Quais são as duvidas, que encontra, na leitura deste Blogue?

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Um Deus a morrer


Um Deus que é apresentado proveniente da escuridão, em línguas de fogo e frases sibilinas, é caso para pensar e ter dúvidas em relação a originalidade deste Deus. Se lermos a Génese e analisarmos os Eloins, que se misturaram, ligaram a mulheres da terra, ficamos com a sensação de que estamos perante um relato de extra terrestres, mais avançados que os homens da época, capazes de surtos de magia, neste caso negra. Aliando a estes factos históricos o conhecimento que hoje temos do mundo dos espíritos, que no enquadramento da lei da atracção, influenciam os dos homens encarnados, e ainda o rasto de sangue que o nome deste Deus deixou, com o extermínio de povos e de quem se lhe opunha, as dúvidas relativas a fiabilidade deste Deus desaparecem. Não é o Deus Universal do amor e verdade, como dizia Voltaire, o Deus que nos apresentam não é amável.
A Tora (Lei de Moisés), no tempo de Cristo estava gasta, proliferavam as seitas por toda a Palestina, os povos esperavam alguém que os guia-se, trouxe-se ordem a desordem que se vivia na época, os Judeus aguardavam ansiosamente que esse alguém fosse Judeu. Mas, Cristo nasceu no seio dos Essénios, extensão avançada da Fraternidade Branca Egípcia na Palestina. Os denominados Reis Magos eram iniciados, pessoas altamente preparadas, que previram o nascimento de Cristo numa das extensões da sua organização. Os Essénios, povo que se dedicava ao estudo comparado de textos sagrados, Astrologia, Astronomia e energias, rigorosos na defesa da Ética e Moral, viviam em comunidade, entre eles haviam os terapeutas, também conhecidos pelos homens das vestes brancas, que com os seus elevados conhecimentos faziam curas. Cristo não era Judeu, mas sim Essénio, oitenta anos depois da sua crucificação (porque em relação a morte, há muito para esclarecer), para apagarem a suas origens, os Essénios foram perseguidos, mortos, e os que restaram obrigados a refugiarem-se nas margens do mar morto, onde em 1947 apareceram documentos, que ainda não foram divulgados. A cidade de Nazaré, foi construída no III século depois de Cristo, no seu tempo era um lugarejo chamado En-achira. Nazareno era um termo pejorativo utilizado pelos judeus, para classificar pessoas de religiões diferentes. Cristo trouxe uma mensagem completamente diferente da Lei de Moisés. Paulo de Tarso, (S Paulo), que não foi apostolo de Cristo, a quem Cristo disse, teu pai é um sanguinário e tu um aborto (aborto significava homem pequeno). Paulo com a sua dita boa nova, impôs, sobrepôs a Tora aos restantes Evangelhos, ligando-lhe a vida de Cristo. A Tora, (Leis de Moisés), como já foi dito estava gasta, ultrapassada, se não lhe tivesse sido enxertado o Cristianismo, o Deus judaico a muito tinha morrido. Daí nasceu o Judaísmo Cristão. Há evangelhos mais puros que os adoptados por imposição das linhas de Paulo, elo de ligação entre o Judaísmo e Cristianismo. Paulo de Tarso prestou um mau serviço a humanidade.
As religiões orientais apontam a mente humana, como ponto de partida para a felicidade do homem. Quer isto dizer que se soubermos pensar, soubermos que o nosso pensamento é energia, e que se esta energia for positiva, atrai coisas positivas e repele as negativas, estamos de forma pedagógica a definir o bem e o mal. E naturalmente, teremos o cuidado de pensar positivamente. Esta postura, conhecimento, advogado pelas religiões orientais. É a meu ver o caminho correcto, é desta forma que nos ligamos a natureza e ao grande Criador dos Universos, Deus.
Mas este ensino pedagógico, devia caber aos governos das nações, como defendeu Confúcio. Qual é o grande problema! O Deus Universal do amor e verdade, seria entendido de forma racional, como um SER que pertence a uma dimensão diferente, que dificilmente imaginamos, ao conhecermos e definirmos pedagogicamente o mal, percebendo que o mal que fazemos ou desejamos aos outros, tem retorno, evitávamo-lo, caminhávamos de forma diferente. É aqui que reside o grande problema, com um ensino científico, pedagógico, como acontece no oriente, como ficavam ou vão ficar os que se endeusaram na terra? Como ficava o País mais pequeno e mais rico do mundo? Assim como as multinacionais que surgiram em fins do século passado? A quem adoram estes senhores, Deus ou Mamom?
Não devemos olhar Cristo como o homem matéria, no plano físico, como e de onde nasceu ou deixou de nascer é coisa de somenos importância, assim como sua mãe, devemos é perceber, que aqueles corpos, normais, naturais, finitos, foram animados por dois espíritos, muito mais evoluídos e puros que os nossos. O verdadeiro ser é o espírito, não o corpo.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mais um acto inquisitorial:


