Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

terça-feira, 9 de abril de 2013

É doloroso perceber que fomos enganados… Mais perigoso… Ficarmos parados.



É doloroso perceber que fomos enganados…
Mais perigoso…
Ficarmos parados.

Os portugueses de forma generalizada…
Acordaram de um sonho mau…
Que os deixou de mãos vazias…
A porta do nada.

Deixaram-se ludibriar…
Por políticos sofistas…
Agentes do mal.

Seguidores de padrões…
Que ao longo de seculos andaram de mãos dadas….
Com …
Políticas e religiões…
Gerando no mundo…
As piores aberrações.

Os portugueses te de parar e pensar…
A melhor forma para do abismo sair…
E em amor e verdade…
Sua verdade expor… trabalhar…
… Construir.


Quem neste momento…
Defende os opressores do povo…?
Quem lhes da proteção…?
São as forças de segurança…
Que também são povo…
Que tem de se unir ao povo…
Através da voz da razão.

O povo português…
Onde se enquadram todas as forças de segurança…
… Todos… povo…
Espoliado… vilipendiado…
Tem de perceber…
Que só com essa união…
Lhes será possível vencer.

E… unidos…
Sem arruaças… em harmonia e paz…
Mudar o paradigma…
E … no conjunto…
Defender todo um povo…
De quem tao mal lhes faz.

Uma revolução cultural, ordeira e pacífica, tem de começar por aí, os ramos das forças armadas e segurança, irmanadas, de mãos dadas com todo um povo, tem de defender o povo, e não os seus agressores.

Quando os opressores se virem isolados, sujeitos aos vendavais por eles semeados, são obrigados arrepiar caminho, entregando Portugal aos portugueses, fugindo para outros lados.

É necessário refundar Portugal, num sentido único, que sirva de igual modo todos os portugueses, em rigor governativo, fraternidade e verdade.

Enquadrado num único ‘’ismo’’!
Humanismo Universal.

JPF
09/04/13


Políticos e religiosos, deturparam, adulteraram a mentalidade do homem/mulher. Com rituais, lenga lengas, que não fazem o menor sentido, indicando-lhe o caminho errado, pervertido.




Políticos e religiosos, deturparam, adulteraram a mentalidade do homem/mulher. Com rituais,  lenga lengas, que não fazem o menor sentido, indicando-lhe o caminho errado, pervertido.

Criaram-se deuses para todos os gostos…!
Guerrearam-se … para os imporem… uns aos outros…
…O seu deus…
A sua tosca verdade…
Eivada de desarmonia e insanidade.

Políticos… religiosos…
De mãos dadas…
Arrogantes… prepotentes… maldosos…
Impuseram ao mundo…
Os deuses do vale das sombras…
Dos submundos…
Arautos do desamor…
Sofrimento… dor.

Assim desembocamos em pleno seculo XXI…
De mãos chãs… vazias…
Sem deus nenhum.

Sem sentido e sem norte…
Entregues a nossa sorte…
Mendigando…
Procurando fora de nós…
O que só dentro podemos encontrar…
Depois de limpar os canais…
Que a grande força criadora…
Nos vão ligar.

Para Dela recebermos intuições…
Ligar mente… coração…
A luz do conhecimento…
Crivadas pela voz da lógica e  razão.

Tendo por epicentro o amor.

O amor é o único ponto convergente…
Que une… liga…
Homens e mulheres de varias raças e cores…
Em torno de um ideal comum…
Movidos pelas energias do amor.

Ao grande centro…
A grande força criadora.

Políticos e religiosos…
Arrogantes…ignorantes…farsantes…
Que tem por epicentro poder e dinheiro…
Perverteram o amor e verdade…
São a faixa negra…
Oriunda dos submundos…
Desta humanidade.

Com humanidade…rigor…firmeza e verdade…
Identifica-los e bani-los…
É um dever dos homens e mulheres de bem desta sociedade.

Portugal é um exemplo vivo…
Quarenta anos de ditadura…
Quarenta anos de uma falsa democracia…
Que cercearam a vida de um povo…
Tirando-lhe a esperança de vida.

Acabem-se com siglas politicas…
Oportunistas … divisionistas…
Falsos credos… falsas religiões…
Cultivemos o amor e a paz em nossas vidas…
Dulcifiquemos os corações…
Este é o caminho a verdade a luz…
Que ao grande Deus Uno e Único dos Universos…
Conduz.

