deixei de ser ateu:




Deixei de ser ateu:

Há alguns anos atrás, recebi uma chamada telefónica de um amigo de origem Indiana, que estava a fazer o mestrado na América do norte, a dizer-me que queria falar urgentemente comigo. Estranhei o caracter de urgência, e disse-lhe para dizer o que se passava, respondeu que pelo telefone não dava para falar, só pessoalmente. Resolvemos jantar juntos no dia seguinte, no Restaurante o Professor, no Bairro da Coop, Cidade de Maputo.

Quando no dia seguinte chego ao restaurante, mais intrigado fiquei, ao ver sentado na mesa, um amigo comum, Professor de direito. Sentei-me, não retive a curiosidade e perguntei ao meu amigo professor o que se passava, respondeu-me que sabia tanto como eu. Logo o nosso amigo responde, estava a tua espera, para contar o que se passou comigo, aos dois.

E começa por nos dizer, que numa deslocação e aula em Caracas, no decorrer da aula, inesperadamente, se viu no ar, a levitar, num corpo igual ao físico, que estava entre os colegas de turma. Regressei ao corpo, surpreendido, e vocês são os primeiros a quem conto esta experiencia, e gostaria que no enquadramento dos vossos conhecimentos, e experiencia filosófica, me falassem sobre isto.

Explicamos-lhe que foi uma experiencia normal, conhecida dos nossos ancestrais, praticada por Yoguis, Budistas e iniciados, que pode acontecer naturalmente, seu caso, ou através de muita preparação. É denominada de E F C, Espirito Fora do Corpo. E ainda, similar a uma outra situação denominada de E Q M, Estado Quase Morte.

Num pós-operatório ou acidente grave, num espaço clinico de cerca de 20m, entre a morte clinica (paragem cardíaca), e morte cerebral (paragem definitiva do cérebro). Em que o espirito sai do corpo, regressa, e reanima novamente o corpo. Estes estudos foram iniciados na década de 70, por Elisabeth Kubler-Ross e Raymond Moody.

Nos milhares de casos estudados, os relatos destas pessoas são coincidentes, abandonam as religiões convencionais, dedicam-se a profissões calmas, e ao estudo dos mundos espirituais.

Há uns meses atrás, encontrei casualmente o meu amigo, e perguntei-lhe, como iam as suas investigações?
Resposta; são mundos fabulosos, deixei de ser ateu.

JPF
04/02/13      

As duas revoluções necessárias para que Portugal e o mundo mudem.

E desde o berco, que constroi um novo homem.



As duas revoluções necessárias para que Portugal e o mundo mudem.

Para se fazer uma revolução, é necessário preparar um povo, e ter um projeto, para substituir o que se pretende derrubar. As que se fizeram ao longo de seculos, foram sangrentas, e os projetos apresentados não serviram os povos.

Nas duas revoluções que preconizamos, os povos estão preparados, com as desilusões sofridas! E os projetos existem, e sempre existiram nesta civilização! Desses projetos fomos simplesmente desviados, basta recuarmos no tempo, reconhecermos os desvios, recuperar conhecimentos e valores perdidos, reajusta-los aos conhecimentos atuais, generaliza-los entre os povos, para que se efetive a mudança.
   
 Descemos da era do ouro, a da prata, bronze e caliuga, caos. Mais baixo não podemos descer, é necessário inverter o paradigma, e iniciarmos a ascensão em sentido inverso. É necessário reparar, o que os sistemas religiosos e políticos estragaram.


Sabemos que existiram civilizações, tecnologicamente mais evoluídas que a nossa, pelos monumentos que nos deixaram.

Sabemos que desde seculos anteriores, e depois de Cristo, houveram grandes pensadores, que se tornaram intemporais, pelos grandes conhecimentos que detinham. Que continuam a dar o seu contributo na ciência atual.

Sabemos quem obstruiu, cortou a ponte a esses conhecimentos, para que se generalizassem, entre os povos.

É necessário de forma ordeira, pacifica, humana e civilizada, restabelecer a ponte, fazer fluir conhecimentos e valores de que intensionalmente nos desviaram.

