Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Fonte do mel - Serra da Aboboreira.

Fonte do Mel.

Ao ver esta imagem, 
fiquei chocado, com tristeza, 
ao ver o abandono a que te votaram,
os predadores da natureza. 

Ha ervas daninhas,
lixo.. imundície  a tua volta, 
que mexe comigo...,
me incomoda.... revolta. 

Quando a Serra da Aboboreira subia,
de carro, carrinha ou a cavalo,
eras a paragem obrigatória,
meu ponto de repouso,
historia da minha historia. 

Contigo partilhei sentimentos..., 
de bons.... e maus momentos,
foste a leal companheira, 
serena, segura, prazenteira. 

Acalmas-te a minha sede,
física e mental, 
alivias-te meus ombros,
de sentimentos do mal. 

Essa é a função,
Que teus predadores não perceberam,
Quantos milhões de pessoas,
Por ti passaram…..
E da tua água beberam?

És ponto de paragem de pastores,
Transeuntes e caçadores,
....Pensadores....
Que em ti confiam e confiaram,
De imensa fauna bravia,
Que te visita…., noite e dia,
Passam e passaram.

Fonte do mel,
Rodeada de historia,
Que se perde no tempo…
….se cobre de gloria.

Haja Deus ou uma vassoura,
De giesta enfiada num pau,
Haja dignidade,
Limpe-se o que esta mau.




  

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Serra da Aboboreira



Serra da Aboboreira:

Montado em meu cavalo,
Teus recantos explorei,
Retendo-os na memória,
Fazem parte da minha historia,
Fazem parte da minha grei.

Teu prazenteiro planalto,
De inolvidável beleza,
Sem peias ou tibieza,
Tem muita historia para contar,
De povos que perfuram os tempos,
E viveram naquele lugar.

Parado, montado, em meu cavalo,
Em frente aos seus monumentos,
Deixava meus pensamentos,
Desenfreados cavalgar,
Por temos que se perdem no tempo,
Procurando ver gentes daquele lugar.

Movendo rochas,
A cuja técnica,
Ainda não consegui chegar,
Não sei como seria?
Mas só o domínio da gravidade,
Mo pode explicar.

Teus monumentos,
Cabeços e vales,
Regatos e ribeiros,
Coelhos, perdizes, javalis,
Raposas matreiras,
Povoam a minha mente,
Qual…,
Cordão umbilical…,
Que me liga a tua luxuriante natureza,
Carregada de história, magia, beleza.

Hoje, bem longe,
Continuas a ser o meu refugio…,
A minha guarida…,
Onde na voz do teu silencio,
Oiço a voz do meu silêncio.

