Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O Sistemas Políticos Portugueses estão Doentes






Sistemas políticos importados!


Nas páginas sociais, e blogue, tenho condenado com alguma veemência os sistemas políticos importados. Condenação que vale o que vale, de acordo com a audição que tenho. Essas condenações ou apontar do dedo, nunca tiveram nem tem por objetivo, critica por critica, mas sim para se faça uma analise, se veja o que esta errado, se identifiquem os erros do passado e se evitem repeti-los. 

O nosso planeta é constituído por uma enorme multiplicidade de homens e mulheres, com raízes, raças e cores diferentes. Há países que foram delimitados pelos donos da terra, por linhas, em mapas, que originaram fronteiras dividindo povos com as mesmas raízes, usos e costumes. Mas como se isso não basta-se, do dito civilizado e velho continente, exportaram-se, impuseram-se sistemas políticos, que fogem as realidades e raízes dos povos, numa grande maioria implantados pela força.


Estamos numa viragem de seculo e ciclo, são fortes os ventos de mudança a todos os níveis, o conhecimento que a algumas décadas atrás tardava a chegar ou não chegava ao esbarrar com as fronteiras do obscurantismo, hoje chega aos quatro cantos da terra em tempo útil. Lutar contra um conhecimento, que se desenha mais humano e justo, é incorporar o papel do D. Quixote, que lutava contra os moinhos de vento. 

Os sistemas políticos exportados por uns, e importados outros, que deram origem a terríveis depurações, são muito bonitos no papel, mas, os seus mentores, esqueceram o ponto mais importante, as naturais diferenças que existem na mentalidade do homem e suas raízes. Somos aparentemente iguais, mas maravilhosamente diferentes. 

Com a exclusão dos países que foram divididos por linhas traçadas em mapas, cada país e cada povo, tem raízes, usos e costumes diferentes. Logo os sistemas políticos deviam ter sido reajustados a essas diferenças.

A água cristalina, pura, se for retida num recipiente qualquer, acaba por apodrecer. Com algum espanto, ainda nos é possível verificar que há sistemas políticos, que pararam no tempo, estagnaram, não evoluíram, continuam fieis a cartilhas, cuja prática é depuradora e utópica. Com agravante de utilizarem o velho ditado (olha para o que eu digo e não para o que eu faço).

A inovação e mudança, não passa do ovo de colombo, basta tirar-lhe a carga bélica e animista, reajustando-a aos povos, tendo em conta as suas diferenças. Demonstrando uma postura politica, por atos, numa base de frontalidade, verdade e fraternidade. As palavras já não convencem ninguém, pelo menos os mais atentos. 



Para que qualquer sistema politico, sirva o povo, tem de ser alargado as bases, para que estas analisem e fiscalizem, e dessa forma votem em consciência, e neutralizem, evitem, barões e tubarões dentro dos partidos, que acabam por ser predadores do próprio povo que os elegeu. Um politico não pode ou não deve ser eleitos porque é amigo de (A) ou (B), seus lindos olhos ou palavras, mas sim pela sua postura, como estadista.

Para que Portugal se cumpra, e o V Império Vingue, se concretize.





A Grande Nação  Portuguesa.


A língua portuguesa, esta estrategicamente implantada nos quatro continentes, se considerarmos que o acaso não existe, olharmos a mistura de raças que deu forma ao Portugal continental, adicionando-lhe a multiplicidade de povos, com diferentes credos, raças e cores, que dão forma a uma enorme nação, ligada pela língua portuguesa espalhada pelo mundo, aliando-lhe o conhecimento de que Portugal foi um projecto Templário. Podemos naturalmente pensar que a construção e percurso desta enorme nação, se deve a um conjunto de forças que transcende a mente racional da maioria das suas gentes.

Este blogue tem por finalidade demonstrar ao homem físico, que tem uma visão limitada dos mundos em que vive, dos universos de que faz parte. Tem por finalidade provar-lhe demonstrar-lhe, que os planos físicos são reflexos, dos mundos espirituais energéticos. Que o nosso ser primeiro verdadeiro é o espírito imorredoiro, que vive mais tempo em planos energéticos que no planos físicos.

Portugal tem os seus obreiros nesses planos, faz parte de um projecto que transcende os planos físicos, assim como a mente do homem neste plano.

