Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

DEMOCRACIA



DEMOCRACIA:

Deriva do grego, governo do povo, para os que se agarram a esta definição, aí começa o mito.

Para os gregos clássicos de há vinte séculos,  a palavra “ Demos “não se referia a todos os homens de uma Cidade – Estado,  mas sim aqueles cidadãos e camponeses livres e registados nos censos. Não eram a maioria nem lhes importava sê-lo,  o peso da quantidade cedia ao da qualidade, certa ou aceite que na prática é o mesmo.

Assim,  os grupos humanos que seguiam os caminhos democráticos  eram de poucos milhares de pessoas, conheciam-se quase todos entre si e muitos estavam ligados por laços de sangue ou amizade.

A propaganda no sentido atual da palavra,  não existia, pela obvia razão de que não era necessário fazer a apresentação de nada, existiam as lógicas rivalidades entre clãs com a exaltação moderada dos méritos dos seus favoritos, em oposição aos que a eles se opunham.

Governar para muitos era considerado um castigo.  Dos vários episódios conhecidos vamos referir um. Demóstenes, conta-nos que um cidadão que o odiava votou nele, pois pensava que não lhe podia fazer maior mal que obriga-lo a governar.

Platão, apresenta-nos a democracia como uma das piores formas de governo, classificando os governos da seguinte forma:

A)    Monarquia do tipo aristocrático, é composta por um líder natural, um homem destino, assessorado por um conselho de sábios e ainda pela Pítia que interpretava a vontade dos Deuses. Não se concebia uma sucessão no sentido sanguíneo,  mas sim discipular, de mestre e discípulo.
B)     A Aristocracia, o governo dos melhores,  os mais aptos, destacados do labor publico assessorados por um senado ou conjunto de “anciãos “ (sábios homens com experiência);

C)    A Timocracia, governo baseado em códigos de honra, compromissos e juramentos. Segundo o que nos descreve Platão, um modelo parecido com os dos «chartryas» da Índia ou os primitivos Samurais do Japão  . (disciplina militar);

D)   A Oligarquia, governo de comerciantes, equivalentes aos dos atuais empresários. Prioridade da organização econômica e social.
E)    Democracia, governo do povo,  formado por representantes populares, sistema não estável baseado na competição e jogos de contradições, lutas entre grupos de diferentes conceções de estado.

F)    A Tirania, governo de um chefe imposto pela força.


G)    A Anarquia onde ninguém governa e cada um vive como pode e sabe.

Ao longo da história estas formas de governos, rodaram sempre antecedidas de revoluções violentas. Os homens desconsertados, mudavam o ciclo sempre na procura do líder natural.

Como na introdução foi dito, Platão, considera a democracia a pior forma de governo. Angél Livraga no mito da democracia classifica-a com os seguintes argumentos:

A)   A Democracia não é a forma mais elaborada e perfeita de governo, mas sim a mais primitiva e grosseira.  Entre os animais quando vão em manadas as maiorias impõem-se às minorias.  Só mais tarde surgirá o chefe. O mais experiente e forte,  encarnação natural do espirito de grupo,  aceite e seguido pelos demais,  até a sua renovação pelo desgaste.

B)   No limiar do século XXI,  aceita-se em política,  o que não se aceita noutras disciplinas de menor importância coletiva.  Se estamos, numa reunião e alguém cai no chão vítima de enfarte,  chama-se o médico ou promove-se uma reunião para ver quem tem mais votos,  adquirindo pela via do voto a autoridade para tratar o doente. Se apanhamos um avião,  aceitamos o piloto como competente ou fazemos uma eleição para ver quem irá pilotar.


As repostas são tantas e tão óbvias que se tornam desnecessárias.  (Platão recorda-nos que a política é uma ciência e não uma improvisação baseada em opiniões).

Há quem responda a estes argumentos ou pretenda responder dizendo que a política diz respeito a todos. Mas, será que a saúde, a meteorologia  ou qualquer outra especialidade do conhecimento e a sua prática não nos afeta?

Como podemos ser prudentes em relação a estas questões e loucos em relação às que como a política nos influenciam a todos?