O deus judaico…
Senhor dos exércitos e das guerras…
Transformou o mundo ocidental…
Em homens lobos do homem…
Em feras.

JPF
09/04/13






segunda-feira, 8 de abril de 2013

Demagogias; de um sistema politico doente:






Demagogias; de um sistema politico doente:

Depois de ler, e reler o manifesto a candidatura de um partido, completamente dececionado, com a sua ausência de conhecimentos da realidade do país, que não admira, é Madeirense, fiz uma crítica, também ela demagógica uma vez que numa escala de (0) a (20), lhe dava (0), sem explicar as razoes desse (0).

Hoje com mais tempo, venho com alguns exemplos, tapar a lacuna da minha demagogia, começando pelos pontos mais desertificados do país.

Os políticos que temos tido, só conhecem os grandes centros urbanos, aqueles onde se concentram mais votos, e politicamente lhes interessam mais. Numa autêntica deslealda com as zonas rurais, que votadas ao abandono, cada vez ficam mais desertas.

Hoje, ninguém tem duvidas, que retirar pessoal da agricultura, e do mar, em conluios com a E.U, serviu para desertificar e afundar mais o país.

Fizeram-se cortes drásticos nas cotas de pescas, leite e agricultura! E não se vê manifestos políticos, a recuperar, ampliar, e dotar estes tecidos de produção, com mecanismos que lhes permitam ser rentáveis, dar empregos e minimizar a fome.  

As Caixas de Credito Agrícola, sistema bancário mais seguro do país, uma vez que tem ou tinha, um fundo de garantia, composto pela caixa central, banco de Portugal e ministério das finanças, para o qual todas as caixas participavam, aliado a um controlo rigoroso, através de auditorias periódicas, e do envio dos balancetes mensais, a caixa central e banco de Portugal. Sistema regional, onde as poupanças, os depósitos eram aplicadas no desenvolvimento das suas zonas. E geridas sem encargos, pelas pessoas mais credíveis da zona, que sabiam a quem emprestavam fundos, diminuindo assim os créditos mal parados. Foram descaracterizadas, centralizadas, uma vez que em poucos anos, atingiram um número de balcões equiparados aos da caixa geral de depósitos, transformando-se em fortes concorrentes, do grande capital, que recolhem as poupanças nas zonas rurais, para negociar e aplicar nos grandes centros urbanos.

O Sistema cooperativo, ficou a meio da sua implantação, transformaram-se cooperativas em meras casas comerciais, em alguns casos alheias a sua função reguladora de preços de mercado, com preços superiores aos dos mercados paralelos. Nos meios mais pequenos, uma cooperativa mista, deve ser uma entidade reguladora de preços, gerida pelas populações locais, incentivada pelas autarquias, visando custear despesas, sem fins lucrativos. Viradas para os mais diversos meios de produção agrícola e agropecuária, fornecendo alfaias e sementes de qualidade, por bons preços, apoiando tecnicamente, com conhecimentos e máquinas. E, escoando os produtos sazonados, a preços justos, para evitar que os intermediários, levem a parte de leão, e quem produz, veja reduzido o seu pão.

Dois exemplos dos muitos que poderiamos apresentar!

É óbvio que em termos políticos, a começar por uma participação das bases, e as formas como deve ser feita essa participação, alargada aos meios de produção, fundamental para que se faça um crescimento sustentado, com as reduções de despesismos necessários ao equilíbrio económico e social. Há uma infinidade de argumentos pragmáticos, que passam ao lado dos líderes ou de pretensos líderes políticos, que optam por críticas vazias, ocas, acintosas, maldosas, que não levam a lado nenhum, e só demonstram a ausência de valores, que levou ao estado caótico em que Portugal se encontra.

Assim não vamos lá, é necessário crescer primeiro e fazer politica depois.

JPF
08/04/13

domingo, 7 de abril de 2013

A grande verdade…politica… Mora ali ao lado.





A grande verdade…politica…
Mora ali ao lado.

Os caminhos são simples…
Para quem os quiser encontrar…
Humanidade e amor…
Para a ela chegar.

*Ama o teu próximo com a ti mesmo…*
Não era isto que Cristo dizia…?
É esse o caminho da verdadeira ideologia…?
Tudo o resto é sofismo…fascismo…
Demagogia.

Uma política sem amor…!
É uma aberração…
Causa sofrimento e dor.

A maior faixa de um povo…
Que se deixa enganar…
Por sofistas…fascistas…
Que adoram o deus dinheiro…
Como seu ser primeiro…
Seu único senhor.

