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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Atlântida… Mito ou realidade?



Atlântida… Mito ou realidade?

Se não fossem os látegos de desinformação inquisitórias, que ainda se fazem sentir nos mundos de hoje, há mais de um seculo, Atlântida, teria deixado de ser mito para ser uma realidade.

Esta e outras realidades, contrariam mitos temporais, falsos deuses e falsos profetas, que nos impingiram, para esconder idades da terra, assim como civilizações que nos antecederam mais evoluídas que a nossa, que vem contrariar as suas falsas verdades.

Em Setembro de 1976, no 6 colóquio pré-históricas e proto-históricas, muitos “dogmas” foram destruídos, e fizeram recuar o homem na sua vivência na terra 20 milhões de anos.  

As descobertas arqueológicas, que obrigaram a estes recuos, e a rejeição de que o homem descende do macaco. Foi a descoberta do arqueólogo americano Fefrey Goodman, em Flaqstatt no Arizona, de um homem pré-colombiano com 100.000 anos.
O cobre era trabalhado na Europa há 9.000 anos e o ferro, em grutas Sul Americanas há 50.000 anos.

Em vários pontos do planeta, foram encontrados utensílios em sílex, com dezenas de milhares de anos. Isto permite-nos ter uma ideia da conduta do homem em épocas recuadas. E ao mesmo tempo, perceber que a distribuição tecnológica não é uniforme.

No passado, como hoje, temos grupos tecnológicamente avançados,  outros que nem sequer foram tocados, pelos nossos avanços tecnológicos.

Estes breves resumos, significam que o mitológico e o histórico, se entrelaçam no tempo, e que a mitologia, não é mais de que o conhecimento histórico de civilizações perdidas, transportado até aos nossos dias, por grandes filósofos, que a ciência atual transforma em intemporais, ao confirmar cientificamente as suas teorias.

Atlantes:
De acordo com o Vishnuranurama e o livro de Dzyran, os Atlantes dominavam uma energia equivalente a que hoje se denomina de energia atómica, que chamavam Marnush, podendo através dela dominar o mundo das formas.

O seu controle estava nas mãos de iniciados. Com o tempo, esses iniciados perderam a moral e converteram a Marnush numa arma de guerra.

Há relatos que nos falam de naves em forma de globos ou zepelins, que inicialmente serviam para transportar cargas preciosas, posteriormente, numa fase decadente, armas e tropas.
Possuíam barcos propulsionados por esta energia.
Segundo Platão, construíram diques e passagens, dominavam a força hidráulica e a eletricidade estática.

Há reconstituição de utensílios antigos, entre eles, o Tabernáculo de Chavin, no Peru (trabalho do Eng. Alvarez Lopez), que provaram que muitos dos objetos eram acumuladores de energia, que matavam quem lhes toca-se. Foram encontradas em Bagdade baterias elétricas, que estão expostas no Museu de Berlim e datam do segundo milénio antes de Cristo.

Os Atlantes eram detentores de conhecimentos que se perderam no tempo. E só conhecendo-os poderíamos entender o que o dilúvio não varreu, e existe a superfície da terra.

Dados científicos:
A pirâmide de Xochicalco, próxima da Cidade do México, conta-nos como morreram 54 milhões de pessoas, bruscamente, há 12 mil anos.

Os métodos atuais de cronologia biológica, com base nos planos de estratificação, dão-nos esta certeza de simultaneidade: há 12.000 anos, altura em que se afundou o continente mítico, uma corrente quente, proveniente do Golfo do México, o famoso *Gulf Stream*, veio aquecer as costas europeias, pondo fim a era glaciar.
O aquecimento transoceânico do qual a europa beneficia hoje. Que não passava, porque esbarrava com o continente que se afundou.
Em 1998, o cabo submarino entre Cap. Cod, nos Estados Unidos e Brest, na França, quebrou-se a 700 quilómetros dos Acores. Foram efetuadas sondagens e dragagens, a 300 metros de profundidade, e recolhidas rochas basálticas, de origem vulcânicas, que testadas com carbono 14, confirmaram que foram solidificadas ao ar livre, entre 10 e 12 mil anos.
Cientistas russos descobriram cidades submersas, que publicaram na revista Weekev Woorld News.

No ano geofísico internacional, ficou demonstrado, científica e geologicamente que existe um continente submerso, no oceano Atlântico.

Os Atlantes, detentores de elevados conhecimentos, que previram o afundamento, distribuíam-se por vários pontos do globo, só assim podemos entender, como vários povos distantes, como os Caldeus, Egípcios, e os pré-colombianos de São Salvador, tiveram vários conhecimentos em simultâneo, de entre deles, a mesma medida padrão, o metro absoluto.

Estes conhecimentos colidem, com as teologias daqueles, que quiseram cortar com os ensinamentos do passado, para nos impor o seu obscurantismo. Daí a nos terem vedado estes e outros conhecimentos, que transforariam este mundo, mais humano e justo.

Os Atlantes, foram vítimas, dos seus avanços tecnológicos, que colidiram, com as leis da natureza. A história da Atlântida, conhecida de muitos, poderia ter servido, para evitar os grandes desvios, feitos por políticos e religiosos.

JPF
02/05/13

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