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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PEDRADA NO CHARCO


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Pedrada no Charco:
O Homem do nosso tempo na sua fuga para a frente, descobriu altas tecnologias, foi a lua, perscruta, investiga outros planetas, outras formas de vida, mas, na sua grande maioria continua a desconhecer-se a si próprio. Deixou-se desviar ao longo de séculos pelos arautos de uma verdade irreal castradora de valores e conhecimentos.
Em áreas importantes, aceitou uma alo-redenção, que significa a mão estendida para que os outros resolvam as coisas por nós, numa inequívoca aceitação da verdade dos outros, quando não há nenhum ser igual, na forma de agir e pensar, todos somos diferentes. A alô-redenção corresponde ao rebuçado envenenado, para que o homem menino, obedeça, faça o que o ditador, lobo do homem lhe manda. Em termos religiosos, foi, é, o elo que nos liga ao mal, as inverdades dos outros, para que de acordo com os seus interesses de grupo, na senda do mal, possam influir em nossas vidas, conduzir nossos destinos. Uma falsa teoria, para que aceitemos as suas falsas verdades. Quando devia ser exactamente ao contrario, o homem deve começar a crescer, conhecer-se, de dentro para fora, uniformizando conhecimentos e valores filtrados pela consciência, aquela voz que nos diz quando a queremos ouvir o que esta bem e o que esta mal, conhecendo e definindo o bem e o mal, praticando uma auto - redenção, arrependendo-se e rectificando de imediato os erros cometidos.
Mas, um aprofundamento da auto - redenção, um arrepende-te aqui e agora, implica reencontrar os caminhos de que intencionalmente nos desviaram, uma diferente imagem de Deus, Jesus O Cristo e outros grandes Avatares, para com segurança, sem dogmas de fé e falsos milagres, construirmos a nossa verdade, racionalmente entendível. Redescobrir o que intencionalmente nos esconderam, e continuam a esconder os falsos profetas de que Jesus O Cristo nos falou. A alô-redenção não serve seitas e religiões, cujos líderes ganham e esbanjam rios de dinheiro em viagens pelo mundo rodeados das maiores comodidades, outorgando-se representantes de Deus na terra, a quem o homem tem de pedir para intercederem junto do seu Deus, que até pode nem é, o ser, o Deus Universal e consequentemente do homem que pede, para resolver os seus erros.
A nível mundial a luz esta a fazer regredir as trevas, o homem perdeu o medo inquisitorial de pensar, quer ver para crer, começa a saber, perceber que os medos são os maiores inimigos do homem, que atraem energias negativas e consequentemente tudo que é negativo, mau, e que os fins de tempos que diariamente nos anunciam, com que nos querem amedrontar, não são os fins dos tempos da humanidade, mas os fins dos tempos destas seitas, de obscurantismo e escuridão.