Acorda meu irmão…
Independentemente da tua raça ou cor…
Não te deixes enganar…
O dinheiro não é o Deus verdadeiro…
Não se deve adorar…
Quando muito saber usar…
Em harmonia e amor…
Para a verdade alcançar.

Promessas…?
De políticos e religiosos…
Seres faciosos…
Que a partida sabem que não vão cumprir…
São mais que evidentes…
Nestes mundos a ruir.

Nos caminhos do amor e verdade…
Não há promessas…
Há atos…rigor…
Implementados…
Com as coordenadas do amor.

Sem críticas…
Perversas… pestilentas…
Sem chavões ou palavrões…
De seres avarentos.

Apontam-se caminhos diferentes…
Efeitos…
Edificantes…convergentes…
Oriundos…
De políticas de humanismo…
Em fraternidade…verdade…
A todos envolvente.

JPF
08/04/13

Politicas Portuguesas… Se duvidas restavam… Desvaneceram-se… Transformaram-se em nadas.



Politicas Portuguesas…
Se duvidas restavam…
Desvaneceram-se…
Transformaram-se em nadas.

Podemos afirmar com verdade…
Sem tibiezas…
Que fomos governados por inimigos do povo…
Com descaramento e arrojo…
De uma malevolência infinita…
Ao porem o povo…
… A pagar…
A sua ineficácia…  ganancia maldita.

Políticos… hereges… ateus…
Que esqueceram que somos todos irmãos…
Independentemente da raça ou cor…
Somos filhos de Deus.

Políticos…hereges…ateus…
Terráqueos pequenos…
Cujo Deus…
Se chama dinheiro…
Que desconhecem o amor…
Semeiam a dor…
Por um povo inteiro.

A quem sugam sem compaixão…
Alheios ao amor…
Virados para a escravidão…
De um povo…
Inocente e ordeiro.

Inverta-se o paradigma…
A luz do conhecimento… logica e razão…
Com civismo…firmeza…
Sem tibiezas…
Acabe-se com a escravidão.

Acabem-se com políticos hereges e ateus…
Que desconhecem a humanidade… fraternidade…
…Amor…
…DEUS.

JPF
07/04/13

A política portuguesa bateu no fundo do poço… Mais baixo não pode descer… É altura de se reerguer.



A política portuguesa bateu no fundo do poço…
Mais baixo não pode descer…
É altura de se  reerguer.

Será que esta queda abismal…
Não vai trazer ilações…
Para identificar e banir…
Os agentes do mal…?


Será que os partido…
Não vão aprender com os enormes erros cometidos…?
Talvez não…!
Dentro dos próprios partidos…
Continua o irracional animismo…
A divisão…!

Será que os portugueses ainda não perceberam…
Que é necessário uma política com mais humanismo de união…?   
Já…!
Já perceberam…!
As sondagens dão-nos esse indicador…
Os políticos …
 É que ainda não...
Continuam nos mundos da ilusão.

Agarrados…
Aos compadrios e corrupções…
De uma democracia doente…
Que gerou enormes assimetrias…
Aberrações.

Continuam a manifestar saudade…
A render homenagem…
Aos seus heróis…
Aos seus legados…
Coautores da pilhagem…
Com que fomos lesados.

Elevem-se as suas vozes…
Dos portugueses altruístas e conscientes…
Para acabar com as políticas de irracionais…
De…
Autênticos dementes.

Acabem-se com políticas rasteiras…
Obreiras…
De obscurantismos e divisões…
Cadeias sem grades…
Aberrações…!

Que serviram para desunir…
Em lugar de construir…
Esta pobre nação.

Una-se o povo...
Em torno de um ideal comum…
… Rigor governativo…
Sem despesismos…
Sem donos do povo…
Que está provado…
… Foi um tremendo logro.

A volta de um único ideal…
Um único objetivo comum…
Unidade, fraternidade e verdade…
Mais nenhum.

Sem asquerosas verborreias verbais…
Que fazem parte de tempos idos…
Medievais.

JPF
07/04/13

sábado, 6 de abril de 2013

Os três fins de mundos…. A negativa sombra do medo.








Os três fins de mundos…. A negativa sombra do medo.

De acordo com conhecimentos que chegaram a esta civilização, temos conhecimento de dois dilúvios, considerados pelas massas de dois fins de mundos pelas águas, e um pelo fogo.