Portugal foi construído e liderado por verdadeiros estadistas, que no imediato, no presente, construíam para o futuro, temos inúmeros exemplos destes homens de estado, mas fiquemos por dois: D. Dinis, mandou plantar o pinhal de Leiria e Azambuja, para suster as areias e, muitos anos mais tarde, extrair madeiras para construir as Naus utilizadas nos descobrimentos. Os descobrimentos pela forma como foram liderados pelo Infante D. Henrique, deram origem a esta enorme nação. Isto não é obra do acaso, há algo de inteligente e grandioso por trás de tudo isto.

É necessário, que o Portugal estado, alargue os seus horizontes a grande nação portuguesa, e no conjunto, elaborem projectos, visando no presente e futuro o bem comum, destes povos irmanados pela mesma língua.

Há a meu ver um enorme trabalho de casa a fazer, é necessário que os portugueses, se consciencializem, da vastidão da grande nação portuguesa e das suas potencialidades. Saibam distinguir o verdadeiro político do demagogo, que no fundo não é difícil! O demagogo promete tudo e não cumpre nada, esta em permanente campanha eleitoral. Não toma medidas anti-populares, tendentes a resolver problemas de fundo, presentes e futuros, pratica uma politica do deixa andar, ornamentada, com as mais torpes mentiras. É um ser extremamente limitado porque não consegue ver, perceber que o tempo é mestre, que acaba por trazer ao cimo toda a sua demagogia e incompetência. O governo atual de PPC, e seus antecessores são exemplos vivos, da classe de demagogos que governou Portugal, desviando-o da sua essência, das suas raízes e do caminhos que estão a vista, que para bem de Portugal e dos portugueses tem de ser percorridos, com realismo, sem demagogias politicas.

No enquadramento das minhas linhas de pensamento, expressas neste blogue, vivemos em mundos de energias, positivas e negativas. As politicas de direitas, esquerdas e centros, que se praticam em Portugal, só serão validas quando se abdicar da hostilidade permanente, e se defendam os interesses do povo, com ideias validas concretas, em reuniões consensuais, de forma harmoniosa, amistosa, sem a carga negativa, hostil, que caracteriza os esquerdistas portugueses. Estas fórmulas importadas, que estão a ser abolidas no mundo, não cabem em Portugal, nem servem o povo português. Só optando por governos onde impere a harmonia, paz e fraternidade, estaremos no pólo de energias positivas. O que equivale dizer, fora do obscurantismo e do pólo negativo, que tem governado Portugal e o mundo.

A ideologia comunista, espécie em extinção, para se implantar, fez milhões e milhões de mortos no mundo, e não se implantou.

O socialismo e social democracia, com a sua ténue capa de verniz, eivado de vícios, deu origem a um capitalismo selvagem, levaram Portugal a ruína.

Os portugueses ou qualquer povo, precisam de quem os defendam. E de acordo com a historia atual, ligada a ditadura, o povo tem sido o escravo. E políticos e seus compadres, os grandes senhores. Para que se inverta o paradigma. Tem de ser o povo, de forma ordeira e serena, a controlar mais de perto o poder.

Portugal precisa de um novo rumo, com estadistas, escolhidos pelo povo, que preparam hoje, o amanha, e não de demagogos que só pensam no hoje, em termos de recolha de votos, e descuram a boa governação e o amanha.


Passemos ordeiramente, através do conhecimento, para o pólo positivo desta humanidade. Sejamos novamente farol do mundo. E este o V Império que falta cumprir.

Defendendo com serenidade e rigor:


A VERDADE, HUMANIDADE, EM FRATERNIDADE.

JPF


    

Aboboreira: Serra Bendita e as Pombas Brancas.


Aboboreira: Serra bendita!
Pombas brancas.

Acabara de perder o segundo ente querido
O turbilhão de sentimentos que me povoavam alma e coração
Fui partilhar contigo
Serra bendita…!

Recetáculo do meu amor... e da minha desdita.

Subi ao penedo mais alto
A seguir a serrinha
A desdita era tua e minha
Estavas rodeada de chamas
O fumo e a borrasca pairavam no ar
Os dois... com o coração a sangrar.

Em cima do penedo
Com os olhos da mente
Olhar vago... perdido
Neste mundo insólito
Que não fazia sentido.

De repente... a minha frente
Num espaço de verdura junto a rocha
Poisaram duas POMBAS BRANCAS
De imaculada alvura
Indiferentes a minha presença
Transmitiam pureza… e inolvidável ternura.

Elevaram-se no ar
Segui-as com o olhar
Para tentar decifrar
A sua proveniência
O seu lugar.

