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quinta-feira, 9 de maio de 2013

O sistema politico portugues faliu. Votar neles é adiar a solução.





O sistema político português, faliu, demonstrou no terreno que não tem pernas para andar. Platão já o tinha previsto, e qualquer mente minimamente esclarecida, o podia antever. Foi concebido com defeito, sem a sustentabilidade, que qualquer poder, tem de ter.


Criaram-se partidos, que dividiram o povo. Logo a arma do voto, passou a estar limitada, a um círculo restrito. Deixou de haver uma escolha global, para eleger um Presidente da Republico ou Primeiro-ministro, com um consenso geral, portanto, de todos os portugueses. Depois de empossados, em especial os primeiros-ministros, governaram sempre para o partido, tendo em vista os votos para a mandato seguinte.


As guerras partidárias, próprias de ignorantes, estiveram sempre, na linha da frente, entre as bases, e parlamentares, só as propostas das maiorias governativas passavam e ainda passam, servindo de entretimento as bases para se digladiarem em lugar de se unirem. Mas, no meio de todas estas divisões, foram consensuais, em protegerem-se com legislações nas costas do povo, para no conjunto político-partidário, gerarem uma classe de privilegiados ou se quisermos de novos-ricos, a custa do povo.

Estão e sempre se estiveram, nas tintas para o povo:

O povo nunca foi o ponto central, porque subjacentes, aos interesses da classe (politica), haviam, há, outros interesses marginais, tais como, os do capitalismo selvagem, nacional e internacional que deixaram implantar em Portugal. Sacrificando para tal, os tecidos produtivos, para satisfazer interesses internacionais, em detrimento de um desenvolvimento sustentado, dentro do próprio país.

Isto parece ficção, mas é uma realidade, o povo português entregou o ouro ao bandido, que absorveu o que tinha, e o que não tinha (bem visível nas dividas criadas), em proveito próprio, interesses seus e de terceiros. E nunca se preocupou, com a desertificação do interior do país, com a destruição da agricultura e pescas, com um desenvolvimento sustentado, equilibrado, que permitisse nivelar a balança de pagamentos, entre importações e exportações.

Ignorância ou loucura?

Os sofistas europeus, compraram os sofistas políticos portugueses (nas costas da esmagadora maioria dos portugueses, que não foram ouvidos nem achados para tal), com milhares de toneladas de cimento, para redes de comunicação (que seriam de interesse nacional se houvesse desenvolvimento, e tivessem o necessário movimento). Para que os portugueses deixassem de produzir, para deles ficarem dependentes.  

Este ligeiro resumo peca por defeito, muito havia acrescentar, que no fundo já é conhecido, de uma elevada percentagem de portugueses, incluindo os dependentes do sistema, que ficam calados, porque a sua difusão não lhes convém.

Mas como criticar é fácil, difícil é apresentar soluções, não queremos entrar por aí. Em nosso entender, a solução passa por uma democracia direta, onde a arma do voto é utilizada em consciência, votando a partir das bases, nos melhores e mais aptos, de forma global, sem divisões político-partidárias. E, para se inverter o paradigma, alterando o sistema, tem como um dos primeiros passos, demonstrar que o sistema instituído, não tem o suporte da maioria dos portugueses, demonstração feita através da abstenção, que tem de ser superior a 50%. Votar em branco não serve, porque é contra os partidos que vão a votos, mas não contra o sistema, que como é fácil de perceber, está sujeito a todos os vícios.

Para não alongar mais este texto, remeto análise da estrutura de democracia direta, para a Pagina da Revolução Branca ou para a página: *Que se lixem os partidos*

JPF
09/05/13

1 comentário:

  1. O POVO que pague a farsa e não se defenda ele..! Mais 100 milhões para os PARTIDOS s/falar nos custos das acções e omissões deles ..
    Em nome de Portugal, ABSTENÇÃO...ABSTENÇÃO...ABSTENÇÃO.
    Se os abutres estão no poder é porque a democracia cheira a cadáver!

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