Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

terça-feira, 5 de março de 2013

A cegueira dos alienados políticos.




A cegueira dos alienados políticos.

Dentro dos partidos, os treinadores de bancada, nas costas dos responsáveis eleitos para os repsentar, discutem estratégias, moções de censuras, e uma infinidade de coisas, gerando divisões em guerras intestinas, como se fossem os donos da verdade, grandes estadistas, dotados de altos coeficientes de inteligência.

Estes homens e mulheres, desligados das realidades do pais, estão fora do tempo, não conseguem sentir o pensar, o sentir, da maioria dos portugueses. Na defesa do seu grupo de simpatias ou interesse, e da sua cor política, como se de futebol  se tratasse. Digladiam-se a defender os seus donos partidários, aqueles que no fundo ganham com a sua cegueira.

Defendem aqueles, que quando a história for feita com rigor, irão ser retratados como coveiros de um país, pela negativa. Na sua cegueira, perdoem-me os invisuais, não conseguem perceber que os partidos políticos estão esgotados.

Não conseguem ver que o povo português já percebeu o quanto foi ludibriado, por sofistas políticos, que em cerca de quarenta anos de democracia, e para sua manutenção, gastaram rios de dinheiro, que dariam para gerar postos de trabalho, e equiparar o nível de vida dos portugueses ao dos povos europeus.

A crise iniciada na América, não é a responsável pela crise que o povo português esta a viver. São os exagerados despesismos, compadrios e corrupções, gerados pela classe política. Os políticos são os pais da crise, e os portugueses na sua esmagadora maioria, já tem consciência disso, já sabem quem são os pais, da situação caótica que se vive em Portugal.

Não se iludam com as terceiras vias, neoliberalismos, esquerdas ou direitas! O povo já não vai em demagogias!

E sabe que e necessário encontrar uma fórmula, um modelo diferente, para a partir das bases, construir um sistema, onde todo um povo, se sinta integrado e participativo. E, o povo, vai encontrar essa fórmula, que evite endeusar homens, concentrar poderes, em pessoas singulares, apontadas de dentro dos partidos, nas costas do povo, que no seu conjunto, é histórico, destruíram Portugal.

A revolução esta iminente, não basta mudar as moscas, mas sim o sistema, e nenhum dos partidos,  que estiveram na órbita do poder, e de esquerda, demonstraram maturidade, capacidade, isenção e rigor, para assumir os destinos do país. Nenhum deles demonstrou vontade politica em renovar-se, fazer as expurgações necessárias, auto criticas, o assumir dos erros, cometidos. E ainda, vontade política em acabar com despesismos e reduzir os custos do sistema.

Pelo contrário, vemos o partido do governo a sugar o povo mais carenciado, e os outros partidos, alheios aos necessarios cortes no despesismo,  causado pelo sistema instalado. E os tais alienados políticos, treinadores de bancada, nos meios tecnológicos de que hoje dispomos, a tentar branquear homens,  vidas politicas, que deviam ser condenadas a luz da lei. Num alheamento total, do essencial, redução do peso económico do sistema que esmagou Portugal.

Com homens destes não se vai a lado nenhum, felizmente já são uma insignificante minoria. 

Há partidos políticos a mais, idoneidade, ética a moral a menos. A democracia portuguesa, foi uma falácia, uma democracia virtual, que nunca existiu para servir o povo português, mas sim os pavoes que se dizem democratas.  

Numa democracia de direito, onde deve ser o povo quem mais ordena, em harmonia e paz, longe das siglas totalitaristas e imperialistas, de esquerdas ou direitas, não basta dizer; sou livre de pensar e agir como quiser. Essa aparente liberdade não passou de uma capa de verniz, que estalou com o tempo,  é insuficiente, é necessário que todo um povo, se sinta seguro,  governado e tratado em planos de igualdade,  com rigor governativo, humanismo, frontalidade e verdade.