Não seria mais lógico que,  assim como existem escolas superiores para todos os tecidos sociais,  que formam profissionais aptos,  as houvessem também para políticos,  onde o mais destacado e capaz recebesse a autoridade legal para exercer a profissão?

Por que se hade improvisar precisamente em política?

Estamos, todos alienados com a ideia de que,  pelo simples facto de uma pessoa Ter mais votos a favor do que contra receberá a “iluminação” e saberá conduzir-nos,  quando na realidade talvez nem sequer saiba conduzir-se a si próprio.

Perdeu-se toda a dignidade humana.  As gigantescas máquinas de propaganda, espantosos látegos omnipresentes e todos poderosos,  fustigam diariamente milhões de pessoas,  repelem os povos.  Deformam as mentes do homem com deturpações educacionais que as enchem de ódios e palavras ocas.

O cinema,  televisão, imprensa, são as tiras desse látego fenomenal, mostrando ao povo só o que lhes convém. Os governos passam, mas a ignorância a fome o frio, o não saber para que se vive, ficam. Se alguém dá pelo erro é excluído como se tivesse peste.

Dizem-nos que a democracia é cristã...Será que foi o povo da Galileia que elegeu Cristo através da força do voto?

Votaram os Árabes para eleger Maomé, os Budistas para eleger Gautama. 
Terá Einstein sido cientista por eleição popular...Becquer poeta,  Beethoven músico.

A democracia não cabe dentro da civilização.  É uma espécie de papão para obrigar as crianças a obedecerem, quando as mandam dormir ou calar. 

No mundo atual poderíamos fazer um enorme rol de promessas que a democracia fez e não cumpriu. Em contrapartida é o sistema político mais caro do mundo,  como provam as estatísticas.  

Para manter a imensa burocracia administrativa que se ocupa em substituir a qualidade pelo numero, gasta-se o dinheiro que é pago em impostos sempre crescentes,  pelos homens e mulheres de uma nação.

Quantas escolas, hospitais, bibliotecas, serviços públicos se poderiam construir com uma eleição presidencial ou administrativa de um país de tamanho médio. 

Quão longe estão os teóricos do século XVIII!

Descartes relacionava a democracia com o pensamento puro!
Montesquieu, com a filosofia.
Voltaire, com o exame livre.
Hoje se por artes de magia puséssemos estes respeitáveis pensadores na noite de uma das nossas democráticas cidades,  nem os sapatos escapariam ao roubo antes que pudessem abrir a boca, e se fosse numa sessão de representantes do povo, falariam para um grupo de tranquilos sonolentos e na pior das hipóteses esperá-los ia á saída um automóvel armadilhado com uma bomba.
Resta-nos esperar um retorno rápido à essência das coisas,  à universalidade ao cósmico e surja como nos refere Platão, uma nova e melhor forma de política, a Grande Ciência e com ela uma inversão dos valores negativos que a humanidade ao longo de séculos amealhou.
Que bom seria,  se todos os seres humanos entendessem que é impossível perfurar a obscuridade dos nossos tempos, suas mentiras e mitos, com o bastão da violência.

Esta síntese, tem por  base, os mitos do século XX  e Ideal Político, de Jorge  Angél livrága que por sua vez  os baseia na Republica de Platão. A leitura destes dois livros e vários outros deste grande filósofo do fim do século, são de extrema importância na renovação da mente humana. 

JPF
16/07/13

domingo, 14 de julho de 2013

Temos sido governados, pelo polo negativo desta civilização.



Temos sido governados, pelo polo negativo desta civilização.

A partir de Moisés, com a implementação do deus judaico, o mundo ocidental entrou em decadência.

A mente humana, coadjuvada por entidades de mundos astrais negativas, sobrepôs-se a verdade, ao amor, e, consequentemente, ao verdadeiro DEUS UNO E ÚNICO DOS UNIVERSOS. Os representantes do deus judaico, com as suas tenebrosas mentiras, mergulharam esta civilização no caos, de onde é necessário sair.

Jesus O Cristo, foi um dos seus grandes opositores, tendo chamado, a Saulo de Tarso (Paulo), um aborto e ao seu pai, seu deus, um sanguinário. Facto que lhe valeu a crucificação, e a milhares de outros a espada e a pira.

