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sábado, 15 de setembro de 2012

Seitas e Religiões: Adoram Deus ou Mamom?




Equívocos que inquisição não conseguiu esconder:

Cristo nasceu no seio dos Essénios, não era Judeu. 

A cidade de  Nazaré, foi construída no III século depois de Cristo, no seu tempo era um lugarejo chamado En-Achira.

Nazareno era um termo pejorativo utilizado pelos judeus, para classificar pessoas de religiões diferentes.

Cristo trouxe uma mensagem completamente diferente da Lei de Moisés.

Saulo de Tarso, (posteriormente S. Paulo), que não foi apóstolo de Cristo, com a sua dita  boa nova, que por obscuras conveniências foi sobreposta aos restantes Evangelhos, ligou a vida de Cristo  a Tora, (Leis de Moisés) na altura já gasta, daí nasceu o Judaísmo Cristão. 

Há evangelhos mais puros que os adotados por imposição das linhas Paulinistas.

Cristo antes de serem professor foi aluno, percorreu as essências religiosas do médio oriente.

Há estudos sérios que atestam o que acabamos de dizer.

As religiões orientais apontam a mente humana como ponto de partida para a felicidade do homem. Quer isto dizer que se soubermos pensar, soubermos que o nosso pensamento é energia, e que se esta energia for positiva, atrai coisas positivas e repele as negativas, estamos de forma pedagógica a definir o bem e o mal. E, naturalmente, teremos o cuidado de pensar positivamente.
Esta postura, este conhecimento, advogado pelas religiões orientais. É a meu ver o caminho correto, é desta forma que nos ligamos a natureza e ao grande Criador dos Universos, Deus.

Mas este ensino pedagógico, devia caber aos governos das nações, como defendeu Confúcio.

Qual é o grande problema?

 O Deus Uno e Único dos Universos, do amor e verdade, seria entendido de forma racional, como um SER que pertence a uma dimensão diferente, que neste plano, dificilmente imaginamos, ao conhecermos ou aproximarmo-nos pedagogicamente da Verdade Universal ou se quisermos do Deus Uno e Único dos Universos, assim como da definição do  mal, percebendo que o mal que fazemos ou desejamos aos outros, tem retorno, evitávamo-lo, caminhávamos de forma diferente.
É aqui que reside o grande problema, com um ensino científico, pedagógico, como acontece no oriente, como ficavam ou vão ficar os que se endeusaram na terra?
Como ficava o País mais pequeno e mais rico do mundo?
Assim como as multinacionais que surgiram em fins do século passado?

A quem adoram estes senhores, Deus ou Mamom?

Devemos olhar Cristo como o homem matéria, igual a nossa, no plano físico, como e de onde nasceu ou deixou de nascer é coisa de somenos importância, assim como sua mãe, devemos é perceber, que aqueles corpos, normais, naturais, finitos,  foram animados por dois espíritos, muito mais evoluídos e puros que os nossos. 
O verdadeiro ser é o espírito, não o corpo.

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