A democracia portuguesa foi uma ilusão, que gerou uma faixa de novos-ricos a custa do povo, aliada a um capitalismo selvagem, onde através de meios pouco claros, os mais ricos, ficaram mais ricos, e os pobres mais pobres. A faixa de novos-ricos, consubstanciada ao poder politico, gerou  uma crise monumental com a sua leviandade em governar, compadrios e más governações,  pôs um povo, que nada tem a ver com a crise, a suporta-la! Retirando-lhe o direito de viver com dignidade, privando-o de direitos adquiridos, sagrados.

Isto é simplesmente criminoso, e os autores deste desastre económico e social, deviam ser punidos a luz da lei.  

Acabem-se com os partidos políticos, e crie-se um partido abrangente ao povo português, onde as funcoes  governativas, dependam de grupos alargados, orgaos colegiais a partir das bases, nomeando-se, não elegendo-se, os mais honestos e capazes. Concentrar poderes em pequenos grupos, é entregar o ouro ao bandido. 

JPF
06/03/2013 

segunda-feira, 4 de março de 2013

O sistema republicano… Que de democrata se mascarou… Deixou cair a mascara… Muita gente defraudou.



O sistema republicano…
Que de democrata se mascarou…
Deixou cair a mascara…
Muita gente defraudou.

Os mecenas democratas…
Lutaram contra moinhos de vento…
Disfarçados de valentes…
Na defesa do seu sustento.

O povo que se lixe…
É carne para canhão…
Os mecenas endeusados…
São o povo de eleição.

Governar é um privilégio…
Enganar o povo uma arte…
O povo é o burro de carga…
Para que estes iluminados se fartem.

A crise não é com eles…
Estão acima da lei…
Podem roubar a vontade…
São os donos da Grei.

Inverta-se o paradigma…
Deixemos de ser tansos…
Acabe-se com esta gente…
E seus escandalosos gamanços.

A democracia faliu…
Cometeu erros sem fim…
Só um sistema diferente…
Lhes pode acabar com o festim.

Una-se o povo…
Em torno de um ideal comum…
Varram-se os políticos…
Que não tem ideal nenhum.

São sofistas empedernidos…
Na forma de enganar…
Governam para os seus bolsos…
Põem o povo a penar.

Os diabos não existem, são espíritos ainda atrasados, que a seu tempo encontrarão os caminhos do amor e verdade, no enquadramento da irreversível lei da evolução. Cujo termo, diabo, alguns utilizam, para atemorizar os inocentes crentes, a fim de engrossar as suas fileiras, terem uma profissão cómoda e bem remunerada a custa do dízimo. Se existissem, diríamos, que os governantes portugueses eram autênticos diabos. Mas como os diabos não existem, diremos que são espíritos que animam corpos materiais, atrasados, do pólo negativo desta humanidade. E que ainda irão sofrer os efeitos dos graves erros cometidos, ate encontrarem os caminhos do amor e verdade. São estes seres imaturos e impreparados,  os obreiros dos ditos mundos infernais. E, como tal, infernizam, destruem, as vidas de quem lhes cai nas garras, e neles confia.

Dar o aval para governar a este tipo de seres, travestidos com pele de cordeiros, concentrar o poder em pequenos grupos de homens, gananciosos, prepotentes, arrogantes e atrasados, é vender a alma, aos pseudos diabos.

Este sistema politico não serve, não passa de uma grande falácia para enganar o povo. 

JPF
05/03/13

Temos sido governados pelos agentes dos submundos, das trevas, do mal.




Temos sido governados pelos agentes dos submundos, das trevas, do mal.

Perderam-se valores na noite de trevas desta civilização…
Onde predominou o obscurantismo…
Em detrimento do conhecimento e voz da razão.

Adulteraram-se valores éticos e morais…
Inventaram-se pecados originais … mortais…
Dogmas e mistérios…
Por falsos profetas e piores clérigos.