Os três fins de mundo, considerados por obscuras conveniências, como castigos de Deus! O homem/mulher é sempre a vítima, e nunca responsável por nada. Ou então Deus é cego e castiga indiscriminadamente homens inocentes, mulheres e crianças. É óbvio que isto está errado! E já levou homens bons a serem denominados de hereges e ateus, alguns queimados na pira, por não estarem de acordo com este tipo de deus, suas lenga lengas e seus representantes.

Fim do mundo através do fogo:
Estudos sérios, dizem-nos que há trezentos mil, milhões de anos, caiu um meteoro no México com “cem quilómetros quadrados”, acontecer hoje escaparia 7% da civilização mundial. Será que foi Deus, que quis queimar através do fogo, milhões de homens, mulheres e crianças? É evidente que não, a energia mais grosseira, que da origem a matéria tem desgaste, é finita, e o meteoro, entrou na atmosfera, desligado da lei da atração, de infindos meteoros que viajam no espaço. Nesta data, vai ser rebocado um para a orbita da lua, para evitar que entre na atmosfera da terra. há estudos desenvolvidos para os neutralizar no espaço, e evitar que choquem com a terra.

O primeiro diluvio, corresponde ao afundamento das terras de Mu, A existência   dos continentes desaparecidos baseia-se em tradições, em documentos às vezes duvidosos, mas também em dados científicos extremamente importantes.
O geofísico alemão Wegener supõe que na antiguidade havia um único continente terrestre que após convulsões geológicas se dividiu, ou foi dividido pelo surgimento de massas que emergiram dos estratos móveis do sima (magma) do interior do planeta.  Essa é a teoria da deriva dos continentes  Estudos recentes de geologia marinha trouxeram mais uma explicação para o fenômeno: durante milênios o fundo do mar foi se alargando, separando a massa emersa em continentes distintos.

Esse fenômeno continua em nossos dias, com a atividade vulcânica submarina as fissuras e as crateras dos grandes dorsais dos oceanos continuam expelindo lava.  Para dar um exemplo, as matrizes que são os dorsais (um dorsal é uma cordilheira submarina que se estende por todo o comprimento do oceano) do Atlântico e do Pacifico continuam emitindo uma espécie de tapete rolante de terras que saem do interior do globo. Dessa maneira, a América  afasta-se da África e da Europa a uma certa velocidade, e também vice-versa. Daniel Behrmann escreveu no Courrier de Unesco em julho de 1970, Paris. Planet Ocean, a aventura dos homens que se dedicam à oceanografia, tradução francesa, ed. Robert La Font, (1971)   que a massa continental original, ou Pangeia (Pan: tudo,  Geia: deusa da Terra) começou a dividir-se há mais de 1.000 milhões de anos atrás.  Cogita-se que naquela época havia três continentes emersos. Dois grandes: América do Sul-África  de um lado e Ásia-Europa do outro. A Índia atual à deriva do oceano, ao largo do Quénia e do Tanganica (atual Tanzânia).

Há doze mil anos atrás, afundou o continente de Atlântida, e com ele a mais adiantada civilização da terra. Neste caso há muito boa gente a afirmar que os atlantes, com os seus elevadíssimos conhecimentos em energia atómica, inclinaram o eixo da terra.

Nesta abordagem, que peca por defeito, temos por finalidade dizer, que não podemos atribuir a Deus, desgastes naturais da natureza, ou a causas originadas pelo homem. E ainda, que considerando o espirito o nosso verdadeiro ser, um eterno caminhante nos caminhos do cosmos, quem desaparece é o corpo físico não o espirito.

Esta forma de atemorizar o homem com acidentes naturais, em nome de Deus, não passa de um tremendo absurdo, com consequências gravíssimas. Uma vez que vivemos em mundos de energias, que se atraem ou repelem de acordo com o seu ter, positivo ou negativo. E, com os nossos medos, sentimentos, pensamentos, energias, estamos a criar um ser energético negativo, e atrair o que não desejamos.

Há fins de mundos todos os dias, para os que partem para o outro lado. Preocuparmo-nos com fins de mundos, é de uma grande irracionalidade. Uma vez que geramos três problemas, uma preocupação desnecessária, porque nada resolvemos (o que não tem solução, solucionado esta), energias negativas, e ficamos sem o dízimo, que levamos as seitas que nos incutem esses medos.

Vive o dia-a-dia, em alegria, harmonia e paz, essa é a melhor forma, de encontrares a grande verdade, DEUS.

JPF
07/04/13