A promiscuidade, entre este poder religioso e o político, tem uma das histórias mais negras desta civilização.  
A Igreja Católica, cortou com este deus e suas leis, a partir da Nova Aliança. Mas as raízes e vícios ficaram e a promiscuidade entre o poder politico e religioso manteve-se. Com a agravante de terem aparecido seitas ricas em ódios e dinheiro, que o voltaram adotar, para através da exploração de ignorantes, encherem os seus cofres. Usando a sua face de deus irrascível castigador, interesseiro e mau.

Estas promiscuidades, com reflexos diretos no ensino, alteraram as mentalidades dos povos, Tudo o que fosse ciência e conhecimento, era inimigo abater.

É urgente inverter o paradigma, fazer a ponte a conhecimentos anteriores a esta civilização, e, cruza-los com estudos atuais. A fim de desmistificarmos estas aberrações, elevarmos mentalidades, que naturalmente se refletem pela positiva nos governos dos povos.

Parece uma missão impossível!

As forças negativas ainda estão muito presentes nos tecidos sociais. Mas,  analisando com rigor, o caos em que se vive, ao constatarmos as assimetrias e aberrações históricas, que ninguém pode negar. Concluímos que seja qual for o esforço necessário, não nos resta outra alternativa. É vida ou morte!

Os caminhos seguidos, não tem saída.

Os buracos de ozono, estão a alterar as condições climatéricas.
Os degelos vão alterar os mapas dos continentes.
A dieta alimentar seguida, tem uma durabilidade a curto prazo.
Há milhões de humanos a morrer na mais extrema miséria.
E há um número exageradamente pequeno, de homens, que açambarcarão riquezas que dariam para neutralizar a fome no mundo em que vivemos.

 Tudo isto porque?

Porque temos sido governados a nível político e religioso pelo polo negativo desta humanidade, com raízes bem conhecidas a partir de Moisés. 

Porque se privilegiou o corpo físico em detrimento do nosso verdadeiro ser, o espirito. E os bens materiais do corpo físico são uns, e os espirituais outros.

Fez-se a opção errada.

Porque se cultivou o sofismo o odio e a mentira, em detrimento da verdade, da justiça social, do amor.

Porque se diferenciou, classificou e escravizou o ser humano, desligando-o do SER Supremo, atribuindo-lhe classificações diferentes, como se não tivesse a mesma proveniência.

Para alguns mentecaptos se outorgaram em donos da verdade, e a sombra da sua grande mentira, conquistarem e massacrarem os povos, visando o espólio, a lapidação dos seus bens.

E para que assim fosse, nada melhor que o nome de um deus inventado pela mente humana. Usando os meios mais odiosos e perversos, escondendo ao homem/mulher as suas origens, desligando-os do espirito, nosso verdadeiro ser, da essência Divina. E, Do DEUS UNO E ÚNICO DOS UNIVERSOS.

Temos sido governados a nível religioso e politico, por entidades do Vale das Sombras, encarnadas e desencarnadas, que desconhecem as leis do amor e verdade. Que na falta de argumentos credíveis e convincentes, usam para se imporem os caminhos mais tortuosos incluindo a a força.

O Vale das Sombras, são mundos de irraticidade, que reúnem através da lei da atracão, entidades espirituais, que ainda não encontraram as lei do amor. Essas entidades, com as suas baixas vibrações, influenciam os espíritos encarnados na terra, dos mesmos planos vibratórios, espíritos, que quando desencarnarem, regressam ao Vale das Sombras, aos mesmos planos, porque lhes são afins. O Vale das Sombras, engloba espíritos desencarnados e encarnados, animando corpos físicos. No seu conjunto, formam o polo negativo destas humanidade.

Para que se inverta o paradigma, é necessário que o homem/mulher, reconheça o espirito como seu verdadeiro ser.

Perceba que vivemos em mundos de energias. Que a nossa mente através dos pensamentos é uma grande produtora de energias, que se forem positivas, de amor e verdade, nos projetam ao polo positivo, a caminho da verdade cósmica e a consequente felicidade. Se forem negativas aos planos de irraticidade, ao vale das sombras, a infelicidade.