Perderam-se no espaço
Não eram deste lugar
Vieram deixar uma reste-a de esperança
E para sempre ficar…,
Na minha lembrança.

Meu filho... que acabara de partir
Na sua primeira quadra
Seu primeiro poema
Desenhou uma Pomba branca
Com um ramo de oliveira no bico
E dizia:
‘’Quero um mundo novo
Onde reine harmonia e paz
Cresça e viva
Um novo rapaz’’.

Pombas brancas,
Que retenho na memoria,
Fazeis parte da minha vida,
Da minha história.

AMO-VOS,
POMBAS BRANCAS. 

Emerge Um Homem Novo

I

Emerge um homem novo,
Do Adâmico muito diferente,
Olhos postos no cosmos,
Uma visão abrangente.

Aos mundos que nos rodeiam,
Fazem parte da nossa génese,
Gravados…
Na mente individual e coletiva,
E que por culturas erradas,
Nos foram indiferentes.

Surge uma nova ordem das coisas,
Jamais será como antes,
Desta grandiosa revolução,
De contornos edificantes.

Os campos vibratórios da terra,
Estão em acelerada mutação,
As influencias interplanetárias,
Apontam-nos a nova direção.

Coordenada pelo coração e mente do homem,
Que acorda, começa a pensar,
Que tem de elevar seus planos vibratórios.
E aos novos da terra reajustar,
Para não ser banido da terra,
E nela continuar.


2012,
É o ano da bem-vinda e completa transição,
Alteram-se valores,
Derrubam-se velhos conceitos,
Norteados pela ambição,
Que enfermam de defeitos.

De um homem limitado,
Ao plano físico agarrado,
Nesta passagem na terra,
Desconhecendo os novos mundos,
Que nos aponta a nova era.

Acabam-se os dogmas,
Extinguem-se os mistérios,
Impostos por velhas teologias,
Sem razão, sem critérios.

A mente do homem,
Abrem-se a novos conceitos,
Sobre os caminhos do mundo,
Nestes cósmicos universos,
Com um sentido profundo,
Numa total iniciação,
Marginalizando os lados perversos,
Seguidos até então.

De uma humanidade que não faz sentido,
Que centrou seus horizontes,
Com o epicentro no seu externo umbigo.

Os seus lustres estão no fim,
Emerge a nova verdade,
Da penumbra das desilusões,
Da velha e gasta sociedade,
Carente de amor, harmonia e solidariedade.

Em fins de 2012, a terra fica totalmente absorvida, pela nova influencia planetária que correspondente a era de Aquárius. Os campos vibratórios da terra, serão substancialmente elevados, por esta benéfica influencia. E, ainda, pela elevação vibracional da mente do homem.

O elevado número de espíritos de planos superiores que esta a encarnar na terra, dará um enorme contributo, para a concretização desta mudança. Que corresponde, para o homem, a uma iniciação a todos os níveis, nos caminhos do cosmos.

O homem no plano físico, a exemplo dos muitos iniciados que passaram pela terra, terá uma visão alargada aos planos do espirito. Os hoje 10% do seu consciente, serão substancialmente alargados, levando-o a um conhecimento profundo dos mundos do espirito. Assim como as regras ou leis que o regem os caminhos cósmicos.

Este elevar e nivelar, de planos vibratórios, entre a humanidade pensante e a terra, terá custos elevados para todos aqueles, que não acertem os seus planos vibratórios com os da terra e a maioria pensante. Sem sintonia não há interação, que leva a exclusão.

A terra por esta via, esta na terceira casa sideral, com portas e janelas abertas para a quarta dimensão. Os espíritos que não acompanhem esta evolução, que não alinhem o seu campo vibracional com o da terra, serão absorvidos pelo planeta intruso de baixas vibrações.

O Planeta Intruso; com o número 666? – Localiza-se numa órbita de 6.666 anos. Ou seja, a cada 6.666 anos o sistema do planeta aproxima-se do nosso sistema Solar. Como nada está imóvel no universo o nosso planeta Terra gira em torno do Sol. O sistema Solar gira em torno da constelação de Plêiades cuja estrela central recebe o nome de Alcione. Cada constelação (grupo de estrelas), gira em torno do centro de uma galáxia (grande aglomerado de bilhões de estrelas).

Assim ocorre que em tempos determinados as constelações aproximam-se umas das outras.