Endeusaram-se e canonizaram-se homens obscuros…
Terráqueos banais…
Bloquearam-se os caminhos do homem integral…
Em seus percursos espirituais.

Limitou-se o espírito que anima o homem físico…
A uma única passagem na terra…
Anulando conhecimentos ancestrais…
E aos estudos da nova era.

Estudos...
Que estão a emergir… a entrar…
Unificando o homem…
Reensinando-o a caminhar.


Hoje podemos afirmar com segurança, que o pior mal que aconteceu ao mundo ocidental, foram os absurdos credos religiosos, que suportados pelos poderes políticos, adulteraram valores ancestrais, cortando a ligação, a ponte, a conhecimentos de civilizações que nos antecederam, para impor uma verdade terráquea temporal, visando unicamente valores efémeros, materiais, sobrepondo-os aos espirituais, intemporais. De acordo com os horizontes da faixa da humanidade a que pertenciam e ainda pertencem. Defendendo pela via da imposição da força, um limitado obscurantismo, que naturalmente pertence ao pólo negativo, do mal, desta civilização.  

O ser primeiro, intemporal e verdadeiro é o espírito, que vive entre dois pólos distintos, bem e mal. Em planos físicos enquanto encarnado, animando um corpo físico, e em planos astrais, quando desencarnado nos mundos dos espíritos.

Estes dois planos ou pólos distintos, estão divididos por planos vibratório, de acordo com a evolução espiritual de cada um. Vivemos em mundos de energias, onde tudo tem matizes, tudo vibra, tudo tem cores, que definem e separam pela lei da atracção, o positivo do negativo. Separando por esta via estes dois mundos, bem e mal.

Basta recorrermos a história, para percebermos, que ao longo de séculos, fomos governados a nível político e religioso, pelo mundo negativo, do mal. Uma vez, que as energias positivas, não se misturam com as negativas. E, de modo algum poderemos considerar que as histórias sangrentas de políticos e religiosos, são positivas, pertencem aos mundos positivos do amor e verdade.

Estes credos religiosos estão a ruir, as suas raízes são terráqueas, nada tem de Divino, e portanto, são efémeras, irreais, não resistem a irreversível lei da evolução.

Quanto mais depressa se recuperarem os conhecimentos ancestrais, que nos foram intencionalmente escondidos, mais rápida é feira a mudança de paradigma, mais rapidamente passamos, para os mundos do amor fraternidade e verdade, mais rapidamente recuperamos os valores perdidos, e passamos a ser governados por homens de bem.

O amor e verdade, pertencem aos mundos do conhecimento, positivos, de energias positivas! E, impõem-se naturalmente através da lógica e razão, nunca pela via da anti razão e da força, longe do humanismo e compreensão.  

Coloquemos os agentes do mal que nos tem governado, no seu verdadeiro lugar, mundos de obscurantismo a que pertencem. Confiar neles, é ligarmo-nos a faixa, ao pólo negativo desta humanidade, que nos conduziu ao caos.

Enquanto o paradigma não for alterado, e as forcas positivas não se sobrepuserem as negativas,  não se pode ou deve concentrar poderes, em homens que a partida não sabemos quem são, nem de que lado estão.

Enquanto os sistemas políticos não forem alterados, os povos estão  sujeitos, a ser governados por homens, cujo Deus se chama dinheiro, sacrificando tudo e todos para o obter. 

JPF

04/03/13

domingo, 3 de março de 2013

Políticos e as suas raízes.




Políticos e as suas raízes.

Seja qual for o problema que se nos depara, a meu ver, deve ser analisado a partir da sua raiz. De outra forma remenda-se, em lugar de resolver o problema.

A democracia para os portugueses, não é um problema, é um desastre catastrófico, de contornos gigantescos, com raízes profundas. E são estas raízes que devem ser analisadas, para se arranjar o antidoto, e possam ser neutralizadas.