Perceba, que os ricos em bens materiais, não os transportam para o outro lado, não lhes servem de nada. Os bens materiais, mesmo conseguidos de forma honesta, são uma prova, se não forem utilizados, ao serviço do amor.

Estes conhecimentos libertam-nos da ganancia, do egoísmo, da prepotência e arrogância. Elevam mentalidades, são os únicos, que difundidos, nos podem ajudar a mudar o paradigma, a caminho de um mundo melhor e mais justo.

JPF
15/07/13


  

Insanidades politicas portuguesas: De aventura em aventura, até a queda final.




De aventura em aventura, até a queda final.

É esta a perspectiva, desenhada pelo sistema politico instalado. Dentro da partidocracia, não há uma réstia de esperança.

Os alienados políticos, perdem o seu tempo, enganando-se a eles próprios, tentando enganar os outros, fazendo leituras de sondagens, para avaliarem as possibilidades do seu grupelho atingir o poder, sem se preocuparem com os caminhos a seguir, se acaso forem poder. O que lhes importa, é que o seu líder, tenha engenho e arte, para mais uma vez enganar os portugueses e lhes dar vitórias morais.  

Fui ingénuo, tive esperança, que dentro da partidocracia, aparecesse um líder a partir a loiça toda, tivesse a coragem, de defender o povo português dos vilões instalados. Essa esperança, esvaiu-se como a água por entre os dedos de uma mão.

A meu ver, dentro dos partidos políticos desde a extrema-esquerda, a direita, não há solução. Não passam de um cesto de grilos, cantando uns para cada lado onde ninguém se entende.

Portugal precisa de alguém, com coragem e determinação, que ponha cobro, a desumanidade instalada, que de voz aos portugueses, de forma ordeira, que os ensine a utilizar o voto, na escolha de governantes, sem cores partidárias. Governantes com qualidade, e não em quantidade.

Que façam cortes de cima para baixo, em despesismos públicos, deputados, fundações, reformas acumuladas, mordomias e stafes, que não se justificam no país real que temos.

Que negoceie com a tróica, prazos alargados com juros baixos, para recuperar o tecido produtivo, que este sistema destruiu. Que desenvolva o mutualismo, cooperativismo, recupere a agricultura, agropecuária e pescas. Que se reponha, o que estes senhores, subservientes a interesses alheios ao país destruíram.

Portugal é um país pequeno, esta ramificado com boas vias de acesso ao interior. Mas, de que servem essas vias de acesso, se esta democracia de má memoria. Não teve, nem engenho nem arte, para fixar as populações nas suas origens, e o interior está deserto.

Os portugueses, tem sido governados por uma democracia ditatorial, que poe e dispõe de um povo, como se de carneiros se tratasse. Os portugueses no seu todo tem de acordar, recuperar o direito de voto, que o partidarismo lhe retirou, com demagogias, que não serviram o povo.  

O ideal politica dos portugueses, não passa por comunismos nem neoliberalismos, passa por um humanismo fraterno, justo, onde todos tenham os mesmos direitos e obrigações.

Apareçam os homens de bem, capazes de acabar com estas orgias políticas, antes que elas de aventura em aventura, acabem com Portugal.

JPF
14/07/13    

sábado, 13 de julho de 2013

O Sistema politico Português, demonstrou tudo o que havia para demonstrar.




O Sistema politico Português, demonstrou tudo o que havia para demonstrar.


Decorridos cerca de 40 anos, a historia diz-nos com uma clareza aterradora, que, ou se acaba com o obscurantismo que representa o sistema vigente, ou ele destrói o país.

Este sistema, desde os primórdios da história da humanidade, é apontado como o pai de todos os vícios. Pai de todas as corrupções e utopias, testadas em outros países, que como em Portugal, os levaram, ao desvio do verdadeiro sentido governativo. Onde um povo, razão de ser de um governo, deve ser privilegiado, e não escravizado, a favor de pequenos grupos e de suas clientelas.  

Este sistema, assenta numa falsa política de bases, uma vez que estas estão divididas, em direções diferentes, em consonância com interesses de grupo, que fogem aos interesses comuns de um povo.