Freixo
07/08/2012

Energias provenientes da mente humana




Este texto que visa alguns esclarecimentos sobre energias, faz parte de um capítulo do meu livro ‘’Raízes do Mal’’
Poder da Mente
Se a nível mundial em horas certas, fosse feito um pedido para que todos indiscriminadamente, formulassem pensamentos forma, tendentes ajudar a resolver os problemas da humanidade; por exemplo: ‘’Deus é Amor e Verdade’’, com esta pequena e simples frase, dita e sentida bem do fundo de cada um de nós, durante meia hora, manipular-se-iam enormes quantidades de energia, ‘’luz astral,’’ capaz de minimizar, ajudar a resolver inúmeros problemas que a humanidade enfrenta, corresponderia a reposição de enormes quantidades de energia positiva, operar-se-iam autênticos milagres.
E, movimentar-se-iam autenticas legiões de espíritos de planos superiores para ajudar os espíritos encarnados nos homens, derrubar-se-iam as barreiras que separam as entidades de luz do homem, que não os consegue ver, por se encontrarem na mítica ‘’Caverna de Platão’’.
Este tipo de energia foi designado por ‘’Nahash’’ no ‘’Sepher Bereshit’’ de Moisés.
Os sábios antigos conheciam os segredos da vida universal em movimento e sabiam manipular a luz astral.
Eliphas Lévi, o descodificador de todas as iniciações modernas, revelou-nos nos seus livros; ‘’Dogme et Rituel de lá Haute Magia e na Clef des Grands Mystéres, a origem, a natureza e os meios necessários para utilizar esta energia presente em todos os seres e na natureza.
Este conhecimento estava espalhado pelo globo e era conhecido de todos os povos antigos, ligando entre si culturas completamente diferentes.
As estátuas gigantes da ilha da Páscoa:
Os Atlantes do templo de Tula, erguidos pelos Toltecas;
Os tótemes erigidos pelos peles vermelhas;
Os Deuses do México;
Os monólitos erguidos pelos celtas e pelos Hebreus;
O Bafomé dos Templários;
As Estatuas dos Santos;
Os colossos da Anatólia:
E muitos outros.
Estes monumentos denotam o conhecimento que as civilizações desaparecidas tinham de uma força natural e oculta, presente no meio ambiente.
O estudo das diferentes civilizações leva-nos a pensar que a feitiçaria é a sobrevivência degenerada de uma alta ciência do espirito.
Cuja chave, estamos em crer, se encontra no poder de um circulo muito restrito, que sempre existiram de iniciados.
Em 1910 e em 1954 o governo Mexicano tentou retirar para um museu a estátua do Deus Asteca da Chuva,  Tlaloc, venerada na aldeia Cuantlicham a 50 km da Cidade do México, as duas tentativas foram infrutíferas, originou feridos e mortos mas a estatua ficou, porque os camponeses estão convencidos que se deixarem retirar a estátua, deixa de chover naquela região.
Sigvald Linné, arqueólogo e especialista em civilizações pré – colombianas, realizou em 1952 e 1953 uma exposição em Paris e outra em Estocolmo, onde incluía um magnifico Chac Mool de Chichem – Itzá, Deusa da chuva. Em Estocolmo o número de visitantes foi de 212.431, pediu para não depositarem oferendas na taça que Chac Mool tem sobre o ventre. O pedido não foi tomado a sério, e no final da exposição o ídolo da chuva tinha uma conta bancária de 486,72 coroas, e nesse ano choveu torrencialmente.
As cargas de energia acumuladas nas estátuas, originam a sugestão, o pensamento consciente, e um ser psíquico de carácter coletivo, que se explica da seguinte forma: se diversas pessoas se juntarem e emitirem vibrações de natureza idêntica, nascerá um pensamento coletivo, um ser animado, de acordo com as forças emitidas, com possibilidades sempre crescentes.
Este é o segredo de todas as religiões, que nos dá a chave e explica algumas aparições miraculosas, e as tendências seguidas.
E alguns efeitos, que não justificam os meios utilizados por algumas seitas atuais.
Estas energias devem ser movimentadas positivamente, com fins altruístas, para atrair entidades superiores, se assim não for, atraem entidades inferiores, deve haver o cuidado de usar a palavra certa, musicas e cores, e as seitas, os cultos que a seguir vamos referir, não usam a palavra edificante, no bom sentido, não usam as cores e sons adequados, não movimentam energias positivas.
Inverdades, incutindo medos, um Deus que perdoa e castiga, ‘‘Demónios’’, e apocalipse, com um Cristo descaracterizado, diferente do verdadeiro Cristo, que conhecia, dominava e sabia utilizarmos estas energias.
Estes desvios e omissões, só por si, bastam para dizer que não estão no caminho certo, não é com bases erradas que se constrói um pensamento forma correto, os dogmatismos escondem a verdade, logo os seres invisíveis saídos destes núcleos de pensantes, enfermam de defeito, sem verdade não há luz, sem luz o homem anda as cegas, aos apalpões, permanece nas trevas, mexe com forças ocultas, é algo de grave, que prejudica em lugar de ajudar.