Mais um acto inquisitorial:
O estardalhaço feito pela Igreja Católica, é mais um acto inquisitorial!
É como nós dizemos e nimguem nos pode contestar, somos os donos da verdade bíblica.
Sempre assim foi, e continuará a ser.
Fora da Igreja não há outros conhecimentos, não há salvação.
O Papa é, ou diz ser,  o representante de Deus na terra,  a quem todo o homem comum ou representantes de outras igrejas tem de beijar os pés. O Teólogo alemão, EUGEM DREWERMANN, no seu livro, FUNCIONÁRIOS DE DEUS, explica como foi forjado o DITATUS PAPAI, que eleva o Papa a posição de representante de Deus na terra.
Para defenderem as suas posições, os seus dogmas, remetem-nos para os seus teólogos, sem repararem no elevado numero de teólogos, que ao longo de séculos abandonaram as suas fileiras exactamente por estarem em desacordo com as condutas dos seus lideres, suas linhas de orientação ( teologia da Igreja) e interpretações bíblicas.
Todos os que querem respostas, que a Igreja Católica não tem, e investigam para construir a sua verdade, sabem que a origem de Cristo, data de nascimento e morte, foram forjadas, onde estudou, por onde andou, foi omitido, só lhes interessa a Cruz, as 15 horas de sofrimento de Cristo, a sua vida radiosa, sua elevada sabedoria em Astronomia, Astrologia e domínio das energias com que fazia as suas curas, o seu percurso alquímico já não interessa. Porque acabariam os dogmas,  milagres e o homem evoluiria de forma racional pedagógica. Cristo antes da sua vida publica, percorreu o médio oriente, onde enriqueceu os seus conhecimentos, foi considerado Mestre entre os Mestres na Fraternidade Branca Egípcia, Fraternidade que tinha na época a equivalencia que tem hoje a Nasa para nós, foi considerado Mestre dos Mestres e denominado Jesus O Cristo na Pirâmide de Queopes.
Esta é a minha verdade, que peca por defeito, devido ao espaço.   

Polemica entre Igreja e Jose Rodrigues dos Santos; Equivocos da Igreja Catolica.


Equívocosbda Igreja Catolica.

Cristo nasceu no seio dos Essénios, não era Judeu.
A cidade de  Nazaré, foi construída no III século depois de Cristo, no seu tempo era um lugarejo chamado En-achira.

Nazareno era um termo prejuractivo utilizado pelos judeus, para classificar pessoas de religiões diferentes. Cristo trouxe uma mensagem completamente diferente da Lei de Moisés, Paulo de Tarso, (S Paulo), que não foi apostolo de Cristo, com a sua dita  boa nova, que sobrepôs aos restantes Evangelhos, ligou a vida de Cristo  a Tora, (Leis de Moisés) na altura já gasta, daí nasceu o Judaísmo Cristão.
Há evangelhos mais puros que os adoptados por imposição das linhas Paulinistas.

Cristo antes de serem professor foi aluno, percorreu as essências religiosas do médio oriente. Há estudos sérios que atestam o que acabamos de dizer.

As religiões orientais apontam a mente humana como ponto de partida para a felicidade do homem. Quer isto dizer que se soubermos pensar, soubermos que o nosso pensamento é energia, e que se esta energia for positiva, atrai coisas positivas e repele as negativas, estamos de forma pedagógica a definir o bem e o mal. E naturalmente, teremos o cuidado de pensar positivamente. Esta postura, conhecimento, advogado pelas religiões orientais. É a meu ver o caminho correto, é desta forma que nos ligamos a natureza e ao grande Criador dos Universos, Deus.