É urgente que Portugal readquira os valores perdidos, sabendo quando e como, se desviou desses valores, para os poder readquirir e inverter o paradigma seguido, desde D. Afonso VI.


A história de Portugal, até ao reinado de D. Afonso VI, foi impar no mundo ocidental! Bem presente nos descobrimentos, e forma como os portugueses se relacionaram com os povos colonizados.

Importa ir as raízes, para saber o porque? 

A história atual, convencional, foi escrita de acordo com a classe dominante, por sua vez dominada pela classe religiosa. Pese o facto de alguns historiadores, terem aflorado timidamente, uma história, mais rica, mais humana, diferente.  

Rainer Dachnhardt, historiador português de origem austríaca, delicia-nos com a história misteriosa, secreta de Portugal. História que incomodava os dois poderes, religioso e politico, razão porque não podia ser contada, e levou a perseguições execráveis.
Reis, fidalgos e um grande leque de portugueses detinham conhecimentos, que deviam ser generalizados, a todo um povo, e não omitidos como aconteceu.

No mundo ocidental, havia que reduzir o homem a um contentor físico, despido dos conhecimentos, que lhe dariam uma visão do mundo e de si mesmo, completamente diferente, foi feita uma caça cruel, sangrenta a grandes pensadores, Portugal não fugiu a regra. O Padre António Vieira, a exemplo do que aconteceu com Galileu, foi obrigado a negar a sua condição de Cristão Ariano, Camões a esconder o seu lado místico, só há poucos anos descoberto. Damião de Góis, A exemplo do que aconteceu com Giordano Bruno (queimado numa praça de flores em Roma), apareceu morto numa prisão em lisboa, todos os que pensavam eram marginalizados e perseguidos, considerados hereges e ateus, como aconteceu com Einstein, Voltaire, Kepler, e muitos outros, o role é grande.  

Portugal até D. Afonso VI, não deixou entrar a inquisição, prestava vassalagem a Roma, ao Cristianismo Bizantino por obrigação, ao Prestes João das Índias por devoção. Prestes João das Índias, Rei da Abissínia, bastião do Cristianismo Ariano, do verdadeiro Jesus O Cristo.  

O Cristianismo Ariano, presente no Concilio de Niceia, era ensinado na escola neoplatónica, onde Hipátia, morta pelos lacaios de S Cirilo ensinava. Deu origem a vertente; Platónica Cristica Mística, derrotada no Concilio, a favor da Aristotélica Clerical.

O Cristianismo Ariano é ciência, provinha de escolas de conhecimentos, onde eram ensinados os caminhos ao homem no plano físico e espiritual, de acordo com a Boa Nova de Cristo, subvertida por Saulo de Tarso (Paulo). Contemplava ensinamentos em astrologia, astronomia, mundos de energias, ciências sociais etc. Ensinava a usar a mente, a pensar, debaixo de um rigoroso código ético, de honra.

Estes conhecimentos não convinham ao obscuro poder religioso, uma vez que não lhes permitia endeusarem-se, nem matar indiscriminadamente como fizeram, em nome do seu Deus Judaico, de quem Cristo em vida se havia distanciado.

Com a subordinação do poder politico a Roma, a partir do reinado de Afonso VI, subverteu-se o ensino, manipulou-se a capacidade de pensar, castraram-se os portugueses do que lhe é mais precioso, liberdade do pensamento, inverteram-se valores, baixaram-se mentalidades.   

Portugal, que até Afono VI, vinha seguindo uma ordem evolutiva ascendente, passou a uma ordem descendente.

A crise, o caos, em Portugal e no mundo, tem por base uma carência de valores perdidos, que é necessário recuperar.

O homem tem de perceber que a verdadeira felicidade, traduzida em equilíbrio emocional, paz e tranquilidade, não reside em valores materiais, e que o seu açambarcamento, tornando-os inativos, gera desequilíbrios.

Ser rico não é sinonimo de felicidade.

O homem tem de saber, que o seu espirito é o SER primeiro, composto de seis componentes, para se mover nos caminhos do cosmos, e plano físico, sendo o corpo físico o mais grosseiro. E que só a harmonia dessas componentes, lhe dão a estabilidade psíquica necessária, e a consequente felicidade neste plano.