A forma como apresentam Deus, Cristo, ‘’Demónios’’ e Apocalipse, através do medo, é negativa, os reclames, as publicidades que fazem dos seus serviços é negativa, a opulência que demonstram, é negativa, as roupas escuras, de tons carregados correspondem a energias negativas, os sons metálicos das suas músicas, são negativos, as coreografias, agitação dos corpos, são negativas, as suas monocórdicas palavras são negativas.
A mão sempre estendida, para receberem em nome do seu Deus, é super negativa.
Os seres que estão por detrás destes grupos, não podem ser positivos, para gáudio, satisfação, das entidades desencarnadas que são atraídas pelo negativo, que como é natural vão dando corda, ajudando-os alimentar falsos egos, bem visíveis nos seus peitos inchados.
A humanidade ao consciencializar-se destes meios, tem de saber que só podem ser utilizados no sentido positivo, para tal tem de ser alertada para as consequências negativas que da sua má utilização lhe podem advir, uma vez que estas forças são poderosas.
Damos como exemplo a maldição do Faraó:
A Maldição do Faraó:
Dias antes da abertura do túmulo de Tutankhamon, o Dr. Mardrus, chamava atenção para o texto gravado em baixos-relevos do vale do Nilo, que diz o seguinte:
«Ó gentes das alturas, ó gentes das profundezas! Fantasmas sentadas nos peitos dos vivos, vós de carreiros e grandes caminhos, errantes da sombra noturna. E vós, das grutas do Ocidente, junto ao crepúsculo, hóspedes das cavernas, da obscuridade, que suscitais os terrores e os arrepios, e vós, sombras errantes que não nomearei, amigos da lua, e vós povos furtivos da noite, ó gentes dos túmulos! Vinde todos e sede minhas testemunhas e meus ajudantes.
Que seja nada a mão que se levanta contra a minha forma. Que seja nada aqueles que se encarniçam contra o meu nome, as minhas efígies, as imagens do meu duplo, a minha função.
O diadema real que domina a minha fronte vomitará a sua chama contra as suas cabeças, e as suas cabeças ficarão onde estão os seus pés.
Serão privados do seu nome, do seu corpo, do seu duplo, do seu Ka, do seu Bai, do seu Khou.
Cairão no braseiro de meu pai, Ámon. A desgraça chega depressa.
É esta a minha execração, e esta é a minha vingança, oculta no fundo do meu peito por toda a eternidade».
Este texto fez sorrir os espíritos fortes, mas por pouco tempo. As mortes e os acidentes inexplicados multiplicaram-se entre os profanadores deste lugar sagrado.
Lorde Carnavon, morreu em 6 de Abril de 1923 de uma picada de mosquito na face e originou uma infeção generalizada. No dia da sua morte o Cairo ficou mergulhado na escuridão, devido a uma avaria elétrica que nunca foi explicada. Na hora exata da sua morte, morreu o seu cão predileto. Em Fevereiro de 1929, com uma picada de inseto morria Lady Carnavon, meses depois seu cunhado Audrey Herbert Carnavon, suicidou-se com uma crise de demência.
Lady Carnavon já era a vigésima Segunda vítima, da expedição.
Quando em 1967 foi exposto o tesouro do jovem faraó, a cidade de Paris, local da exposição, foi assolada por vários fenómenos, que por razoes fáceis de perceber não foram tornados públicos.
A última vítima foi Mohammed Ibrahim, diretor das antiguidades Egípcias.
Em 19 de Dezembro de 1966, em reunião com os delegados Franceses encarregados de realizar a exposição de Tutankhamon em Paris, Mohammed Ibrahim revelou-lhes um sonho que tivera em que os Faraós o tinham proibido de deixar sair os tesouros do Egipto, do seu país. Não ligaram importância ao sonho, assinaram o acordo, e uma hora depois Ibrahim despediu-se e ao atravessar a rua foi atropelado mortalmente.
Ainda o tesouro não estava exposto a 24 horas, e Paris foi fustigado por um tufão que causou vários estragos.
Durante a exposição naufragou o petroleiro Torrey – Canion, junto a costa inglesa, pátria de Lord Carnavon, que originou uma maré negra que poluiu centenas de quilómetros quadrados e provocou a morte de milhares de aves marinhas.
Estes casos têm um certo parentesco, com os ciclones que fustigaram a Exposição Foex, no Icuatão, e com as terríveis tempestades que se abateram sobre uma equipa de arqueólogos americana, quando estudavam as gigantescas estátuas de Anatólia.
Consoante formos avançando nestes domínios, maiores serão as surpresas, e com elas muitas desmistificações serão feitas.
E aí, será atribuído a Deus o que é de Deus, a estas forças o que é destas forças, movidas pela mente humana, com a configuração e intenção, que a mente humana lhe dá.
Vejamos alguns exemplos: os aparecimentos de Cristo, são-nos relatados, aparecendo Ele, com uma imagem bem definida, radiante de luz.