Mas este ensino pedagógico, devia caber aos governos das nações, como defendeu Confúcio. Qual é o grande problema! O Deus Universal do amor e verdade, seria entendido de forma racional, como um SER que pertence a uma dimensão diferente, que deficilmente imaginamos, ao conhecermos e definirmos pedagogicamente este Deus, assim como o  mal, percebendo que o mal que fazemos ou desejamos aos outros, tem retorno, evitavamo-lo, caminhávamos de forma diferente. É aqui que reside o grande problema, com um ensino cientifico, pedagógico, como acontece no oriente, como ficavam ou vão ficar os que se endeusaram na terra?

Como ficava o País mais pequeno e mais rico do mundo? Assim como as multinacionais que surgiram em fins do século passado? A quem adoram estes senhores, Deus ou Mamom?

Não devemos olhar Cristo como o homem matéria, igual a nossa, no plano fisico, como e de onde nasceu ou deixou de nascer é coisa de somenos importância, assim como sua mãe, devemos é perceber, que aqueles corpos, normais, naturais, finitos,  foram animados por dois espíritos, muito mais evoluídos e mais puros que os nossos.

O verdadeiro ser é o espírito, não o corpo.

JPF

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Igreja Católica e José Rodrigues dos Santos:

Parabéns; José Rodrigues dos Santos:

A Igreja Católica fez-te dois favores incalculáveis:


1 - Ao condenar o teu ultimo livro ( O Ultimo Segredo), mais uma vez demonstrou a falta de clarividencia, que sempre lhe foi conhecida, e promoveu a sua venda, dando-te o indicador que pode ser uma mina a explorar, uma vez que os podres da igreja católica não tem limites, ultrapassam todas as barreiras do absurdo, absurdos que devem ser vazados junto das massas..
2 - Projectou-te, enquadrou-te no seio de uma lista sem fim, de grandes vultos, enormes pensadores, que fazem parte da historia desta humanidade, cujos pecados foi não estarem de acordo com as historias da carochinha, que fazem parte das teologias católicas. A nível mundial (citando alguns), Sócrates, Policarpo, Giordano Bruno, Galileu, Voltaire, Kepler, Leão Tolstoi etc. 
Universo Português; Afonso Henriques, e todos os Reis portugueses ate ao D. João VI, altura em que entrou a inquisição, (que estavam ligados ao Prestes João das Índias, bastião do Cristianismo Ariano), Damião de Góis, Padre António Vieira, Camilo Castelo Branco, Aquilino Ribeiro, Saramago etc. 
  
Milhares de anos passaram, mas a igreja não mudou, continua ligada as carunchosas e ocas raízes, autoras da historia mais negra da humanidade. 
Quando nos apresentam um Deus carrasco, vingador, e em seu nome escrevem uma historia (Bíblia), com mares de sangue, sofrimento e dor, temos todo o direito de duvidar da veracidade desse Deus, da Bíblia e seus representantes. Um Deus que se impõe pela violência, não pode ser o Deus dos universos, amor e verdade. A leitura da génese, velho e novo testamento, são relatos sangrentos do mais absurdo que se pode imaginar. Adulteraram a vida de Cristo, santificaram inquisidores, sanguinarios e anularam e anulam, crentes que pensam, não aceitam o inaceitável..
O mundo esta a mudar, as pessoas começam a pensar, chegou o tempo de acabar com dogmas, mistérios e falsos milagres.que só beneficiam quem com eles se governa.
Já não há a pira, a fogueira, mas continua a inquisição, que urge derrubar.
Os meus pêsames para o padre poeta, porta voz da igreja, não mediu o alcance, do seu acto.
Parabéns José Rodrigues dos Santos, continua a escrever, se precisares de informacoes, fruto de mais de 30 anos de investigação, directamente por e-mail, indirectamente através do blog; (http://joaquimfreixo-mundosparalelos.blogspot.com ).
Freixo   

Apocalipse, Salvação e Seitas religiosas

Apocalipse e as seitas religiosas

A terra tem milhares de milhões de anos, há civilizações soterradas, por vários pontos do Globo,  hoje, nos pontos mais altos foi mar.
Os ciclos devem ser encarados com naturalidade. As depurações destruem a matéria, não o espírito nosso verdadeiro ser. Ter medo do Apocalipse nada resolve.

