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segunda-feira, 5 de março de 2012

Saramago.


Saramago e José Rodrigues dos Santos


Ataques a José Rodrigues dos Santos:
O exemplo de Saramago,  sempre actual.
Nestes espaços, em que foi bastante badalado, o pó começa assentar, só a espaços, surge algo no ar, mas é pena que assim seja, não se aprofunde e veja, de que lado esta a razão, para pela razão caminhar, li criticas a favor e contra, coisa de pouca monta, naturais neste lugar.
Li a crítica de um senhor que se definiu como pastor, que atabalhoadamente atacou com chavões, próprio de quem não tem soluções, para argumentos credíveis utilizar, e  com rigor, argumentar. Condenando Saramago que segundo ele pecou, influenciado pelo diabo.
Será que é pecado denunciar o que consideramos estar errado?
Será que tudo o que vos contraria e obra do diabo?
Será que os senhores, querem que voltemos a inquisição, nos queimem na pira ou apodreçamos na prisão, ou ainda nos ponham na boca um tampão, para não denunciar o que consideramos errado e defender a nossa verdade? 
Senhor por certo já se esqueceu ou nunca soube, entendeu,  que grandes vultos, equiparados a Saramago,   na pira pereceram e nas masmorras morreram, as mãos de outros  que como o senhor se outorgam em donos da verdade, pelas mesmas razoes,  diferentes opiniões, mares de contradições, utopias ilusões, usuais de senhores que nas suas limitações, se julgam, outorgaram em apóstolos e pastores,   donos de uma verdade, distante da realidade, própria de inquisidores.
Senhor pastor, não tenho credo ou religião, apesar de crente com devoção, acredito, creio e aceito, UM DEUS Senhor dos universos, de infinita bondade, sem os lados perversos do Deus que não vos cansais de apregoar, para os inocentes atrair, e vossa vida vingar, nesta nossa humanidade.
Ainda sou pequenino, assim como a minha verdade, longe da universal, mas é suficientemente grande, para através da Bíblia (que não foi escrita de acordo com os desígnios do  Deus universal), lhe provar o mar de contradições em que andam a navegar, extraindo da  Bíblia elementos para lhe demonstar as meias inverdades com que nos tentam enganar.
Se não sabem ler ou interpretar a Bíblia, e o fazem por ignorância, lendo-a em diagonal, tem alguma tolerância, se o fazem intencionalmente, para enganar o crente,  e vossa vida material vá para a frente, o caso muda de figura, aí, serei obrigado a dizer-lhes, a classifica-los, nos mesmos sob mundos, níveis de evolução, mesmos planos de energias, dos seres que não são diabos, mas irmãos nossos ainda atrasados, nos caminhos da ascensão, a situa-los nestes caminhos do mundo. E aí, se assim for, tenho cuidado pastor, quando partir para o outro lado, vai encontrar os seus ditos diabos incluindo Satanás, a rodeá-lo, convivendo com eles, lado a lado, de nada lhe valerá a salvação, que ao longo de sua vida apregoou, e o dizimo lhe gerou, para sua satisfação.
Deus não quer o nosso dinheiro, não é essa a sua moeda.
Deus não se vende, nem se compra, conquista-se através do amor e verdade, entrando nos seus domínios do amor, ao atingir um estádio de felicidade.
Quer que cresçamos na verdade, para atingirmos paz e tranquilidade, e dessa forma gerarmos energias positivas, capazes de neutralizar as negativas, cancro da humanidade.
Por ultimo e para terminar, creia, não o pretendi magoar, apenas alertar, para outros caminhos outros mundo, mais reais e profundos, de que ao longo de séculos nos tentaram desviar, há liberdade de pensamento, para livremente  pensar, há filósofos intemporais, cujas linhas de pensamento se estão a divulgar, há uma ciência activa, que milagres e mistérios esta a fazer desabar.
Há fins de mundos do obscurantismo que se estão aproximar.
Se acabar por me ler e a este ponto chegar, acabará por se perguntar.
Quem é este indivíduo para desta forma opinar; a resposta é simples, alguém que busca a verdade, em tudo quanto é lugar, que cruza informação para a poder encontrar, e  vive procurando Deus, para Dele se aproximar, mas não vive a custa do seu nome, não é essa a sua forma de estar.
E com este texto, tem a pretensão de ajudar, fomentando a discussão, para que a luz possa raiar.
Freixo
Nota:
Este tema, publicado na altura da polémica em torno de Saramago, continua actual. Enquadra-se nas criticas ao José Rodrigues dos Santos.


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