A besta apocalíptica adota o nº 666 do astro intruso. Cujo numero, Nostradamus inverteu para 999, daí a confusão relacionada com esta data. E o profeta diz: “Quem tem olhos para ver…”

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Fonte do mel - Serra da Aboboreira.

Fonte do Mel.

Ao ver esta imagem, 
fiquei chocado, com tristeza, 
ao ver o abandono a que te votaram,
os predadores da natureza. 

Ha ervas daninhas,
lixo.. imundície  a tua volta, 
que mexe comigo...,
me incomoda.... revolta. 

Quando a Serra da Aboboreira subia,
de carro, carrinha ou a cavalo,
eras a paragem obrigatória,
meu ponto de repouso,
historia da minha historia. 

Contigo partilhei sentimentos..., 
de bons.... e maus momentos,
foste a leal companheira, 
serena, segura, prazenteira. 

Acalmas-te a minha sede,
física e mental, 
alivias-te meus ombros,
de sentimentos do mal. 

Essa é a função,
Que teus predadores não perceberam,
Quantos milhões de pessoas,
Por ti passaram…..
E da tua água beberam?

És ponto de paragem de pastores,
Transeuntes e caçadores,
....Pensadores....
Que em ti confiam e confiaram,
De imensa fauna bravia,
Que te visita…., noite e dia,
Passam e passaram.

Fonte do mel,
Rodeada de historia,
Que se perde no tempo…
….se cobre de gloria.

Haja Deus ou uma vassoura,
De giesta enfiada num pau,
Haja dignidade,
Limpe-se o que esta mau.




  

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Serra da Aboboreira



Serra da Aboboreira:

Montado em meu cavalo,
Teus recantos explorei,
Retendo-os na memória,
Fazem parte da minha historia,
Fazem parte da minha grei.

Teu prazenteiro planalto,
De inolvidável beleza,
Sem peias ou tibieza,
Tem muita historia para contar,
De povos que perfuram os tempos,
E viveram naquele lugar.

Parado, montado, em meu cavalo,
Em frente aos seus monumentos,
Deixava meus pensamentos,
Desenfreados cavalgar,
Por temos que se perdem no tempo,
Procurando ver gentes daquele lugar.

Movendo rochas,
A cuja técnica,
Ainda não consegui chegar,
Não sei como seria?
Mas só o domínio da gravidade,
Mo pode explicar.

Teus monumentos,
Cabeços e vales,
Regatos e ribeiros,
Coelhos, perdizes, javalis,
Raposas matreiras,
Povoam a minha mente,
Qual…,
Cordão umbilical…,
Que me liga a tua luxuriante natureza,
Carregada de história, magia, beleza.

Hoje, bem longe,
Continuas a ser o meu refugio…,
A minha guarida…,
Onde na voz do teu silencio,
Oiço a voz do meu silêncio.