A inversão de valores e destruição de mentalidades, esteve na origem do caos em que nos encontramos, originando assimetrias que é necessário nivelar.

Os portugueses têm de desenterrar a sua verdadeira história, no plano material com os seus feitos, e no plano espiritual com os seus conhecimentos. Só o reeditar desses conhecimentos, nos permite remodelar integralmente o ensino, e dar inicio a construção de um homem novo, com uma nova mentalidade.

O menino homem, futuro chefe de família e governante, cedo tem de reconhecer o seu espirito como ser primeiro e verdadeiro, os mecanismos da mente, pensamentos e seu efeito, o perispírito e a alma, para se situar na sua real grandeza, de ser integral nos caminhos do cosmos, e não na de um temporal homem terráqueo, com um obscuro e indeterminado, caminho do espirito.

O menino homem, cedo tem de perceber, que os bens materiais, de nada lhe servem na sua condição de homem integral nos caminhos do cosmos, e que do bom uso, do que temporariamente lhe foi dado administrar, dependem os seus caminhos futuros noutros planos.

O menino homem, cedo tem de saber, que vivemos em mundos de energias, positivas e negativas, que geram dois polos distintos, que não se misturam, e que essas energias, dependem da nossa capacidade racional de pensar, dos pensamentos que produzimos, nos domínios do bem ou do mal. E ainda, que essas energias, atraem ou repelem, entidades espirituais, positivas ou negativas dos planos astrais.

Estes conhecimentos estão implícitos nas religiões orientais, fazem parte do verdadeiro Cristianismo Ariano, que era ministrado sem fés cegas, dogmas ou mistérios, e estiveram presentes em Portugal, até ao reinado de Afonso VI, altura em que entrou a inquisição.  

A verdadeira revolução portuguesa passa por um retorno as origens, ao Cristianismo Ariano, ao recuperar destes ensinamentos, e ministra-los nas escolas desde tenra idade.

A nível ocidental, passa pelo reconhecimento, dos errados caminhos seguidos pela igreja católica, que o Arcebispo Carlo Martini disse que estava 200 anos atrasada, mas não é verdade, a igreja católica, nunca esteve alinhada, nunca encontrou o verdadeiro sentido do Deus Universal Uno e Único e do verdadeiro Jesus O Cristo. Amenizou as duras linhas seguidas através da Nova Aliança, em nome do inventado por Saulo de Tarso (Paulo), Cristo Davídico, mas fez abortar o Vaticano II, que previa a mudança.

A Igreja católica pode, e a meu ver, deve redimir-se dos seus enormes pecados, adotando o Cristianismo original, Ariano, ensinando-o de forma pedagógica, sem endeusamentos, dogmas ou mistérios. Se o fizer o mundo ocidental só ficara a ganhar com a sua implantação, e enormes infra-estruturas. Será uma bem-vinda revolução, e evitará o seu fim a médio prazo.

Dignifiquemos o homem no seu todo, na sua real grandeza, como um ser integral, nos caminhos do cosmos, sem distinções de raças, origens ou cores.

Percebamos de uma vez por todas, que há um Ser de incomensurável sabedoria, que nos rege, governa, através de leis imutáveis, onde só cabe amor compreensão e sabedoria. E que é intuindo, percebendo essa sabedoria, que nos encontramos a nós mesmo, assim como os seus caminhos e suas leis.

Percebamos ainda, que o deus das guerras, foi inventado pelo homem, manipulado por espíritos do mal. Portanto um deus distinto, e oposto, ao verdadeiro Deus Uno e Único dos Universos.

Só revitalizando as leis do amor, através do conhecimento, podemos elevar mentalidades, e construir um mundo mais harmonioso e justo.   

JPF
04/02/2013       

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Seitas...Mantas de retalhos, do obscurantismo.

Seitas… Mantas de retalhos, do obscurantismo. 

Para ilustrar este texto, este título, vou anexar dois comentários, de um grande role, postados por uma senhora, de uma seita (infelizmente para os portugueses que neles acreditam), nascida e sediada em Portugal.