O voto deixa de ser a arma de um povo, porque é manipulado por interesses de grupo.

Dividir para reinar, é uma forma anti-natural de se governar. Um povo que não esteja unido, coeso, em torno de um ideal comum, de harmonia, paz e fraternidade, não pode ser bem governado, gera filhos e enteados, e consequentes assimetrias.

Em Portugal em termos de obscurantismo, e escravidão, foi-se longe demais. Só um néscio não consegue ver, que o sistema politico português é uma falacia, para servir a classe política dominante.

Já Platão dizia, que a democracia não servia os povos, mas sim quem governava. E que era necessário inventar uma nova ciência politica.

A nova ciência política é simples, elabore-se uma constituição, onde o povo português, readquira o seu verdadeiro estatuto, de garante de um país e de uma nação. E a partir das bases, forme-se uma pirâmide governativa, sempre controlada pelas maiorias, direcionada a um humanismo puro.

Enquanto o país, estiver dividido em cores partidárias, com políticas divisionistas. O voto nunca será a arma do povo. E o povo continuará a pagar as mordomias, e más governações, com corrupções a mistura, dos que em nome de uma falsa democracia, se governaram a custa do povo.

JPF
13/07/13 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A Bíblia desmascara as Seitas, que se dizem religiosas.




A Bíblia desmascara as Seitas, que se dizem religiosas.

Até quando os povos, se vão deixar enganar por políticos e religiosos, que deturpam a verdade, para imporem as suas grandes mentiras?

Até quando, os povos, não conseguem ver a árvore pelos seus frutos?

Até quando as seitas vão desculpar as suas multinacionais, com demagogias como o comentário que se segue, enviado por um elemento de uma multinacional, cujos líderes viajam pelo mundo, a custa dos que neles acreditam.
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A inveja! Esse mal terrível!

Se a pessoa invejada perdesse tudo que tem, isso seria uma alegria insuperável para o invejoso. Mas mesmo assim ele não teria muito o que comemorar ou não poderia comemorar isso
por muito tempo. Por quê? Porque ele padece de uma doença e é praticamente certo que vai começar a invejar outra pessoa em breve tempo. A enfermidade continua, com todas as suas garras afiadas, prontas para fazer perdurar sua relação de escravidão. Enquanto não se resolver a causa, não cessa o efeito.

A inveja patológica é terrível porque ela se alimenta todos os dias com o ódio e com os sofrimentos do próprio invejoso. Além de tudo, ela ainda desacorrenta o sentimento de uma certa covardia, já que o invejoso quase nunca se desentende abertamente com o invejado.

Em alguns momentos o invejoso chega, por exemplo, a se retirar de uma mesa, para manifestar desapreço ao invejado. Mas tudo isso não é feito de forma publicamente ostensiva.

O comportamento do invejoso (sobretudo do doente) é deplorável o (a) ele vive de cochichos (procurar rebaixar a glória de alguém falando em segredo); (b) é maledicente (fala mal do invejado, que se transforma para ele numa obsessão na vida); (c) sente grande alegria com o mal dos outros (“Bem feito”, “Ele merece”, “Há muito tempo isso já deveria ter ocorrido”); (d) sente muita tristeza com os bens alheios (materiais, naturais, intelectuais, espirituais etc.) e (e) guarda muito rancor (deseja muito mal o tempo todo ao invejado). Pior de tudo: de todos os pecados capitais (gula, luxúria, preguiça, avareza, orgulho, inveja e ira) a inveja talvez seja a única que quase ninguém admite. Ela vive escondida no seu interior. Por isso que é difícil de ser tratada

Todo sucesso alheio afeta o invejoso profundamente. Se o sucesso ascendente (do de cima) já é penoso, imagine o sucesso descendente (do de baixo)? Se o sucesso é mediatizado (se vai parar na mídia) o sofrimento é mais profundo. Ganha outro nível. Há doentes emocionais que, pelas manhãs, abrem os jornais já com a expectativa (ou receio) de alimentar a sua doença emocional e aumentar o seu (irracional) ódio. O invejoso, dizia Horácio, “emagrece com a opulência alheia”. “Onde reina a inveja não pode existir virtude” (Cervantes). O invejoso fecha as portas para o virtuoso.