Não é segredo para ninguém, que ao longo de seculos, os poderes políticos e religiosos andaram de mãos dadas. Tempo em que o ensino se degradou a todos os níveis, uma vez que não interessava aos poderes instituídos, um povo inteligente, culto. Aliás, estes dois poderes, tudo fizerem para amordaçar o conhecimento, basta recorrermos a história para o confirmar.

O homem foi impedido de se conhecer a si próprio, facto que se refletiu no ensino, impedindo o menino homem, de conhecer os domínios da mente, efeitos dos pensamentos, de aprender corretamente a pensar, conjugando o seu crescimento físico e intelectual de forma sustentada, equilibrada com valores éticos e morais, indispensáveis na vida do homem/mulher.

Os poderes políticos e religiosos, adulteraram a mentalidade do homem no mundo ocidental, quartaram-lhe o conhecimento, baixaram-lhe a mentalidade, esconderam-lhe os valores éticos e morais, nivelando por baixo a civilização ocidental. E criaram duas faixas, dois polos distintos, onde a faixa negativa, sem valores éticos e morais, se sobrepôs a positiva, escrevendo uma história terrível.

Portugal não fugiu a regra, saiu de uma ditadura, onde o conhecimento que contraria-se o credo religioso vigente, era censurado, proibido. Humanistas, ou defensores do bem comum, eram considerados comunistas, mesmo sem o ser, e convidados a sair do país. Quando se deu o 25 de Abril de 1974, estavam criadas as condições para que continua-se a predominar o obscurantismo. Uma larga faixa do povo português não estava preparado para separar o trigo do joio.

Hoje é histórico que Portugal foi governado pela faixa negativa do tecido social em que vivemos. E para que se altere o paradigma, a meu ver, é necessário criar um sistema político, que impeça a concentração de poderes em pequenos grupos fáceis de corromper, e, ao mesmo tempo, remodelar completamente o ensino. Sem a recuperação de valores éticos e morais, continuar a endeusar homens singulares, e depor em seus ombros os destinos de um povo, é extremamente arriscado.

JPF
04/03/13  

A maioria dos políticos, deriva da faixa negative, das sociedades em que vivemos.




A maioria dos políticos, deriva da faixa negative, das sociedades em que vivemos.

Os tecidos sociais, são constituídos por homens/mulheres, bons e maus, corretos e incorretos, que se misturam, confundem, mas nem por isso deixam de constituir dois polos distintos, bem e mal.

A história, quando for feita com rigor, vai desmascarar os encapotados homens do mal, que tomaram de assalto a democracia portuguesa, e com as suas nefastas influências, conduziram Portugal a ruina, ao estado em que se encontra.

Não precisamos de fazer grandes investigações, para perceber, que alguns mecenas que passaram pelo poder, e ainda hoje, se pavoneiam nos seus corredores, foram levados ao colo, por grupos criados, autênticos polvos, com tentáculos nos meios mediáticos e polos de decisão, formando um coro teológico, para abafar, banir os homens de bem, que também os teve, e esconder, branquear, os seus enormes erros, que a seu tempo, terão de fazer parte da historia portuguesa.

Os portugueses, sem margem de erro, podem afirmar que foram governados por homens do mal, que se governaram a eles próprios em detrimento de quem ingenuamente lhes deu o aval para serem poder.

Manter o sistema atual, será correr os mesmos riscos. O governo vigente, a quem os portugueses deram o aval para governar, com a esperança de que se iriam corrigir erros do passado. Provaram em pouco tempo, que são farinha do mesmo saco. A desculpa de que não havia dinheiro para vencimentos, que o caos vinha de trás, é uma verdade que devia, e podia, ser contornada de forma diferente.    As primeiras medidas, seriam sensibilizar o poder económico, para ajudarem a neutralizar a crise, onde a classe politica se encontra inserida. Acabar com reformas duplas, astronómicas, empresas fantasmas, fundações que não dão de comer aos portugueses, deputados a mais. Em suma, fazer cortes nos despesismos do aparelho do estado, visando um equilíbrio sustentado, sem mexer com aqueles, que nada tem a ver com a crise. Uma vez que esta deriva da falta da ordenação, de um desenvolvimento sustentado, que cabia ao poder político fazer e não fez.