A pedrada no charco atirada por Saramago, não foi a primeira, nem será a ultima, outras se irão seguir, e os seus demónios, os seres que usam para assustar os crentes, nada poderão fazer para conter a luz e a verdade universal.
Polémica em torno de Saramago;
Só porque o Prémio Novel da Literatura, beliscou, levantou um véu, sobre fatos históricos que começam a vir ao decima com o esvaziamento da inquisição, (de que ainda existem sequelas), e falou em fatos, dados históricos que estou em crer Saramago conhecia, uma vez que estão a enraizar-se, a pertencerem ao domínio de uma grande maioria da humanidade, logo uns quantos se aprontaram para o crucificar
como voltariam a crucificar Cristo se volta-se a terra. E, como no passado, deturpando o sentido das coisas.
Saramago para escrever sobre estas matérias, por certo, teve as suas razoes baseadas em conhecimentos que a maioria dos que o criticaram desconhecem.
O Deus do Judaísmo Cristão também não é o meu Deus,  e não me considero ateu, mas, não concebo nem aceito um Deus vingativo e castigador, servido por uma urbe de assassinos, que exterminaram povos, incluindo mulheres e crianças, para fazerem vingar a sua lei.
Na minha verdade; estes Deuses são forjados pelo homem para servir os seus interesses, como aconteceu com Moisés, para retirar os Judeus do Egipto, com a participação de entidades espirituais negativas que militam no Vale das Sombras e induzem o homem a servi-los.
Não nego a existência deste Deus, mas distancio-o do Deus universal, ponho em causa a sua origem e bondade.
Ao conhecer os mundos que nos rodeiam e a forma como interagem com o homem físico, não é difícil perceber muita coisa que passa debaixo do nariz de muitos, sem me alongar neste campo, deixo no ar estas perguntas;
Porque razão o povo Judaico e Palestiniano tem sido martirizado ao longo de séculos?
De que crimes estão a ser punidos?
Quem me ler, naturalmente dirá que os actuais Palestinianos e Judeus não podem ser condenados por coisas do passado, assim seria se não houvesse uma lei de causa e efeito, que regula a evolução do homem em termos individuais e colectivos e uma reencarnação aceite por uma larga maioria da humanidade e esteve implícita no Cristianismo original até ao III século depois de Cristo, mais precisamente até ao Concilio de Niceia, 325 anos depois de Cristo, concilio que dividiu os Cristãos, em Arianos e Bizantinos e a partir daí começaram a matar-se mutuamente.
A história do Judaísmo Cristão, do antes e depois de Cristo, foi escrita com o sangue dos verdadeiros crentes, dos que tinham de Deus uma visão diferente, dos que não entendiam e não aceitavam, um Deus dominador e castigador. E por conceberem um Ser ou algo de grandioso que nos governa, a que a mente humana ainda não chegou, que podemos denominar de Deus, onde só cabe o amor e verdade, isento de qualquer tipo de mal, uma vez que o mal não existe como criação Divina, é fruto da mente humana, portanto temporário, devido e esta visão diferente, foram chacinados, mortos.
Este foi o crime cometido por milhões de seres que pereceram as mãos dos algozes do Deus Judaico.
O verdadeiro Deus não mete no mesmo saco, anjos e demónios para castigar o homem, como nos dizem diariamente nos canais de televisão os líderes de um novo vírus, um novo cancro que assola a humanidade, as novas seitas que se dizem religiosas.
Cristo Davídico; Este também é uma caricatura mal feita do verdadeiro Jesus O Cristo, amoldada aos interesses do Judaísmo Cristão e explorado pelas novas seitas. O verdadeiro Jesus O Cristo nasceu no seio dos Essenios, extensão avançada na Palestina da Fraternidade Branca Egípcia, maior escola de conhecimento da época. Não descende da casa de David, que no tempo de Cristo já não existia, estava instalado o poder Romano.
Jesus O Cristo, antes desta denominação, de ser Avatar, foi aluno e professor, estudou todas as religiões do médio Oriente nas suas origens mais puras, dominava várias ciências e de entre elas o conhecimento das energias que nos envolvem, rodeiam, sabia direcciona-las, e com elas, assim como os Essenios operava as curas. Cristo não foi um milagreiro como nos querem fazer crer, mas sim um predestinado homem da ciência.
Foi um tremendo erro apresentarem-nos Jesus O Cristo como um sofredor, quando na realidade o seu sofrimento durou cerca de 15 horas de Quinta-feira a tarde ate as 15 horas de Sexta. O seu percurso alquímico, a forma como evoluiu e se tornou no maior Avatar de todos os tempos, esse sim deveria ser o percurso a seguir pelo homem comum na sua escalada evolutiva. Mas este percurso racional, entendível, sem dogmas ou mistérios, limitava os poderes de que se outorgam os arautos de Deus na terra, portanto há que o omitir, extraindo só o que lhes interessa.
Filho do verdadeiro Deus? Sim todos nós somos, uns mais próximos que outros, mas todos, depois de o espírito lapidado, nos aproximaremos do Deus verdadeiro, não do Judaico, este foi moldado, criado pelo homem, com a ajuda, influência de entidades do vale das sombras, que tentam a todo o custo impedir a evolução do homem no verdadeiro sentido, só assim se compreendem as carnificinas a que a sua sombra e em seu nome foram praticadas.
Bíblia;
Primeiro equivoco; É considerar a Bíblia dos 72, como se tivesse sido escrita por 6 sábios de cada uma das 12 tribos de Israel, quando na realidade, na época, em Israel, já só existiam duas tribos.  
Segundo equívoco; Atribuir a Bíblia aos desígnios de Deus, é considerar Deus falível, a partir do III século depois de Cristo, foi reajustada ao Judaísmo Cristão, e a interesses de grupo, centenas para não dizer milhares de vezes, e não foi mais porque foi inventada a imprensa. Considerar a Bíblia sagrada, escrita de acordo com os desígnios de Deus, isso sim é uma heresia, uma ofensa ao verdadeiro Deus do Amor e verdade.
Terceiro equívoco; Nos tempos actuais, as seitas saídas do Judaísmo Cristão, amoldam-na as suas deturpadas teorias, para iludir os crentes, teorias que podem ser destruídas pela própria bíblia.
A Bíblia, com todas as deturpações e adulterações de que tem sido alvo, não deixa de ser um grande livro. Pena que seja usada para os dois lados, bem e mal.

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