O aparecimento de Santos, mais ou menos de acordo com a grandiosidade que tiveram, mas sempre envoltos em luminosidade.
 Aparecimentos a Moisés:
A serem verdadeiros ou a serem meias verdades, inclinando-nos obviamente para as últimas, os aparecimentos a Moisés, são-nos apresentados, sem forma, imprecisos, no meio de fumo e fogo, acompanhados de palavras sibilinas.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Mundos de energias, condicionam a vida do homem, a todos os níveis, político, social e económico.




Mundos de energias, condicionam a vida do homem, a todos os níveis, político, social e económico.

Vivemos em mundos de energias, que por sua vez, movimentam seres desencarnados de outras dimensões.
A terceira dimensão, é teleguiada pela quarta dimensão.
Tudo é energia, tudo vibra, tudo esta interligado, condensado na noosfera, circulo energético que envolve a terra, que por sua vez interfere energeticamente, esta ligada a outras noosferas, numa cadeia cósmica.

A pressão de energias negativas, provenientes da noosfera, tem condicionado o harmonioso desenvolvimento da terra.   

A nossa aparente liberdade de pensamento, esta condicionada a múltiplo fatores, quer dos planos físicos em que vivemos, quer dos planos astrais.
Vivemos entre duas forças energéticas antagónicas, positiva e negativa, bem e mal. Essas forças interferem no psiquismo do homem, pela positiva ou negativa.
Esta conclusão leva-nos a uma pergunta pertinente! Quem criou estas duas forças distintas? E a concluir que há Deus e Diabo, que naturalmente não combinam, são dois opostos. E, a perguntar naturalmente quais são as suas origens? Se recuarmos ao início desta civilização, perfurar-mos, civilizações que nos antecederam, bem visíveis pelos monumentos que nos deixaram, concluímos que a terra teve fazes cíclicas, com altos polos civilizacionais, que desceu de eras de ouro ao caliuga, era do ferro ou caos. Isto significa um retrocesso, que importa saber o porque, e para que, esta regressão da terra? Sabemos que o homem quando atingiu a cerebrização total, e a plena capacidade racional de pensar (pensamento é energia), deixou de ser guiado intuitivamente pelas forças criadoras, passou a ter mais autonomia, e a guiar-se pela sua mente, a desviar-se das forças da criação, Mente Cósmica ou se quisermos de Deus. Este conhecimento leva-nos a concluir que o mal, não é uma criação divina, mas sim da mente humana. Mas também sabemos que esta fase já estava ultrapassada. Por que razão as forças da criação, positivas, se deixaram subjugar pelas negativas, ao ponto do nosso planeta ter descido de eras de ouro, e se encontrar novamente no caos?
O nosso verdadeiro ser é o espirito, imorredouro, imortal, que precisa de se lapidar, partindo do nada, passando por varias provas. E para que assim fosse e seja, para que essa lapidação se Faça, basta a Mente Cósmica, Criadora, Divina, fazer encarnar na terra, um número maior de espíritos em estádio primário, inocentes, manipuláveis, caindo e levantando-se, criando por essa via o desequilíbrio. É no contacto com os dois polos, vencendo naturalmente as forças do mal, que se atinge o lado positivo o bem, de forma permanente e consciente.  
Estamos numa viragem de seculo e ciclo, segundo estudos sérios, 95% dos espíritos que estão a encarnar na terra, provem de planos superiores. O que significa que a terra vai deixar de ser um planeta de expiação e provação. Iniciando por essa via a ascensão a era de ouro, onde as relações sociais, são harmoniosas e justas. Ao longo da noite negra desta humanidade, tivemos homens que pelos seus conhecimentos e valores, se transformaram em pontos de luz desta humanidade, em marcos históricos intemporais. A partir da década de 80, são inúmeras as crianças que desde tenra idade, demostraram elevados conhecimentos, impróprios para a sua idade. Algo de transcendente e grande se esta a operar na terra, que passa ao lado de uma grande percentagem de seres, que ou alinham os seus planos vibratórios, com os evolutivos da terra ou na qualidade de entidades espirituais, se veem obrigados abandonar a noosfera da terra, e a serem aspirados para planos vibratórios, de planetas inferiores a terra.
As políticas do futuro, tem por base fraternidade, amor e verdade, culminando numa anarquia, onde não são necessárias leis, uma vez que o homem, interioriza, respeita, e sabe, que a sua liberdade termina, quando colide com a liberdade do outro.