Na é difícil aos arautos da desgraça, preverem situações apocalípticas, basta conhecer a historia das humanidades que nos antecederam, densidades populacionais e tecnologias que a terra atingiu, saturações e desgaste que qualquer ser finito tem, fazes cíclicas, para se chegar a muitas conclusões. Os achados arqueológicos demonstram-nos que a terra já esteve povoada em todos os pontos.
Estamos no quaternário lunar, o que corresponde a quatro eras geológicas, que nos dizem Ter sido demarcadas por quedas de luas mais pequenas que a actual, que explodiram, se desintegraram, caíram e, ficaram  a girar a volta da terra  em forma de anel, processo que levou milhares de anos, e que culminou com a inevitável queda, choque com a terra de rochedos, gelo e gás.
Isto significa que há civilizações soterradas, que consoante se forem descobrindo, se vai fazendo a sua historia.
A vir acontecer com a lua actual, as consequências serão maiores, porque  a lua é maior que as anteriores.
Estas mudanças cíclicas alteram todas as condições de vida.
Assim como outras de que iremos falar.
Com a diminuição da pressão atmosférica, e um aumento de raios solares, os seres vivos sem essa pressão tem desenvolvimentos completamente diferentes, daí as lendas dos bons gigantes, Reis iniciadores que constam, fazem parte das lendas dos povos que nos antecederam.
Horbiger e o seu discípulo Inglês Bellamy, vêem a civilização Atlante como sucessores desses bons gigantes com quem conviveram.
 O Génesis diz-nos que os descendentes desses antepassados viviam entre quinhentos a novecentos anos.
O alivio do peso diminui o desgaste do organismo.
Os discípulos de Horbiger afirmam  que fosseis do homem secundário foram encontrados na Rússia.
Uma estátua, com vinte toneladas, encontrada no México, é-nos descrita, como tendo uma soberana bondade e sabedoria, formando um conjunto maravilhoso, de harmonia e paz.
Do México, Nova Guiné, Abissínia, Tibete e vários outros pontos, chegam-nos relatos de seres superiores, em tamanho e sabedoria, espalhados pela terra, com tecnologias superiores a nossa.
 Sabemos que há cerca de trezentos milhões de anos caiu um meteoro no México com cem quilómetros quadrados, que a acontecer hoje escaparia 7% da população da terra.
Isso explica as civilizações que foram engolidas por terras e mares, das quais emergiu a nossa.
Não vamos entrar por este lado, para não  nos desviava-mos do espírito do texto, estes pequenos exemplos servem somente para dizer, que tudo o que é material tem fim, desgasta-se e desintegra-se.
A nossa lua ainda não explodiu e a acontecer ainda levaria milhares de anos a colidir com a terra.
Também sabemos que o homem é um grande produtor de energias, em sua grande maioria negativas.
Portanto não é difícil prever, que altas tecnologias, aliadas ao desprezo que se tem tido, autênticos crimes contra a natureza, adicionadas as enormes massa populacionais que se verificaram nos últimos séculos, e as energias que o homem produz, algo pode rebentar. Aliando a tudo isto o ciclo que terminou, que teve factos insólitos, de que a frente iremos falar, originou depurações que temos de entender como naturais, sem qualquer tipo de medos.
Os medos com que se intoxicam as pessoas para que estas adiram a sua causa e lhes levem o dizimo, nada  resolve, é mostrando-lhes a realidade, apresentando-lhes dados concretos, baseados em historia do passado, para, no que concerne ao homem, ele evite cometer erros de lesa natureza, tudo o que for alem disso é mera especulação.
Conhecemos um bocado da historia dos Atlantes e sabemos que tiveram algumas responsabilidades nos últimos dilúvios, nos últimos afundamentos do continente, que só é mítico, porque ainda há forças negativas que não querem que entre no foro histórico, cientifico, para não lhes aumentar mais, o já enorme descrédito.
Posto isto, quem castiga o homem?
Deus ou o próprio homem?
Não podemos atribuir-LHE a responsabilidade, da desordem e destruição, provocada pelo desgaste de tudo o que é material, finito, assim como de outras situações que nós próprios provocamos, será que o corpo humano não se desgasta?
Por essa ordem de ideias, com essas linhas de pensamento, com base na ignorância, não tardava nada estarmos a pedir a vida eterna num corpo físico, completamente desajustado aos mundos do espírito.
Os feios seriam feios para sempre, assim como mutilados aleijados, ricos, pobres, etc.
Absurdo dos absurdos?
Pensemos que o acaso não existe, morremos quando tivermos de morrer, depois do aprendizado que viemos fazer, não atribuamos a Deus, como esta continuamente acontecer, doenças, mortes prematuras, cegos, surdos, mudos, mutilados, aleijados etc.
Há explicações para tudo o que nos acontece na vida terrena, é fácil de ver que todas as linhas de pensamento que estas seitas nos apresentam  estão erradas.
Basta pensarmos que o espírito é o ser primeiro, não morre, para concluir que as terráqueas teorias com que nos querem embalar são grandes falácias.
Preocupemo-nos em saber, encontraremos respostas para todas estas assimetrias.
Não aceitemos como verdade, monstruosas mentiras.
Por essa ordem de ideias, nas teorias desses senhores, não tarda nada que culpemos Deus diariamente pelo fim do mundo  para milhões de pessoas que morrem das mais variadas formas.
O verdadeiro ser é o espírito, não a matéria, e o espírito não morre, mesmo que houvesse um fim do mundo diferente das depurações anteriores, com o desaparecimento total dos humanos da terra, seria o fim do corpo físico, não do espírito, que para continuar a sua evolução, procuraria outros planetas para pela via da reencarnação, continuar os seus caminhos no cosmos. A insistente forma como exploram o Apocalipse, não tem razão de ser, é uma propaganda tosca, sem cabimento,  é um elemento de pressão para meter medo as pessoas, com, e para os fins que todos conhecemos, mais aderentes, mais dinheiro e poder.
Salvação; A salvação para esses senhores, corresponde a um saco onde tudo cabe, e os espíritos entram na fuga aos grandes ‘’diabos’’ e ao Apocalipse, e esperam um inexplicável fim de tempos e julgamento, onde bons e maus ficam no mesmo plano de igualdade, desde que a ultima hora e por pressão se arrependam, através das suas ditas igrejas, com o respectivo pagamento, se for por intermédio ou através de outras já não serve,  os que não tiverem dinheiro, não a poderem comprar, já não tem salvação.
Por amor ao grandioso Deus e a vos próprios, percam umas horas, crivem o que dizem a voz da lógica e razão e  ficarão horrorizados.
Para nós os  conceitos que nos querem passar estão errados, só o arrependimento sincero, o reconhecimento dos erros cometidos, leva aos caminhos do cosmos onde o espírito que anima o homem tem de fazer um longo aprendizado.
Podemos, algo forçados, entender a salvação, como  a encruzilhada do livre arbítrio, onde o espírito optou pelos caminhos do bem, em detrimento dos do mal, o começo de um novo caminhar, a luz do amor e verdade.
 Mas.., se não houverem recaídas, uma opção faz-se pela via do entendimento e razão, sobre pressão, é anti – natural,  não é aconselhável.
A salvação, no estado evolutivo em que nos encontramos, pode quando muito ser o fim de um ciclo negativo e o inicio do  evolutivo, na grande caminhada que o espírito tem de fazer nas muitas etapas a percorrer, nos caminhos do cosmos.
Os espiritos que animam os corpos fisicos destes senhores, pertencem aos planos de irraticidade, campos vibratorios mais baixos dos mundos dos espiritos, e sofrem as influencias negativas dos espiritos desencarnados desses mundos espirituais, sua funcao não e informar, mas criar a confusao, desinformar.Nada tem haver com os designios do Deus Universal e suas leis.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Amor sem regras gera fantasmas reais