Esta senhora, que usa dois nomes, Riana Jessé Trigo, e Mariana Trigo, percorre as páginas da net, exercendo o papel de inquisidora. É extremamente limitada, incapaz de impor a sua verdade (mesmo que a tivesse), pela via de um diálogo normal. Responde com versículos, faz imposições, com ameaças e difamações, usando uma bíblia por eles amoldada, que a Bíblia original, no seu todo desmonta, através da Nova Aliança, relegando para planos secundários, o deus judaico, e a lei de Moisés.
E condena quem vive a custa do dízimo.
Dizem que a Bíblia é a palavra de Deus, mas só para o que lhes interessa.
Para segundo eles, aplacar a ira do seu deus, tem de ser através de Cristo via suas igrejas. Pode ser um bom filho, bom pai, bom marido, se não tiver Cristo no coração, não adianta nada, esta sujeito a segunda morte, neste caso do espirito, através do enxofre.

Enchem a boca em Cristo, mas renegam Cristo ao fazerem letra morta da Nova Aliança, ao viverem como nababos, viajarem pelo mundo a custa de inocentes, ao odiarem do fundo do seu intimo quem deus odeia, ao desejarem as mortes dos espíritos, dos que não alinham nas suas lenga-lengas através dos enxofres, ao construírem autenticas multinacionais, esbanjando dinheiro que daria para mitigar a fome a muita gente.

São seitas, insidiosas, maldosas e perversas, com uma ganancia sem limites, limitados horizontes, cegos pelo dinheiro e poder, procuram anular a concorrência, outras seitas, que como eles não fazem sentido. Como se pode ver no primeiro comentário.

Vivo a cerca de 20.000 km de Portugal, mas, como se pode ver no segundo comentário, segundo ela, fui visto e fotografado na praia de Carcavelos, a fazer bruxaria. Porque combato o obscurantismo, na página da Cidadania, com o nome de Riana Jessé Trigo, veio autoritariamente a proibir-me de falar no seu deus judaico. Foi as minhas fotos, sacou imagens de duas árvores, uma com um aparente pénis grande, outra numa posição aparentemente sexual, para me chamar pedófilo e gay, pensando que me calava ou intimidava. Não satisfeita mandou-me dois posts para o spam, e teve o arrojo de dizer, que me expulsaram duas vezes, como se pode ler no comentário.  

Há uns dias atrás, interfere com um post, de uma senhora de Vila Real, que é espirita, embirrou com o post, e como não tinha argumentos credíveis para a combater, maltratou-a e ameaçou-a com prisão.

Quem ler este post, poderá naturalmente pensar, que é um caso isolado, mas não é, tive o cuidado de estudar com alguma profundidade esta seita, através dos seus canais de televisão, a atitude prepotente e incorreta desta senhora, corresponde aos padrões da seita.

Fazem propaganda através de exorcismos, desumanamente, que já salientei em outros posts, e agem através da opressão e medo que impõem aos seus crentes. Não há um pingo de amor e verdade nas suas preleções.

Sem estas seitas, o mundo ficava mais limpo, humano e justo.

Comentários:   


Porque Jesus advertiu-nos dizendo: Defende-te das seitas.


"Guardai-vos dos [falsos profetas], que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores." Mateus 7:15 • Porque os apóstolos alertaram dizendo:


"Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demónios." I Timóteo 4:1 


"Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos, repentina destruição." II Pedro 2:1. 


"Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo." I João 4:1.

 
"Amados, enquanto eu empregava toda a diligência para escrever-vos acerca da salvação que nos é comum, senti a necessidade de vos escrever, exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos. Porque se introduziram furtivamente certos homens, que já desde há muito estavam destinados para este juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo." Judas 3,4. 


2. Qual a Importância de se Estudar sobre as Seitas?


a) Nos capacita a combatê-las.*

Senhor Joaquim Freixo! Que não condena? Que se encontra em terrivel amargura por causa da suposta riqueza de outros...Enfim! Disseram-me no grupo do facebook de onde o senhor foi excluido duas vezes isto: (que você foi visto e fotografado, na praia de Carcavelos, a fazer um ritual de bruxaria. É verdade?*

Estes dois comentários, estão tal como foram postados, em dois posts, do meu blogue, o seu todo, da para tirar ilações interessantes, e irão fazer parte de um livro que estou a preparar.  