Freixo
07/08/2012

Energias provenientes da mente humana




Este texto que visa alguns esclarecimentos sobre energias, faz parte de um capítulo do meu livro ‘’Raízes do Mal’’
Poder da Mente
Se a nível mundial em horas certas, fosse feito um pedido para que todos indiscriminadamente, formulassem pensamentos forma, tendentes ajudar a resolver os problemas da humanidade; por exemplo: ‘’Deus é Amor e Verdade’’, com esta pequena e simples frase, dita e sentida bem do fundo de cada um de nós, durante meia hora, manipular-se-iam enormes quantidades de energia, ‘’luz astral,’’ capaz de minimizar, ajudar a resolver inúmeros problemas que a humanidade enfrenta, corresponderia a reposição de enormes quantidades de energia positiva, operar-se-iam autênticos milagres.
E, movimentar-se-iam autenticas legiões de espíritos de planos superiores para ajudar os espíritos encarnados nos homens, derrubar-se-iam as barreiras que separam as entidades de luz do homem, que não os consegue ver, por se encontrarem na mítica ‘’Caverna de Platão’’.
Este tipo de energia foi designado por ‘’Nahash’’ no ‘’Sepher Bereshit’’ de Moisés.
Os sábios antigos conheciam os segredos da vida universal em movimento e sabiam manipular a luz astral.
Eliphas Lévi, o descodificador de todas as iniciações modernas, revelou-nos nos seus livros; ‘’Dogme et Rituel de lá Haute Magia e na Clef des Grands Mystéres, a origem, a natureza e os meios necessários para utilizar esta energia presente em todos os seres e na natureza.
Este conhecimento estava espalhado pelo globo e era conhecido de todos os povos antigos, ligando entre si culturas completamente diferentes.
As estátuas gigantes da ilha da Páscoa:
Os Atlantes do templo de Tula, erguidos pelos Toltecas;
Os tótemes erigidos pelos peles vermelhas;
Os Deuses do México;
Os monólitos erguidos pelos celtas e pelos Hebreus;
O Bafomé dos Templários;
As Estatuas dos Santos;
Os colossos da Anatólia:
E muitos outros.
Estes monumentos denotam o conhecimento que as civilizações desaparecidas tinham de uma força natural e oculta, presente no meio ambiente.
O estudo das diferentes civilizações leva-nos a pensar que a feitiçaria é a sobrevivência degenerada de uma alta ciência do espirito.
Cuja chave, estamos em crer, se encontra no poder de um circulo muito restrito, que sempre existiram de iniciados.
Em 1910 e em 1954 o governo Mexicano tentou retirar para um museu a estátua do Deus Asteca da Chuva,  Tlaloc, venerada na aldeia Cuantlicham a 50 km da Cidade do México, as duas tentativas foram infrutíferas, originou feridos e mortos mas a estatua ficou, porque os camponeses estão convencidos que se deixarem retirar a estátua, deixa de chover naquela região.
Sigvald Linné, arqueólogo e especialista em civilizações pré – colombianas, realizou em 1952 e 1953 uma exposição em Paris e outra em Estocolmo, onde incluía um magnifico Chac Mool de Chichem – Itzá, Deusa da chuva. Em Estocolmo o número de visitantes foi de 212.431, pediu para não depositarem oferendas na taça que Chac Mool tem sobre o ventre. O pedido não foi tomado a sério, e no final da exposição o ídolo da chuva tinha uma conta bancária de 486,72 coroas, e nesse ano choveu torrencialmente.
As cargas de energia acumuladas nas estátuas, originam a sugestão, o pensamento consciente, e um ser psíquico de carácter coletivo, que se explica da seguinte forma: se diversas pessoas se juntarem e emitirem vibrações de natureza idêntica, nascerá um pensamento coletivo, um ser animado, de acordo com as forças emitidas, com possibilidades sempre crescentes.
Este é o segredo de todas as religiões, que nos dá a chave e explica algumas aparições miraculosas, e as tendências seguidas.
E alguns efeitos, que não justificam os meios utilizados por algumas seitas atuais.
Estas energias devem ser movimentadas positivamente, com fins altruístas, para atrair entidades superiores, se assim não for, atraem entidades inferiores, deve haver o cuidado de usar a palavra certa, musicas e cores, e as seitas, os cultos que a seguir vamos referir, não usam a palavra edificante, no bom sentido, não usam as cores e sons adequados, não movimentam energias positivas.
Inverdades, incutindo medos, um Deus que perdoa e castiga, ‘‘Demónios’’, e apocalipse, com um Cristo descaracterizado, diferente do verdadeiro Cristo, que conhecia, dominava e sabia utilizarmos estas energias.
Estes desvios e omissões, só por si, bastam para dizer que não estão no caminho certo, não é com bases erradas que se constrói um pensamento forma correto, os dogmatismos escondem a verdade, logo os seres invisíveis saídos destes núcleos de pensantes, enfermam de defeito, sem verdade não há luz, sem luz o homem anda as cegas, aos apalpões, permanece nas trevas, mexe com forças ocultas, é algo de grave, que prejudica em lugar de ajudar.