O Amor sem regras gera fantasmas reais.
No elevado numero de textos, colocados neste blog, com leitores espalhados pelo mundo, temos tido o cuidado de decalcar as Leis Divinas, em especial a lei de causa e efeito e auto-redenção. Condenando a alo-redenção praticada pelas religiões que derivam do Judaísmo Cristão, com destaque para as seitas religiosas que proliferaram em fins do século passado.  Se Deus como eles nos dizem através das suas igrejas, porque através de outras já não serve, passasse uma esponja a seu pedido, pelos ditos pecados do homem, o homem passava a vida a pedir e a pecar, o que de certa forma acontece, aos que neles crêem. Como é fácil de perceber, esta forma de limpar pecados não faz o menor sentido, e é devido a esta irreal maneira de pensar, que a humanidade esta na era do ferro (caos),  E, para ilustrar (a meu ver), esta negação, vou contar vos uma historia real.
Há algumas décadas atrás, nasceram num concelho  interior do norte de Portugal, dois irmãos de sexos diferentes, ele sempre foi uma pessoa simples, sem pruridos sociais ou raciais, ela desde cedo mostrou um grande deslumbramento pelos extractos sociais elevados, casou com um homem simples, honesto e trabalhador, que mercê do seu seu trabalho amealhou uma considerável fortuna, construíram uma casa luxuosa na periferia da cidade de V. N de Gaia onde lhe nasceram dois filhos, rapaz e rapariga. Estes filhos foram criados de acordo com o deslumbramento e desmedida ambição da mãe. Como viviam na periferia de V N de Gaia, onde tinham escritórios, e como esta zona não era colunável,  mudaram os escritórios para a Foz do Douro e compraram um solar na periferia de Matosinhos. O filho do casal, bom aluno da mãe, transformou-se num ser arrogante e prepotente. O pai passou a ser um homem despersonalizado, violentado, cujo fim foi o suicídio. 
A ilação que tiro, é de que este homem devido ao grande amor que dedicou a mulher e filhos, dando-lhes tudo, perdoando-lhes todo o tipo de pecados, acabou destruindo-se e deixar-lhes um estigma, que vão carregar pela vida fora. Se os tivesse obrigado a cumprir as regras da boa, são e harmoniosa convivência, tinham tudo para serem felizes.
Os caminhos que seguiram, em total desarmonia, com as leis de Deus, originaram causas, com efeitos terríveis. 
A pergunta que vos deixo é esta; quem os castigou, Deus ou eles próprios?
Deus não castiga ninguém, estabeleceu leis que devemos conhecer e cumprir, pisa-las, origina causas, que tem efeitos.
O irmão e tio é uma pessoa tranquila, em paz consigo mesmo e com o mundo, porque seguiu caminhos diferentes.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Mundos Paralelos