Estas seitas, são manchas negras, sanguessugas dos povos, nas sociedades em que estão inseridas, denuncia-las, é contribuir para o bem comum.

JPF
03/02/13

Governo de Angola e as Seitas.





Parabéns ao governo de Angola:

Estas seitas são nocivas aos povos onde estão inseridas! Enquanto a maioria esmagadora da humanidade, acredita, crê, que a evolução espiritual do homem, é feita de forma ordenada, próxima do científico, estas seitas, estão carregadas de inverdades, justificadas com absurdas demagogias.

Apresentam a bíblia como se fosse escrita por Deus, mas, e só, nos pontos que lhes interessam. A Nova Aliança, como a seguir se pode ver, retrata-as com clareza, classificando-as, como realmente são, organizações nocivas a humanidade, cancros, chagas vivas, que corrói, corrompe a mentalidade de quem neles acredita.

As suas ditas evangelizações, deviam ser minuciosamente estudadas, analisadas, cruzadas com conhecimentos atuais e dos nossos ancestrais. Se os governos querem realmente zelar pela saúde física e espiritual dos seus povos, devem fazer esses estudos. Se o fizerem, não os suspende por 60 dias, irradia-os de forma definitiva dos seus países.

A seguir a noticia do governo de Angola, anexo a Nova Aliança, que os define com rigor.  

*As autoridades angolanas suspenderam as atividades da Igreja Universal do Reino de Deus e interditaram os cultos e demais atividades de outras seis igrejas evangélicas, não legalizadas.

De acordo com um comunicado citado pela agência Lusa, a suspensão das atividades da IURD é uma das conclusões da Comissão de Inquérito nomeada pelo presidente José Eduardo dos Santos, na sequência da morte de 16 pessoas, por asfixia e esmagamento, no passado dia 31 de dezembro, na capital angolana.

O culto, denominado "Vigília do Dia do Fim", concentrou dezenas de milhares de pessoas que ultrapassaram, em muito, a lotação autorizada do Estádio da Cidadela.
No comunicado, anuncia-se ainda que a Procuradoria-Geral da República vai "aprofundar as investigações e a consequente responsabilização civil e criminal".*


A Bíblia Diz:
Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14-15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4-7). A lei gravada nas pedras, no Monte Sinai, extinguiu-se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6-11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22-25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21-31). As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1-6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem o sábado, a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés.


Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48-50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer a tudo o que ele ordena (Mateus 28:18-20).


Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão destorcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas ao desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: "Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo, não tarda, e a sua destruição não dorme" (2 Pedro 2:3).

Nota: nem na lei de Moisés, há o dízimo estabelecido, há dois casos ocasionais, movidos pelas circunstâncias. E as dadivas citadas por Saulo de Tarso, posteriormente S. Paulo, que não foi apóstolo de Cristo, mas também ele não cita valores fixos.
Ao renegarem estes versículos, estão a renegar a Nova Aliança, ao renegarem a Nova Aliança, estão a renegar Cristo.
JPF
03/02/13




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

GOVERNO DO POVO: com alguns aditamentos.






Governo do Povo: com alguns aditamentos.

A democracia faliu, nada que Platão não tivesse previsto, ao considera-la um sistema falível, e o mais oneroso  de todos os sistemas políticos, que estiveram em rotação. A ilusão de que o povo é quem mais ordena, não passou de um sonho, que se transformou em pesadelo, uma grande falacia, serviu para criar uma camada de novos-ricos a custa do povo.
Tomar decisões importantes sem ouvir o povo, dividir fora e dentro dos partidos, em lutas intestinas pelo poder.
As verbas gastas em eleições, exagerados e inaptos parlamentares, chorudos vencimentos, reformas, viagens pelo mundo com grandes stafes, açambarcamentos, corrupções, más gestões das verbas vindas da comunidade europeia, para projetos sem utilidade ou sentido. Todos estes desperdícios, davam para desenvolver Portugal, equiparar o nível de vida do povo português ao europeu, e evitar a crise em que Portugal se encontra.