A inveja gera, antes de tudo, muito sofrimento (é fonte de muita dor). Porque normalmente não é passageira. Quando muito duradoura deixa de te criar emoções negativas para virar uma paixão negativa. Aqui já estamos diante de um doente grave (doença emocional).
O invejoso é inseguro e supersensível, irritadiço e desconfiado. Faz o género de superior, quando, na realidade, se sente inferiorizado.

Se por acaso achar que se enquadra neste esclarecimento sobre a inveja e se quiser ver livre dela saiba que existe um excelente médico pronto a ajuda-lo a livrar-se dela. Ele é “O cordeiro (Jesus) de Deus que tira o pecado
do mundo (do homem) ”.  
De a sua opinião.

A resposta ou opinião, é-lhes dada pela própria bíblia,




A Bíblia Diz:

Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14-15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4-7). A lei gravada nas pedras, no Monte Sinai, extinguiu-se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6-11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22-25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21-31). As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1-6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem o sábado, a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés.


Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48-50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer a tudo o que ele ordena (Mateus 28:18-20).
Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão destorcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas ao desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: "Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo, não tarda, e a sua destruição não dorme" (2 Pedro 2:3).
Nota: nem na lei de Moisés, há o dízimo estabelecido, há dois casos ocasionais, movidos pelas circunstâncias. E as dadivas citadas por Saulo de Tarso, posteriormente S. Paulo, que não foi apóstolo de Cristo, mas também ele não cita valores fixos.

Ao renegarem estes versículos, estão a renegar a Nova Aliança, a Bíblia que vos serve de suporte, para as vossas mentiras, e ainda o Cristo de que tanto falais.

Ainda não reparaste que renegando Cristo, não respeitando as suas leis, é imposturice, dizer que o tendes no coração como afirmais. 

Não vos enganeis a vós próprios, as vossas monstruosas mentiras começam a estar mais que identificadas.

Não há envejas, há decência, coisa que não conheceis nem respeitais.

Os dinheiros que acumulais, que extorquis, sacais, a crentes inocentes, que dão origem as vossas multinacionais, contrastam, são uma afronta, a fome e miséria que uma grande faixa da humanidade, vive na terra.

Não confundam inveja com decência, pudor, dos que lutam pela verdade e pelo amor, denunciando a vossa ganância o vosso despudor.

Sois a escória dos mundos em que vivemos, que vivem a custa de inocentes, dos mais pequenos. Que não tem cabeça para pensar, e por diabos das escrituras que sois, se deixam infantilmente enganar.

Desconheceis os caminhos do espírito, do amor, e só com pressões, medos e temores, conseguis atemorizar.

Isso não é evangelizar. É amedrontar, para que recorram a vós com o dizimo não mão, para vossas vidas pessoais vingar.


Sois a escória a aberração, deste mundo em transição, que com as vossas fantochadas vai acabar, colocando-vos nos vossos infernos, onde é o vosso lugar. 

JPF 

Fracasso do amor:

  


Fracasso do amor:

O amor; nas suas múltiplas vertentes, pertence ao polo positivo desta humanidade, é a base de tudo o que de bom nos acontece, e nos eleva a planos mais altos, que se predem com os caminhos do espirito, nosso verdadeiro ser.  

Infelizmente para esta civilização, o materialismo que nos levou ao caos, impôs-se ao amor, destruiu a célula da família, onde a cultura do amor começa, alargada ao ensino, cujos currículos, despidos de conhecimentos essenciais, geraram enormes assimetrias, destruição e morte.


A célula familiar é construída, sem o menor cuidado, onde predominam os sentidos físicos, baseados num beleza, e num materialismo finito. Onde se esquecem, porque se desconhecem, valores e conhecimentos, que transcendem a matéria.

No namoro, tempo de ajustamentos, entre duas pessoas de sexos diferentes, os sentidos físicos falam mais alto, e levam-nos a esquecer que os sentidos enganam. As imagens que transmitem a mente são exteriores, coadjuvadas por conhecimentos e valores, que vem do exterior, de fora para dentro, nem sempre reais, verdadeiras, levando-nos a viver uma realidade de aparências, distanciadas da essência de ser, eterno, duradoiro, do verdadeiro amor.