Mundos Paralelos
Ao longo deste blogue, tenho feito inúmeras abordagens, aos mundos invisíveis que rodeiam o homem no plano físico, daí a denominação de mundos paralelos. É fundamental que o homem perceba esses mundos, para que se possa movimentar, sem correr o risco de arrastamento, para planos vibratorios que não lhe convém ou não servem o fim que o levou a vir a terra. Não é dificil perceber, que a vinda a terra, teve um objectivo, um fim. Nos dias de hoje, há uma percentagem mínima de pessoas que não aceita a existência do espírito e considera a morte física o vazio o nada, a maioria da humanidade, acredita, crê, aceita a existência do espírito. Esta aceitação vem acompanhada da certeza de que o espírito não morre, é imortal e o encarnado se veio a terra, foi para se lapidar, evoluir, originando no seu conjunto infindáveis diferenças. A pergunta que se coloca é: como e onde vivem os espiritos desencarnados?
Há dados, informaçõs, provenientes das mais diversas fontes, que nos dizem que os espiritos vivem lado a lado com o homem, no enquadramento da lei da atração. Mas, neste ponto, há uma definição a fazer; a maoir promiscuidade, existe entre o homem e espiritos de baixos astrais, aqueles que ainda não atingiram a evolução suficiente,  não perceberam a escalada evolutiva a que estão sugeitos e na qual, mais tarde ou mais cedo são enquadrados, uma vez que é irreversível.
Lei da atracção, um homem com um espírito violento, mau, através da sua aura, fruto dos seus pensamentos negativos, atrai espíritos maus, que o impulsionam, arrastam, para aquilo de que gostavam quando viviam no corpo físico. 
Os espíritos que através dos seus conhecimentos e valores, atingiram a maturidade suficiente, para optarem pelo bem, em detrimento do mal, com a força dos seus pensamentos envolvem o corpo físico, criam uma aura positiva, um escudo energético, que afasta os espíritos negativos e permite aos protectores, se quiser anjos da guarda, andar sempre por perto.
Esta explicação simples, implica uma infinidade de diferenças, que se reflectem nos mundos espirituais e físicos. Temos sublinhado nos nossos textos, a necessidade de sermos analíticos, para desenvolvermos a capacidade racional de pensar, para por essa via, percebermos a força do pensamento e diferenciarmos, o bem do mal.