Desde a implantação da Republica, até aos nossos dias, temos sido governados por loucos visionários, sofistas, com ambições pessoais sem limites. Nas ambições pessoais, excluo o Dr. António de Oliveira Salazar, que a meu ver, parou no tempo, e pecou por estar vinte anos a mais no poder, era pobre, filho de um caseiro dos Perestrelos e morreu pobre.

O regicídio, deu lugar ao aberrante obscurantismo em que Portugal mergulhou, é necessário inverter o paradigma.   

Para que o povo realmente ordene, zelando pelos seus interesses de forma ordeira, pacífica e equitativa, na busca de um ideal comum, RIGOR GOVERNATIVO, FRATERNIDADE E VERDADE, muita coisa tem de ser alterada, para que o povo realmente ordene, e a sua consciencialização e intervenção, venha de baixo para cima, a partir das bases.  

Breve exemplo:

GOVERNO DO POVO

1
Lugares
Criar assembleias de lugares, que tem por finalidade discutir os problemas, carências do lugar, informar os residentes dos lugares das políticas de desenvolvimento seguidas nível de lugar, freguesia, municipal, regional e nacional. E, Indigitar o mais capaz, a assembleia de freguesia.

2
Freguesias
Com os elementos indigitados de cada lugar, forma-se a assembleia de freguesia, que por sua vez elege entre os seus membros, um executivo. O executivo nomeado, trata, despacha assuntos correntes, no enquadramento das competências que lhe forem dadas, e elabora eventos, listas de obras necessárias nas freguesias, recolhidas e apresentadas pelo representante de cada lugar, leva-as a reunião da assembleia, para que esta as aprove e estabeleça um mapa estatístico, com uma ordem de prioridades, de acordo com as verbas previstas ou disponíveis. A junta de freguesia deixa de estar dividida, por cores políticas, e o seu executivo (hoje presidente), corresponde a um voto, nas ações deliberativas da assembleia.

3
Camaras
Cada freguesia, de entre os seus membros, elege o seu representante mais capaz, para formar a assembleia geral do Concelho, Assembleia Municipal. Que como acontece com as freguesias, elege um ou mais executivos. Este ou estes executivos, tem a função de despachar as matérias correntes, no enquadramento dos poderes que lhe foram consignados, superintender sobre chefes de serviços da autarquia, zelando pelo seu bom funcionamento em todas as áreas da autarquia, e serve de elo de ligação entre a estrutura profissionalizada da autarquia e o poder deliberativo, Assembleia Municipal, entidade máxima do Município e verdadeira gestora. Representa a autarquia, junto de outros órgãos de soberania, exteriores ao Município. Acompanha de acordo com as emanações da Assembleia, conjuntamente com os corpos técnicos da autarquia os projetos das obras das freguesias e de fundo, necessárias ao Concelho, nas várias áreas do desenvolvimento social e económico, apresenta-as a Assembleia Municipal, para serem analisadas e aprovadas.
3.1
Esta estrutura, evita a centralização do poder autárquico, num presidente e pequeno grupo de vereadores, o endeusamento de homens, que na maioria dos casos dominam a vereação, já por si dividida e fragilizada por cores partidários.

3.2
Estes procedimentos, sem cores políticas de permeio, permitem no meio de um todo, selecionar os melhores, mais aptos, evita confrontos partidários, onde geralmente são uns a construir e outros a destruir, e ainda, que pessoas da mesma família, do mesmo lugar, da mesma freguesia, do mesmo concelho, andem de costas voltadas, devido a clubites politicas. Evita, que dentro dos partidos e fora, que os portugueses, se degladiem em lutas pelos poder.

4
Círculos Distritais
Os círculos distritais, são formados por elementos selecionados pelas assembleias municipais, de cada concelho, de acordo com um critério de seleção, rigoroso, capacidade intelectual, de trabalho e ética. A assembleia distrital, tem a finalidade, de num todo, trocarem experiencias, uteis as autarquias e região. Elegendo entre si, um coordenador, e um ou mais representantes, destinados ao poder central, formando a Assembleia do País.