Por os portugueses a pagar uma divida da responsabilidade dos maus políticos que compuseram um tecido pseudo democrático, é simplesmente criminoso.

Manter o mesmo sistema, com o poder concentrado em pequenos grupos, com escolhas dúbias, onde os de menos idoneidade e carater, mais ousados, disputam as regalias do poder, é continuar a ser governados, pela faixa negativa da sociedade em que vivemos.

Os portugueses devem dizer não, as concentrações de poder, que este sistema permite.

Há sistemas mais simples, mais alargados as bases, onde os povos são mais participativos, e o ideal só é um, “HUMANISMO”.

JPF
03/03/13

sábado, 2 de março de 2013

Manifestação de 2 de Março: corresponde a um pedido! Devolvam Portugal aos portugueses:




Manifestação de 2 de Março: corresponde a um pedido! Devolvam Portugal aos portugueses:

Partidos políticos e os seus militantes, ainda não perceberam, que cada dia que passa, maior é o seu isolamento, menor é a sua margem de manobra. Tentar colar forças partidárias a esta manifestação é pura ignorância.  

Esta manifestação, maior de todos os tempos, mobilizou e uniu um povo num grito de revolta comum. Nenhum partido politico, tinha ou tem capacidade para uma mobilização de tal envergadura. É a evidência clara, de que não se pode ou deve menosprezar, escravizar, um povo ordeiro e bom. E nenhum partido politico, esta isento de culpas, do estado a que os ditos democratas conduziram Portugal.

A democracia faliu, e os portugueses têm se unir, para implementar mudanças profundas. Este sistema não serve o povo português.

A democracia implantada em Portugal, é o sistema mais oneroso para o país, com políticos a mais, preparação, idoneidade, ética e moral a menos. Os políticos são as sanguessugas do povo, que o povo tem de banir, acabando com esquerdas e direitas utópicas, importadas, que nada resolveram nos países de onde vieram.

A democracia em Portugal, revestiu-se de uma enorme mediocridade, acrescida de prepotência, arrogância e ganancia. Pariu uma nova faixa de novos-ricos a custa do povo, com fundações e empresas fantasmas. Esbanjaram-se rios de dinheiros do povo, e vindos da C E E, que dariam para criar postos de trabalho, e evitar a desgraça que paira sobre os portugueses.  

Os portugueses, tem de acabar com os vários ismos, que os conduziram a situação em que se encontram, que não é má, é péssima. O ismo só pode ser um; “HUMANISMO”. Mas como a concentração de poderes em pressupostos iluminados, é falível, têm que ser em espiral, a partir das bases. Criando condições, para que sejam as assembleias os órgãos colegiais deliberativos, e os atuais executivos, sejam devidamente controlados pelas assembleias, e exonerados em qualquer altura em que se verifiquem incumprimentos.

Corromper uma assembleia, será sempre mais difícil, que um presidente de junta, de camara, de uma distrital, ou de um país.

Deixar a concentração de poderes, em pequenos grupos, divididos, provenientes dos partidos, da sempre origem a compadrios e corrupções.

JPF
O3/03/2013 

sexta-feira, 1 de março de 2013

A democracia não é um governo do povo! É um argumento sofista, para enganar o povo.


Marx e Engels falharam.




 A democracia não é um governo do povo! É um argumento sofista, para enganar o povo.

A maioria da população de um país é o povo, que deve ter um governo que o conduza a uma sigla de Humanismo, Fraternidade e Verdade. Os partidos políticos, são os instrumentos de uma balança, que ilusoriamente se supunha no seu conjunto, fazerem o equilíbrio, falharam. Demonstraram que a balança é exageradamente cara, e mais grave, falaciosa. Pende sempre para o lado errado, neste caso contra o povo.