As políticas de galinheiro ou guerras intestinais, a medio prazo têm os dias contados.     
As forças subversivas, que em nome de uma democracia, subvertem a própria democracia estão nos seus últimos lustres.
Verdade e fraternidade, será a palavra de ordem. E com ela, mitos políticos e religiosos, estão a beira do fim.
Para o bem de um mundo mais fraterno e justo. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Democracia Portuguesa; e os miasmas que devemos anular.






Democracia Portuguesa:

Nos primeiros passos da democracia Portuguese, vi, e afastei-me, dos caminhos obscuros e sinuosos, que estavam a ser trilhados!

Trinta e oito anos depois, concluí, que a corrupção e obscurantismo, foram  longe demais, não devemos ficar calados.

E em unissono, gritemos bem alto:

Inverta-se a maldição do Faraó,
Clamem-se aos céus e as forças do bem,
Aos anjos e santos deste mundo e do além,
Para que o obscurantismo caia por terra,
Seja pó, cinza,
Que o vento leve para bem longe,
E se inicie uma nova era.

Que os  arautos do obscurantismo,
Ludibriadores de povos incautos,
Sejam pelas forças do amor e verdade amordaçados,
Se corte com o vitupério,
Se corte com a inverdade,
Para que se altere o rumo,
Deste mundo corrupto, de desamor e falsidade.

Que seitas e religioes,
Castradoras do conhecimento...
Base de todas estas aberracoes...
Com maus politicos de maos dadas...
Sejam identificadas...
Dos tecidos sociais anuladas...
Para que vingue a fraternidade...
Haromonia e paz...
Se formem novas mentalidades...
Onde cresca um homem novo...
Partindo de um novo rapaz.

Atraves dos bancos da escola...
Com programas de educacao diferentes...
Onde cedo perceba...
Os mecanismo da mente...
Se renovem mentalidades...
Produzam pensamentos de amor...
A tudo... e todos abrangentes.


Só o conhecimento, amor e verdade libertam o homem,
Só politicas de amor e verdade,
Anulam as diferenças,
Porporcionando uma distribuição equitativa,
E a consequente felicidade.
Em liberdade... harmonia... verdade.
JPF
   

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sem Palas Laterais




Sem palas laterais:

Um grande número de socialistas, continuam a praticar uma alô-redencao, imposta ao mundo ocidental, por mitos religiosos, que estão a ruir como castelos de cartas, avizinhando-se-lhe o fim a muito curto prazo.

O ruir desses mitos, deve-se ao facto de terem sido incapazes, de pedirem perdão ao mundo pelos crimes cometidos, e ao mesmo tempo silenciar, todos aqueles que no seu seio, apontavam caminhos diferentes. Os exemplos são muitos, mas devido ao espaço, vamos referir dois.

1 – O papa João XXIII, preconizou através do Vaticano II, uma viragem, uma inversão total dos caminhos seguidos, onde constava a substituição da alo-redenção, por uma Auto-Redenção. A última significa, erraste, arrepende-te aqui e agora, e não voltes a errar. A primeira significa, erraste, pagas o dízimo aos intermediários de Deus na terra, e, ele passa uma esponja. Com a morte prematura do Papa, o Vaticano II, passou a ser letra morta, ao ponto de se recuar trezentos anos no tempo, ao concílio de Trento, para se elaborar o catecismo da Igreja.  As velhas arvores prevaleceram, nem a igreja, nem os seus crentes se renovaram.

2 – O Papa João Paulo I, foi escolhido pelo seu aparente falta de carisma, por considerarem que seria facilmente manipulável. Mas, como depois de colocado no poder, lhes demonstrou que sabia o que queria, não perderam tempo, 33 dias depois acabaram-lhe com a vida.

Estes exemplos, quer queiram ou não, aplicam-se ao partido socialista. O partido socialista, se quer reconquistar a confiança dos portugueses, tem que lhes demonstrar de forma visível, que cortou com o passado. Que quer o poder, para servir os portugueses de forma equitativa, e não para servir os seus líderes. Tem de praticar uma Auto-Redenção, assumindo os erros e renovando-se de dentro para fora.

Os socialistas tem de enfrentar a verdade, por muito que lhes custe, por muito que lhes doa. Uma vez que essa verdade é terrivelmente amarga. Nestas páginas, há cultos extraordinariamente ridículos, a figuras, que são de topo, pela negativa. Que ao contrário do que muitos pensam, prestaram um mau serviço, ao P S e aos portugueses, uma vez que participaram e estiveram na origem do capitalismo selvagem que se instalou em Portugal. Neste ponto, vou postar um comentário da Ana Gralheiro, que subscrevo integralmente, uma vez que conheço as matérias e também o podia ter escrito.  