5
Assembleia do País.
A assembleia do País, é o órgão máximo, que elege entre si um presidente ou coordenador, com as mesmas atribuições que hoje tem, o Presidente da Assembleia da Republica. Por esta via, esta fórmula, sem cores politicas, com todos harmoniosamente a puxar para o mesmo lado, bem comum, representando os vários pontos do país, gasta menos tempo em discussões estéreis, acabando por ser mais produtiva. Cabendo-lhe nomear ou destituir elementos do governo, que não cumpram com as suas obrigações ou defesa dos ideais para que foram nomeados.

5 -1
Politica Internacional
A política internacional, de interesse nacional. Se os dossiês, forem transcendentes, mexendo de uma ou outra forma com o povo, devem haver referendos, com as matérias bem especificadas, bem esclarecidas, para que o povo as possa facilmente compreender e votar em consciência, a favor ou contra as propostas que lhe são feitas.   

6
Governos
Os governos têm por trás conselheiros e stafes técnicos. De quem o poder instalado é o patrão, neste caso a assembleia do país, com poder deliberativo, em todas as matérias de governação, sanciona competências, premeia, ou penalizar, os seus desempenhos.
Se houver o cuidado, de nomear bons governos e bons profissionais, com uma assembleia do país, governos e técnicos sem divisões politicas, focados num objetivo comum, RIGOR GOVERNATIVO, FRATERNIDADE E VERDADE. No meu entendimento o país, será largamente beneficiado, e teremos um governo do povo, com poderes restritos, e fiscalizados pela Assembleia. Governo que tem por funções, fiscalizar os quadros técnicos, para que os dossiês se resolvam nos timings corretos, servindo de elo de ligação a assembleia, prestando a esta, as informações necessários sobres seus andamentos. Os membros da assembleia, informam os círculos distritais a que pertencem, que por sua vez informa as camaras, freguesias e cheguem aos lugares. Por esta via temos a constituição do poder alargado a partir das bases, e um retorno, do desempenho dos vários órgãos de regresso as bases.     

6 – 1
Nomeações
As nomeações para cargos executivos, poderão ser duradoiras ou não, de acordo com o desempenho de cada um, como foram nomeados, também podem ser destituídos.


7
Constituição
Como na teoria é tudo muito bonito, e é na prática que surgem as imperfeições, a constituição, tem de ser muito cuidada, mantendo as regalias dos povos, como estão hoje, acentuando-as se possível, assim como as das várias regiões do país, prevendo e permitindo penalizar e neutralizar a partida, eventuais desvios que se possam vir a verificar, tais como jogos de influências, de polos mais populacionais etc. A constituição tem de ser clara, bem definida, distribuída e explicada a maioria da população portuguesa, para que todos conheçam os seus direitos e obrigações.   


8
Garante da constituição
O, ou os garantes da constituição! O, pode ser uma figura Real, a exemplo do que acontece em outros países, ou um núcleo de notáveis. Rei, ou notáveis devem ser reconhecidos pelo povo, através de referendos.  

Esta fórmula que naturalmente peca por defeito, é um simples esboço, é a meu ver, uma das que dá mais poderes ao povo a partir das bases. Une o povo em lugar de dividir, uma vez que só um néscio, ou uma pessoa mal formada, não luta pelo bem-estar social, em harmonia, paz e tranquilidade. O que infelizmente não acontece em Portugal, mesmo dentro dos próprios partidos.

Este sistema, ou outro similar, une, credibiliza perante o exterior, responsabiliza, evita alijamentos de responsabilidades governativas, falsas promessas para caçar os votos, permite que governem os melhores, e reduz astronomicamente gastos governativos.

É pena que a Casa Real portuguesa, se perca em reuniões de fachada, jantares, datas históricas, missas etc. e esteja a perder uma oportunidade única, em lugar de com coragem e determinação, elaborar um projeto de governação, simples, incisivo, do povo e para o povo, com um Rei a garantir a constituição.

Esta fórmula é mais abrangente, permite em qualquer altura, sanear os inaptos e corruptos, e é astronomicamente mais barata.

JPF
01/02/13