Vivemos em mundos de energias, sujeitos a dois códigos genéticos, espiritual e humano. O conhecimento e combinação destas duas géneses, dizem-nos, se estamos no polo positivo ou negativo, se somos do bem ou do mal.

Se pertencemos ao polo positivo, cultivamos energias positivas, que por sua vez, nos atraem entidades dos mundos astrais, positivas, ou se quisermos, temos os nossos anjos da guarda, a apoiar-nos com intuições positivas. Neste polo, somos despidos de egoísmo, vivemos para o amor em todas as suas vertentes, o bem dos outros é o nosso bem. Somos orientados de dentro para fora, por seres de planos vibratórios superiores. E quando estamos conscientes dessa realidade, deixamo-nos guiar, porque tudo é plasmado na quarta dimensão, que transmite a nossa mente, o que é melhor para nós, e isso traz-nos paz, tranquilidade.  

Se pertencemos ao polo negativo, vivemos a merce dos sentidos, e de tudo o que vem de fora para dentro, estamos desligados da essência do ser. Sujeitos as baixas vibrações de entidades espirituais que nos rodeiam. Somos o para raios de tudo o que é negativo e mau. Infernizamos a nossa vida, e a dos outros.

Uma relação, entre dois seres de polos positivos diferentes, que cultivam energias diferentes, dificilmente dá certo. O negativo, vampiriza o positivo, e a fusão sexual de dois corpos, que devia fortificar o amor, leva o positivo, a ficar dececionado, fragilizado, acabando por se destruir, o que a ilusão provocada pelos sentidos físicos construíram.

O namoro, numa grande maioria de casais, não serve de nada, gerando uma célula familiar negativa, assente em falsos valore. Porque ao longo de seculos, tem predominado o obscurantismo. Que, para fazer vingar, profissões fáceis e rentáveis, nos esconderam os caminhos do espirito e do amor.  

JPF
12/07/13

domingo, 30 de junho de 2013

O poder politico português, destruiu o país.




O poder politico português, destruiu o país.  

O nível médio dos governantes dos povos, numa escala de valores de 0 a 20%, ainda estão longe dos 10%.

Privilegiaram-se valores, finitos, efémeros, temporais, em detrimento de valores intemporais, sustentados, que levam ao equilíbrio, a dignidade humana.

As assimetrias, são aterradoras. Uma percentagem pequeníssima, que não atinge 3%, que vivem no supérfluo, daria para acabar com a fome que grassa na terra.

Dando como exemplo o meu país, Portugal, onde se enraizou no poder político, um conceito anti-natural, que só alienados ou loucos não conseguem ver.

Criando um sistema governativo, que absorve em proveito próprio, com stafes desnecessários, para criar a sustentabilidade de grupos, através de clientelas. Os proventos da força de trabalho de um povo, que a nível europeu se encontra abaixo do vencimento médio, são no mínimo comportamentos irracionais. E mais incompreensíveis e irracionais se tornam, quando é o povo a pagar a fatura destas irracionalidades políticos.

Quando aparece no parlamento uma proposta, para impedir o povo, de se manifestar nesse parlamento. Só um pensamento nos ocorre, estamos em presença de um sistema ditatorial, em que uma minoria pequena, pretende escravizar Portugal.

A democracia portuguesa, foi implementada, por um punhado de vaidosos, visionários e loucos, que transformaram Portugal, num país irreal, virtual. Vendedores de ilusões, que puseram a frente dos interesses de um povo, as suas primárias ambições.  

Se numa empresa, os administradores gastam mais, do que o volume do negócios produz, mesmo sacrificando os trabalhadores, a falência é certa.

Os políticos portugueses, consideraram Portugal uma grande empresa, outorgando-se em seus donos, pondo e dispondo, dos portugueses como se fossem seus donos. Explorando-os criminosamente em proveito próprio.  

Este sistema politico, é irreal, virtual. Esta longe de um humanismo, rigor e verdade, que é necessário implantar.

Onde predomine, dignidade, amor e verdade.

JPF
30/06/13