De Ana Gralheiro:

A LUCIDEZ DE MÁRIO SOARES...


A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Pari
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.

A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.

A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.

A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"..

A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.

A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.

A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.

A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.

A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.

A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando de diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).


A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar
57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França -21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).


A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma voltinha de tartaruga.

A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.

A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.

A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.

A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.

A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.

A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.

A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na... Fundação Mário Soares.

A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.

A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.

A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o diretor do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.

A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.

A lucidez que lhe permitiu considerar José Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.

A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.

A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.

A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.


No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.


Vai.... e não volta mais.

Para que o partido socialista assuma as suas linhas pragmáticas, de humildade, frontalidade e liberdade, em fraternidade, e as torne visíveis aos olhos dos portugueses, tem que se renovar e assumir os erros do passado.

A verdade dói, não vos queria magoar, mas é necessário para que as coisas mudem. Esta em causa o bem dos portugueses.  

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Humanismo e Socialismo




Humanismo e Socialismo:

Humanismo e socialismo, num entrosamento perfeito, são os espaços naturais do futuro, conquista-los, chama-se irreversível evolução, mas para tal o homem precisa de se conhecer.

A grandeza do homem, reside no conhecimento de si mesmo. E é deste conhecimento que lhe advém as regras sociais a seguir.


A pequenez do homem é aparente, corresponde a uma visão limitada do plano físico em que nos encontramos.

O homem no seu todo, é um ser integral, um viajante do cosmos, transcenda a dimensão em que temporariamente vivemos. O nosso ser primeiro é o espirito, que não pode ser confundido, com o seu veículo mais tosco, o corpo físico. O corpo material, e o estatuto social, estão condicionados a um código de barras anterior a esta vida, que por sua vez determina vidas futuras.

Há uma enorme cadeia, a que homem esta ligado, nos caminhos do cosmos, é o conhecimento dessa cadeia, e desses caminhos, que nos advém um conhecimento aproximado da sua grandeza.

Há uma irreversível evolução, visando o aperfeiçoamento do espirito que anima o homem, em estádios diferentes, condicentes com as suas necessidades evolutivas. Estas diferenças, ligadas a lei de causa e efeito, determinam o tipo de vida, e de posição social, que mais se reajusta a etapa a percorrer na terra.

Um mendigo hoje, pode ter sido um homem rico no passado, um homem poderoso hoje, pode nascer e viver na sarjeta no futuro.

Um homem generoso, correto e justo hoje, verá estes dotes ampliados no futuro, os seus planos vibratórios, serão cada vez mais elevados, mais próximos de algo extraordinariamente grande, que a nossa mente neste plano físico, não consegue alcançar, a que gosto de chamar, o Deus Uno e Único dos Universos, este homem viciou-se nas leis do amor, começa a ter uma perceção dos caminhos do cosmos, das energias que nos movem, dos pensamentos que as produzem. Para este homem já não há regressão, mas um evoluir constante, a caminho da verdade universal, e do natural conhecimento de si mesmo.

Recorrendo aos homens intemporais do passado, aos estudos do fim do século que termina, que continuam neste século cada vez mais avançados. Obtemos bases sólidas, para anular o obscurantismo em que politicas, seitas e religiões mergulharam o homem, reduzindo-o a um animal inferior perante as elites dominantes. Aliás era esse o objetivo, omitir conhecimentos do passado, para dividir, reinar e escravizar.

O homem no seu todo é um ser de extraordinária grandeza, este conhecimento, que tem por acréscimo os caminhos a percorrer, fazem do homem um ser livre, que sabe os caminhos que deve percorrer sem precisar de falsos credos ou religiões, com que foi bombardeado ao longo de séculos, que só serviram para o matar, espoliar, e desviar do real conhecimento de si mesmo.

Estes conhecimentos, generalizados no início desta civilização, de que fomos afastados por interesses de grupos, aliados aos estudos atuais, apontam-nos com muita clareza os caminhos a seguir. Que passam naturalmente, por fraternidade, frontalidade e verdade. 

JPF