A forma como apresentam Deus, Cristo, ‘’Demónios’’ e Apocalipse, através do medo, é negativa, os reclames, as publicidades que fazem dos seus serviços é negativa, a opulência que demonstram, é negativa, as roupas escuras, de tons carregados correspondem a energias negativas, os sons metálicos das suas músicas, são negativos, as coreografias, agitação dos corpos, são negativas, as suas monocórdicas palavras são negativas.
A mão sempre estendida, para receberem em nome do seu Deus, é super negativa.
Os seres que estão por detrás destes grupos, não podem ser positivos, para gáudio, satisfação, das entidades desencarnadas que são atraídas pelo negativo, que como é natural vão dando corda, ajudando-os alimentar falsos egos, bem visíveis nos seus peitos inchados.
A humanidade ao consciencializar-se destes meios, tem de saber que só podem ser utilizados no sentido positivo, para tal tem de ser alertada para as consequências negativas que da sua má utilização lhe podem advir, uma vez que estas forças são poderosas.
Damos como exemplo a maldição do Faraó:
A Maldição do Faraó:
Dias antes da abertura do túmulo de Tutankhamon, o Dr. Mardrus, chamava atenção para o texto gravado em baixos-relevos do vale do Nilo, que diz o seguinte:
«Ó gentes das alturas, ó gentes das profundezas! Fantasmas sentadas nos peitos dos vivos, vós de carreiros e grandes caminhos, errantes da sombra noturna. E vós, das grutas do Ocidente, junto ao crepúsculo, hóspedes das cavernas, da obscuridade, que suscitais os terrores e os arrepios, e vós, sombras errantes que não nomearei, amigos da lua, e vós povos furtivos da noite, ó gentes dos túmulos! Vinde todos e sede minhas testemunhas e meus ajudantes.
Que seja nada a mão que se levanta contra a minha forma. Que seja nada aqueles que se encarniçam contra o meu nome, as minhas efígies, as imagens do meu duplo, a minha função.
O diadema real que domina a minha fronte vomitará a sua chama contra as suas cabeças, e as suas cabeças ficarão onde estão os seus pés.
Serão privados do seu nome, do seu corpo, do seu duplo, do seu Ka, do seu Bai, do seu Khou.
Cairão no braseiro de meu pai, Ámon. A desgraça chega depressa.
É esta a minha execração, e esta é a minha vingança, oculta no fundo do meu peito por toda a eternidade».
Este texto fez sorrir os espíritos fortes, mas por pouco tempo. As mortes e os acidentes inexplicados multiplicaram-se entre os profanadores deste lugar sagrado.
Lorde Carnavon, morreu em 6 de Abril de 1923 de uma picada de mosquito na face e originou uma infeção generalizada. No dia da sua morte o Cairo ficou mergulhado na escuridão, devido a uma avaria elétrica que nunca foi explicada. Na hora exata da sua morte, morreu o seu cão predileto. Em Fevereiro de 1929, com uma picada de inseto morria Lady Carnavon, meses depois seu cunhado Audrey Herbert Carnavon, suicidou-se com uma crise de demência.
Lady Carnavon já era a vigésima Segunda vítima, da expedição.
Quando em 1967 foi exposto o tesouro do jovem faraó, a cidade de Paris, local da exposição, foi assolada por vários fenómenos, que por razoes fáceis de perceber não foram tornados públicos.
A última vítima foi Mohammed Ibrahim, diretor das antiguidades Egípcias.
Em 19 de Dezembro de 1966, em reunião com os delegados Franceses encarregados de realizar a exposição de Tutankhamon em Paris, Mohammed Ibrahim revelou-lhes um sonho que tivera em que os Faraós o tinham proibido de deixar sair os tesouros do Egipto, do seu país. Não ligaram importância ao sonho, assinaram o acordo, e uma hora depois Ibrahim despediu-se e ao atravessar a rua foi atropelado mortalmente.
Ainda o tesouro não estava exposto a 24 horas, e Paris foi fustigado por um tufão que causou vários estragos.
Durante a exposição naufragou o petroleiro Torrey – Canion, junto a costa inglesa, pátria de Lord Carnavon, que originou uma maré negra que poluiu centenas de quilómetros quadrados e provocou a morte de milhares de aves marinhas.
Estes casos têm um certo parentesco, com os ciclones que fustigaram a Exposição Foex, no Icuatão, e com as terríveis tempestades que se abateram sobre uma equipa de arqueólogos americana, quando estudavam as gigantescas estátuas de Anatólia.
Consoante formos avançando nestes domínios, maiores serão as surpresas, e com elas muitas desmistificações serão feitas.
E aí, será atribuído a Deus o que é de Deus, a estas forças o que é destas forças, movidas pela mente humana, com a configuração e intenção, que a mente humana lhe dá.
Vejamos alguns exemplos: os aparecimentos de Cristo, são-nos relatados, aparecendo Ele, com uma imagem bem definida, radiante de luz.

O aparecimento de Santos, mais ou menos de acordo com a grandiosidade que tiveram, mas sempre envoltos em luminosidade.
 Aparecimentos a Moisés:
A serem verdadeiros ou a serem meias verdades, inclinando-nos obviamente para as últimas, os aparecimentos a Moisés, são-nos apresentados, sem forma, imprecisos, no meio de fumo e fogo, acompanhados de palavras sibilinas.