O comunismo, imposto através de ditaduras férreas, imperialistas, com o poder concentrado nas mãos de homens desumanos, que não olharam a meios para atingir fins. Não serviu os povos onde esteve implantado, se eram pobres, ficaram mais pobres. E o seu teórico fim, que seria a anarquia, onde todos têm a consciência de que a liberdade de cada um, termina quando colide com a liberdade dos outros, faliu.

O socialismo e a social-democracia, enfermou do mesmo erro, poder concentrado nas mãos de alguns, descambou para o capitalismo, outro opressor dos povos. Onde o rico fica cada vez mais rico, e o pobre mais pobre.

Marx e Engels, falharam, não previram o desnível mental e intelectual dos povos, e a nefasta concentração do poder, em homens impreparados para governar. Não perceberam que a era industrial, aliada aos poderes políticos e religiosos instituídos, tinham animalizado os povos, tornando-os vulneráveis, ao que de pior existe no planeta, ódios e confrontos sangrentos, bem visíveis em sua história. Não perceberam, que as suas teorias, iriam ser postas em prática, por homens animistas sedentos de poder. Não salvaguardaram a prepotência, ganancia e arrogância, semente da discórdia, que iria germinar, matar e dividir os povos. Estaline, de uma só vez, mandou matar seis milhões de Ucranianos, ler; “Herdeiros de Estaline”.


O grande humanista português, D. António Ferreira Gomes, no seu livro; “Endireitai as Veredas do Senhor”, classificou o comunismo, “como um dos piores males que existe sobre a terra, porque se apresenta como um bem quase perfeito”.

As máquinas partidárias, instrumentos da balança que se diz democrática, com o seu exagerado peso nos orçamentos dos estados, absorvem verbas que dariam para criar postos de trabalho, com a agravante de dividirem os povos, com as suas ideologias diferentes, arrivistas e animistas. Seja qual for o Presidente da Republica, ou o partido que esteja no poder, não representam as maiorias, nem servem os povos, com isenção e lealdade. Seja qual for o presidente da Republica ou o primeiro-ministro, é sempre apresentado pelos partidos, nas costas do povo, e sufragado depois de lavagens de roupa suja, em guerras intestinas, entre cidadãos do mesmo país.

A democracia assenta em bases erradas, distantes da harmonia e paz, e de um objetivo único, Humanismo, Fraternidade, Verdade, capaz de unir, em lugar de dividir, como acontece dentro e fora dos partidos, em lutas pelo poder. Representa um despesismo enorme, divide os povos, e concentra poderes, em quem não tem valores éticos e morais para governar, com isenção a favor das maiorias.

Enquanto não houver uma remodelação completa no ensino, para que o homem saiba quem é, e o lugar que ocupa no tecido social em que está inserido, não pode confiar em ninguém, tem de ter meios de controlo, num projeto de governação alargado as bases. A fórmula, para que seja o povo a intervir na governação, é simples e já foi apresentada neste blogue. Basta que as assembleias, de lugar, freguesias, camaras, círculos distritais e nacional, tenham poderes deliberativos, e os atuais executivos eleitos, sejam nomeados, para facilmente serem destituídos, e deixem de ter o poder que tem, sejam unicamente os executores, das deliberações das assembleias, constituídas em espiral, a partir das bases.

A história diz-nos, que a concentração de poderes em pessoas singulares, leva a endeusamentos, a criação de grupos de pressão, dentro e fora dos partidos, da origem a grupos ditatoriais, corruptos e incompetentes, que desgovernam, em lugar de governar.

Esquerdas, centros, direitas, terceiras vias, não fazem o menor sentido! Tem de haver um sentido único, que sirva as maiorias dos povos.

Humanismo, Rigor Governativo, Fraternidade e Verdade.

JPF
01/03/13